Camila Morgado

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Biografia

FOTO Camila MorgadoCamila Ribeiro da Silva, em arte conhecida como Camila Morgado, é uma atriz brasileira nascida na cidade de Petrópolis (RJ) no dia 12 de abril de 1975.

Nasceu na cidade de Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, filha de um comerciante com uma dona de casa. Logo cedo decidiu que queria ser atriz. Estudou teatro com Monah Delacy, atriz e mãe de Christiane Torloni. Aos 17 anos, após concluir o segundo grau, mudou-se definitivamente para a capital, onde estudou na Casa das Arte de Laranjeiras, cujo espetáculo de conclusão de curso foi “Graal, Um Retrato de Fausto Quando Jovem” (1997), protagonizado por Bete Coelho, texto e direção de Gerald Thomas. Fez faculdade na UNIRIO, porém não concluiu. Foi morar em São Paulo onde aprofundou seus estudos de interpretação com o diretor paulista Antunes Filho. Nessa época chegou a trabalhar como garçonete para pagar seus cursos. Integrou a Companhia de Ópera Seca de Gerald Thomas, com quem começou a fazer teatro profissional: “Ventriloquist” (2000 – RJ, SP e Circuito Mundial), “Nietzsche Contra Wagner” (2000 – RJ e SP), “Esperando Beckett” (2000 – RJ e Turnê Nacional), protagonizado por Marília Gabriela, e “O Príncipe de Copacabana” (2001 – RJ e Turnê Nacional), protagonizado por Reynaldo Gianecchini.

Em 2000, estave em cartaz com um espetáculo no teatro ao lado do ator João Falcão e assim foi vista pelo diretor Jayme Monjardim, que gostou do seu trabalho e a convidou para fazer testes para a novela O Clone. Com a oportunidade, mostrou-se bem aplicada e fotogênica, e apesar de ter sido aprovada, acabou não participando da novela. No entanto, foi reservada para a minissérie A Casa das Sete Mulheres, que viria a ser exibida em 2003. Logo no seu papel de estréia carregou o peso e a responsabilidade de interpretar uma protagonista, a doce Manuela, e chamou atenção pelo seu talento e beleza. Na minissérie, que foi um grande sucesso de crítica e público, Manuela costuma ter presságios e em um desses vê que o grande amor da sua vida está a caminho da estância em que mora com a família, o guerrilheiro Giuseppe Garibaldi. Porém, mesmo prometida a seu primo Joaquim e tendo sido criada sob rígidos costumes por sua mãe, rejeitou a idéia do casamento forçado e entregou sua honra a Garibaldi, que logo partiu para as guerras ao lado de seu tio Bento. Nas batalhas, seu amado conheceu e apaixonou-se pela guerrilheira Anita.

No ano seguinte, fez uma participação especial na minissérie Um Só Coração no papel da atriz Cacilda Becker, uma das pioneiras do teatro brasileiro. Também nesse ano, viveu um dos papéis mais marcantes de sua carreira, a personagem título do filme Olga. Olga Benário, foi uma jovem comunista alemã, judia e companheira de Luiz Carlos Prestes, que termina morta, após ser deportada para a Alemanha. O filme foi uma adaptação do livro de Fernando Morais. Em total entrega ao trabalho, raspou a cabeça e emagreceu sete quilos para as cenas do campo de concentração.

Em 2005, atuou em sua primeira novela, América. Na trama, interpretou sua primeira vilã, a professora estaduniense Miss May. Noiva de Ed, vê seus planos de se casar com ele irem por água abaixo com a chegada da estrangeira Sol para realizar o sonho de trabalhar fora. Com isso, May torna-se a principal figura antagônica do casal. Também, participou do documentário: Vinícius, onde recitava poemas do poeta ao lado do ator Ricardo Blat.

Em 2006, integrou o elenco da minissérie JK, no papel de uma jornalista lésbica e de esquerda. Ana Rosenberg nutre uma paixão proibida por outra mulher, Marisa, amante do presidente Juscelino. Jornalista paulista e judia, trabalha no jornal de Assis Chateaubriand e tem a missão de contextualizar de maneira didática o momento político da época. Além disso, muito falou-se sobre a questão da mudança da imagem da mulher no cenário social, pois é moderna, trabalha, é independente e tem uma bagagem cultural grande.

A partir de então, entra em vigor o primeiro período sabático de sua carreira televisiva na TV aberta interrompido somente por participações na linha de shows da Rede Globo. Nesse intervalo estreou como apresentadora do Faixa Comentada no canal Futura[9] e protagonizou o musical Doce Deleite dirigida pela atriz Marília Pera. Em 2009, retornou as novelas em Viver a Vida interpretando pela segunda vez uma jornalista, no entanto, dessa vez uma âncora de televisão com especialidade em economia. Malu Trindade foi seu primeiro papel cômico na TV.

Mais uma vez, afastou-se da telinha para dedicar-se a projetos paralelos no teatro retornando somente em 2012. Com a desistência de Juliana Paes em atuar na novela Avenida Brasil, Camila a substituiu dando vida a bióloga hippie Noêmia. Casada com Cadinho, descobre ser apenas mais uma esposa de outras duas relações extraconjugais do marido empresário. Antes disso, substituiu Christine Fernandes no programa Saia Justa do canal a cabo GNT. E também participou de dois capítulos da minissérie Amor em 4 Atos. Já no teatro esteve em cartaz com duas peças entre elas Palácio do Fim que fala sobre o Iraque.

Em 2013, pela segunda vez interpretou uma lésbica na televisão. Na minissérie O Canto da Sereia interpreta a empresária de Sereia, musa do pop axé que sofre um atentado misterioso e morre. Ainda em 2013, fez uma participação especial na série A Grande Família, no qual interpretou Cris uma ex-namorada de Tuco na adolescência, que virou lésbica.

No final de 2013, a atriz encarna uma personagem já vivida pela atriz Danielle Winits no longa Até que a Sorte nos Separe 2. Normalmente associada a personagens dramáticas, a atriz Camila Morgado não se intimidou ao ser convocada para interpretar a protagonista Jane de Até que a Sorte nos Separe 2, depois que conflitos de agenda impediram Danielle Winits de repetir o papel da comédia de maior público de 2012, vista por 3,5 milhões de espectadores. “As pessoas sempre me relacionam a personagens com uma carga dramática muito forte e poder participar dessa comédia foi uma presente”, disse Morgado durante entrevista coletiva sobre o filme em São Paulo. “Adorei o trabalho da Dani no primeiro filme, mas não passou pela minha cabeça imitá-la. Me fixei fortemente no roteiro. Jane é uma mulher de família e que ama muito o marido. Pensei em construí-la assim”. Em 2014, interpreta Sara Xerxes, uma mulher que desiludida da rotina, encontra um novo sentido para sua vida: se vingar de todos seus ex-namorados, na série do Multishow, Por Isso Eu Sou Vingativa. No mesmo ano, vive a solteira rica e baladeira, Maria Angélica, no remake de O Rebu.

Bibliografia

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