A Família Dionti (2015)

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Trailer

Sinopse

Original e poético, A Família Dionti narra a fantástica história de um pai e seus dois filhos, Kelton, de 13 anos, e Serino, de 15, que vivem em um sítio no interior de Minas Gerais. A mãe não mora mais com eles, pois derreteu de amor, evaporou e partiu. Enquanto todos os dias sonha com a volta da mulher a cada chuva que cai, o pai cuida dos filhos com olhar atento, preocupado com a possibilidade de que tenham herdado o dom da mãe. Mas Sirino é seco e chora grãos de areia. Já Kelton, ao se apaixonar pela primeira vez por uma garota de circo, literalmente se liquefaz de amor. A Família Dionti retrata de forma especial o tema universal da descoberta do amor, sem deixar de lado as cores regionais do interior do Brasil contemporâneo.

A Família Dionti entrou em cartaz em circuito no dia 30 de março de 2017. Em 13 de abril, chegou a diversas capitais. Produzido pela Caraminhola Filmes, foi considerado o melhor filme na escolha do público dos festivais de Brasília e Lisboa, melhor roteiro no Youngabout Film Festival Bologna e melhor ator (Murilo Quirino) no San Diego Kids Film Festival, além de melhor filme da 3ª Mostra de Cinema de Gostoso.

O longa conta a história do garoto Kelton (Murilo Quirino), que vive com seu pai Josué (António Edson) e seu irmão Serino (Bernardo Santos). Na trama, a vida dos três Dionti, que moram nos rincões de Minas Gerais, segue uma rotina (quase) normal. Os garotos vão à escola, ajudam o pai nos deveres de casa, brincam, jogam futebol. Josué trabalha em uma Olaria, cuida dos filhos e sonha com o dia em que vai rever sua mulher, que derreteu e foi embora. Tudo na vida deles muda quando o circo chega à cidade, trazendo consigo a garota Sofia (Anna Luiza Marques), por quem Kelton literalmente começa a se derreter de paixão. É então que os medos do pai começam a se tornar realidade. Ele, que espera todos os dias que sua amada volte em uma chuva forte, começa a temer que seu caçula também parta.

Por meio de metáforas nada óbvias e grande liberdade criativa, Alan Minas construiu uma história poética. A gente tem o hábito de associar a ingenuidade à pureza. E quando a gente perde a ingenuidade perde, em geral, também a pureza. A gente precisa manter este olhar puro sobre as coisas. Mas é difícil. Somos massacrados por informações, temos de saber de tudo, comenta o diretor Alan Minas. Não precisamos ser pessimistas, cínicos, niilistas. É importante que aos poucos as coisas se descortinem, mas que não se perca a pureza. A gente derrete sim, vira outra coisa, se transforma a todo o tempo. Toma um caixote a cada semana, vai mudando, refazendo opiniões, completa o diretor, que tem no currículo outros trabalhos inventivos, como o documentário A Morte Inventada (2010) e os curtas A Encomenda (2002), Homens ao Mar (2006), entre outros.

Ainda que o realismo fantástico permeie toda a narrativa de A Família Dionti, são os sentimentos e as questões humanas que dão o tom ao filme.

Para retratar esse universo local, o diretor e a produtora Daniela Vitorino decidiram filmar na região mineira de Cataguases e suas cidades vizinhas. Foi uma filmagem com muito deslocamento, mas cada cenário era essencial para a história. Cada locação ficava em uma cidade. Filmamos em Cataguases as cenas da casa da família, do rio e da cachoeira, e nos deslocamos até Guiricema para filmar na olaria. Além disso, passamos três semanas em Leopoldina, perto de Recreio, onde está a escola, o armazém, e o posto de saúde; e em Muriaé, ficava o circo e a rocha, Gruta Santa, explica Daniela sobre o processo de filmagem do longa, que ocorreu em outubro de 2013 e contou com apoio do Polo Audiovisual da Zona da Mata, com sede em Cataguases, que contribuiu com seus profissionais e sua infraestrutura.

Além do apoio do Polo Audiovisual da Zona da Mata e de empresários da região, o coordenador de pós-produção Roni Rodrigues (o mesmo de O Jogo da Imitação e Mandela) viabilizou uma parceria para a finalização do longa com a britânica National Film and Television School (NFTS), uma das mais respeitadas escolas de cinema e TV do mundo. A partir daí, outras parcerias surgiram, como com a coprodutora inglesa Emily Morgan, com o Canal Brasil, que se tornou coprodutor do filme, e com o CTAV (Centro Técnico Audiovisual).

Elenco

Antônio Edson
Gero Camilo
Murilo Quirino
Anna Luiza Paes Marques
Bernardo Lucindo
Bia Bedran
Neila Tavares
Fernando Bohrer
Alisson Minas

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de A Família Dionti (2015) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Alan Minas
Roteiro: Alan Minas
Produção executiva: Daniela Vitorino
Direção de Fotografia: Guga Millet
Montagem: Livia Serpa
Som: Felipe Paszkiewicz
Direção de arte: Oswaldo Eduardo Lioi
Cenografia: Oswaldo Eduardo Lioi
Figurino: Marcela Poloni
Trilha sonora: Clower Curtis
Música original: Clower Curtis
Produtora: Caraminhola Produções Artísticas Ltda.

97min, RJ, 2015

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