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  • <p style="text-align: justify;">O documentário, realizado para celebrar os 30 anos de formação do grupo, conta com depoimentos de membros da formação atual da banda, imagens de arquivo e depoimentos de figuras importantes do metal internacional como <strong>Phil Anselmo</strong> (Pantera), <strong>Corey Taylor</strong> (Slipknot), <strong>Scott Ian</strong> (Anthrax), <strong>Phil Campbell</strong> (Mötorhead) e <strong>David Ellefson</strong> (Megadeth).</p>

    Sepultura – O Filme (2017)

    O documentário, realizado para celebrar os 30 anos de formação do grupo, conta com depoimentos de membros da formação atual da banda, imagens de arquivo e depoimentos de figuras importantes do metal internacional como Phil Anselmo (Pantera), Corey Taylor (Slipknot), Scott Ian (Anthrax), Phil Campbell (Mötorhead) e David Ellefson (Megadeth).

  • <p style="text-align: justify;">O percurso biográfico, a rotina e o pensamento do filósofo brasileiro <strong>Olavo de Carvalho</strong>, esses são os eixos temáticos do documentário de longa-metragem <strong>O Jardim das Aflições</strong>. O filme retrata o cotidiano do filósofo na sua casa em <em>Colonial Heights</em>, estado da Virgínia (EUA), onde reside atualmente, captando a atmosfera de trabalho intelectual, convívio familiar e, principalmente, o seu pensamento filosófico no que concerne à autonomia da consciência individual em oposição à tirania da coletividade. A contraposição entre a vida cotidiana e a transcendência filosófica é o eixo de sustentação do documentário.</p>

    O Jardim das Aflições (2017)

    O percurso biográfico, a rotina e o pensamento do filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, esses são os eixos temáticos do documentário de longa-metragem O Jardim das Aflições. O filme retrata o cotidiano do filósofo na sua casa em Colonial Heights, estado da Virgínia (EUA), onde reside atualmente, captando a atmosfera de trabalho intelectual, convívio familiar e, principalmente, o seu pensamento filosófico no que concerne à autonomia da consciência individual em oposição à tirania da coletividade. A contraposição entre a vida cotidiana e a transcendência filosófica é o eixo de sustentação do documentário.

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    Turma da Mônica – Laços (Em Finalização)

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    Histórias

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  • <p style="text-align: justify;">Escultora, gravurista, pintora, desenhista e escritora, <strong>Maria Martins</strong> (1894-1973) foi uma mulher que desafiou o conformismo. Desquitada ainda muito jovem, em sua segunda união, com o embaixador <strong>Carlos Martins Pereira e Sousa</strong>, estabeleceu sempre sua independência. Estudando escultura na Europa com <strong>Oscar Jespers</strong>, em Bruxelas, desenvolveu um talento que a aproximou do surrealismo. Depois radicada nos EUA, conhece <strong>Marcel Duchamp</strong>, com quem manteria uma ligação amorosa e artística de mútuas influências. De volta ao Brasil, no início dos anos 1950, a artista encontrou preconceito contra o sensualismo de sua obra e participou ativamente da criação da <em>Bienal de São Paulo</em>.</p>

    Maria – Não Esqueça que Eu Venho dos Trópicos (2017)

    Escultora, gravurista, pintora, desenhista e escritora, Maria Martins (1894-1973) foi uma mulher que desafiou o conformismo. Desquitada ainda muito jovem, em sua segunda união, com o embaixador Carlos Martins Pereira e Sousa, estabeleceu sempre sua independência. Estudando escultura na Europa com Oscar Jespers, em Bruxelas, desenvolveu um talento que a aproximou do surrealismo. Depois radicada nos EUA, conhece Marcel Duchamp, com quem manteria uma ligação amorosa e artística de mútuas influências. De volta ao Brasil, no início dos anos 1950, a artista encontrou preconceito contra o sensualismo de sua obra e participou ativamente da criação da Bienal de São Paulo.

  • <p style="text-align: justify;">Em 1953, treze anos depois do início da célebre <em>Marcha para o Oeste</em>, os indigenistas irmãos <strong>Villas-Boas</strong> encontram, entre os índios <em>Kaiapó</em>, o jovem <strong>João Kramura</strong>, um branco roubado de seus parentes e criado na tribo. Através do índio <strong>Funi-ô Thini-á</strong>, reconstitui-se a história de João e também a do próprio Thini-á, que compartilha o mesmo trânsito atribulado entre dois mundos. Seguindo os passos de João, que encontra ressonância nos de <strong>Thini-á</strong>, colocam-se em cheque a ruptura da cultura indígena diante da invasão branca e a evolução dos conceitos de antropólogos e indigenistas ao longo de 60 anos.</p>

    A Terceira Margem (2016)

    Em 1953, treze anos depois do início da célebre Marcha para o Oeste, os indigenistas irmãos Villas-Boas encontram, entre os índios Kaiapó, o jovem João Kramura, um branco roubado de seus parentes e criado na tribo. Através do índio Funi-ô Thini-á, reconstitui-se a história de João e também a do próprio Thini-á, que compartilha o mesmo trânsito atribulado entre dois mundos. Seguindo os passos de João, que encontra ressonância nos de Thini-á, colocam-se em cheque a ruptura da cultura indígena diante da invasão branca e a evolução dos conceitos de antropólogos e indigenistas ao longo de 60 anos.

  • <p style="text-align: justify;">A <em>Escola de Samba Unidos de Vila Isabel</em> entra na avenida no carnaval de 1965. Por meio de texto construído a partir de declarações de um dos fundadores da escola, <strong>Antônio Fernandes da Silveira</strong>, o <strong><em>China</em></strong>, é possível conhecer um pouco da vida de alguns moradores do <em>Morro do Pau da Bandeira</em> no Rio de Janeiro. A preparação para o carnaval: a pesquisa para o tema, a construção dos carros alegóricos, os ensaios, o samba-enredo. A presença crescente da comunidade. Com o enredo <em>Rio Epopeia do Teatro Municipal</em> a escola sobe para o grupo especial do carnaval carioca.</p>

    Nossa Escola de Samba (1965)

    A Escola de Samba Unidos de Vila Isabel entra na avenida no carnaval de 1965. Por meio de texto construído a partir de declarações de um dos fundadores da escola, Antônio Fernandes da Silveira, o China, é possível conhecer um pouco da vida de alguns moradores do Morro do Pau da Bandeira no Rio de Janeiro. A preparação para o carnaval: a pesquisa para o tema, a construção dos carros alegóricos, os ensaios, o samba-enredo. A presença crescente da comunidade. Com o enredo Rio Epopeia do Teatro Municipal a escola sobe para o grupo especial do carnaval carioca.

  • <p style="text-align: justify;">Documentário <strong>Antonieta</strong>, de <strong>Flávia Person</strong>, aborda <strong>Antonieta de Barros</strong> (1901-1952), mulher, negra, professora, cronista, feminista e pioneira de duas formas emblemáticas na história política nacional e catarinense: ao tomar posse em 1935 na Assembleia Legislativa de Santa Catarina se tornou a primeira negra a assumir um mandato popular no país e a primeira deputada do estado.</p>

    Antonieta (2016)

    Documentário Antonieta, de Flávia Person, aborda Antonieta de Barros (1901-1952), mulher, negra, professora, cronista, feminista e pioneira de duas formas emblemáticas na história política nacional e catarinense: ao tomar posse em 1935 na Assembleia Legislativa de Santa Catarina se tornou a primeira negra a assumir um mandato popular no país e a primeira deputada do estado.

  • <p style="text-align: justify;"><strong>Sebastião</strong> é um raizeiro que aprendeu com a vida a retirar da natureza os remédios para todo tipo de malefício que atinge homens e animais. A Quixabeira para curar osso quebrado; a folha de abacate para o tratamento de fígado e rins; a Emburana de cheiro para gripe e o Manacá para doenças sexualmente transmissíveis. <strong>Dana Maria da Soledade de Oliveira</strong> ensina rezas para afastar inimigos e para abrir portas na vida.</p>

    De Raízes & Rezas, entre outros (1972)

    Sebastião é um raizeiro que aprendeu com a vida a retirar da natureza os remédios para todo tipo de malefício que atinge homens e animais. A Quixabeira para curar osso quebrado; a folha de abacate para o tratamento de fígado e rins; a Emburana de cheiro para gripe e o Manacá para doenças sexualmente transmissíveis. Dana Maria da Soledade de Oliveira ensina rezas para afastar inimigos e para abrir portas na vida.

  • <p style="text-align: justify;"><strong>Batista</strong> e <strong>Joaquim Correia Lima</strong> são profissionais que trabalharam como rastejadores, pessoas dedicadas a caçar animais e que posteriormente foram usadas para rastrear pessoas, servindo como fiel e eficiente auxiliar nas volantes, durante o movimento do cangaço no nordeste brasileiro.</p>

    Rastejador, s.m. (1972)

    Batista e Joaquim Correia Lima são profissionais que trabalharam como rastejadores, pessoas dedicadas a caçar animais e que posteriormente foram usadas para rastrear pessoas, servindo como fiel e eficiente auxiliar nas volantes, durante o movimento do cangaço no nordeste brasileiro.

  • <p style="text-align: justify;"><em>A arte existe porque a vida não basta.</em> A frase de <strong>Ferreira Gullar</strong> é a grande inspiração para o documentário <strong>A vida não basta</strong>, que reúne nove renomados artistas para dialogarem sobre a importância do fazer arte na vida.</p>

    A Vida Não Basta! (2014)

    A arte existe porque a vida não basta. A frase de Ferreira Gullar é a grande inspiração para o documentário A vida não basta, que reúne nove renomados artistas para dialogarem sobre a importância do fazer arte na vida.

  • <p style="text-align: justify;">Um resumo da vida e da obra de <strong>Ferreira Gullar</strong>, tendo por linha mestra um espetáculo musical comandado por <strong>Marco Nanini</strong> e com participações de <strong>Paulinho da Viola</strong>, <strong>Adriana Calcanhoto</strong> e <strong>Laila Garin</strong>.</p>

    A Arte Existe Porque a Vida Não Basta! (2016)

    Um resumo da vida e da obra de Ferreira Gullar, tendo por linha mestra um espetáculo musical comandado por Marco Nanini e com participações de Paulinho da Viola, Adriana Calcanhoto e Laila Garin.

  • <p style="text-align: justify;">A partir de um depoimento do instrumentista <strong>Papete</strong>, explica-se a história do berimbau na África e a chegada do instrumento à Bahia.</p>

    O Berimbau (1977)

    A partir de um depoimento do instrumentista Papete, explica-se a história do berimbau na África e a chegada do instrumento à Bahia.

  • <p style="text-align: justify;">O instrumentista <strong>Osvaldinho da Cuíca</strong> conduz uma apresentação histórica sobre a presença da cuíca em vários países do mundo e sua popularização no Brasil.</p>

    A Cuíca (1977)

    O instrumentista Osvaldinho da Cuíca conduz uma apresentação histórica sobre a presença da cuíca em vários países do mundo e sua popularização no Brasil.

  • <p style="text-align: justify;">Perfil da transgênero mais famosa do Brasil, a cartunista <strong>Laerte</strong>, que fala das particularidades de sua vida desde que decidiu viver como mulher, em 2009. Suas relações familiares (como com um neto que a chama de <em>vovô</em>), o apoio de amigos e familiares, as mudanças de seus personagens (como Hugo que, junto com ela, torna-se <em>Muriel</em>), suas posições políticas e críticas ao que considera <em>corporativismo trans</em> fazem parte das conversas.</p>

    Laerte-se (2017)

    Perfil da transgênero mais famosa do Brasil, a cartunista Laerte, que fala das particularidades de sua vida desde que decidiu viver como mulher, em 2009. Suas relações familiares (como com um neto que a chama de vovô), o apoio de amigos e familiares, as mudanças de seus personagens (como Hugo que, junto com ela, torna-se Muriel), suas posições políticas e críticas ao que considera corporativismo trans fazem parte das conversas.

  • <p style="text-align: justify;">Reunindo depoimentos de vítimas e sobreviventes, o documentário coloca em pauta o abuso sexual. Depoentes como a farmacêutica <strong>Maria da Penha</strong> – que empresta o nome à lei de 2006 que criminaliza a violência contra a mulher –, a nadadora <strong>Joana Maranhão</strong>, a ex-modelo <strong>Luíza Brunet</strong>, a escritora <strong>Clara Averbuck</strong> e várias outras mulheres constroem suas narrativas.</p>

    Mexeu com uma, mexeu com todas (2017)

    Reunindo depoimentos de vítimas e sobreviventes, o documentário coloca em pauta o abuso sexual. Depoentes como a farmacêutica Maria da Penha – que empresta o nome à lei de 2006 que criminaliza a violência contra a mulher –, a nadadora Joana Maranhão, a ex-modelo Luíza Brunet, a escritora Clara Averbuck e várias outras mulheres constroem suas narrativas.

  • <p style="text-align: justify;">Desde 1940, quando seu pai comprou um cinema na cidade de Dois Córregos (SP), a vida de <strong>Francisco Teles</strong> foi definida por esse lugar. A sala, que já teve diversos nomes, mortes e ressurreições, é o símbolo vivo da passagem do projetor a carvão ao digital, da resistência diante da TV e do videocassete e também da memória afetiva na cidade de filmes como <strong>O homem que sabia demais</strong>, de <strong>Alfred Hitchcock</strong>; <strong>Superman</strong>, de <strong>Richard Donner</strong>; e <strong>Cidade de Deus</strong>, de <strong>Fernando Meirelles</strong>.</p>

    Cine São Paulo – Filme (2017)

    Desde 1940, quando seu pai comprou um cinema na cidade de Dois Córregos (SP), a vida de Francisco Teles foi definida por esse lugar. A sala, que já teve diversos nomes, mortes e ressurreições, é o símbolo vivo da passagem do projetor a carvão ao digital, da resistência diante da TV e do videocassete e também da memória afetiva na cidade de filmes como O homem que sabia demais, de Alfred Hitchcock; Superman, de Richard Donner; e Cidade de Deus, de Fernando Meirelles.

  • <p style="text-align: justify;"><strong>Seca</strong> trata de um assunto tão urgente quanto necessário: a escassez de água, observada em uma região do Brasil onde a população convive com o problema de forma aparentemente endêmica.</p>

    Seca (2015)

    Seca trata de um assunto tão urgente quanto necessário: a escassez de água, observada em uma região do Brasil onde a população convive com o problema de forma aparentemente endêmica.

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