Análises Arquivo

  • <p style="text-align: justify;">Fruto de uma tese de doutorado defendida no <em>Programa de Pós-Graduação em História Social</em>, na <strong>Universidade Federal da Bahia (UFBA)</strong>, este livro, que é uma versão parcial da tese, analisa a trajetória do gênero cinematográfico brasileiro conhecido como <em>Pornochanchada</em>, comédias eróticas que dominaram o mercado de cinema na década de 1970 até meados da década de 1980. Teve sua origem no Rio de Janeiro, no <em>Beco da Fome</em>, e sua consolidação em São Paulo, na <strong>Boca do Lixo</strong>. De modo geral, as pornochanchadas eram comédias eróticas de caráter popular, com simulação de atos sexuais, em filmes que sensualizavam especialmente as mulheres, traziam piadas de duplo sentido e caricaturas de personagens típicos, como a virgem ingênua, o malandro, o donzelo, o homossexual cômico, dentre outros.</p>

    LIVRO – Erotismo no Cinema Brasileiro: a Pornochanchada em Perspectiva Histórica

    Fruto de uma tese de doutorado defendida no Programa de Pós-Graduação em História Social, na Universidade Federal da Bahia (UFBA), este livro, que é uma versão parcial da tese, analisa a trajetória do gênero cinematográfico brasileiro conhecido como Pornochanchada, comédias eróticas que dominaram o mercado de cinema na década de 1970 até meados da década de 1980. Teve sua origem no Rio de Janeiro, no Beco da Fome, e sua consolidação em São Paulo, na Boca do Lixo. De modo geral, as pornochanchadas eram comédias eróticas de caráter popular, com simulação de atos sexuais, em filmes que sensualizavam especialmente as mulheres, traziam piadas de duplo sentido e caricaturas de personagens típicos, como a virgem ingênua, o malandro, o donzelo, o homossexual cômico, dentre outros.

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  • Sinopse Sinopse O livro Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais traz textos analíticos sobre as principais animações produzidas no país, escritos por mais de 100 críticos, professores e estudiosos da […]

    LIVRO – Animação Brasileira: 100 Filmes Essenciais

    Sinopse Sinopse O livro Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais traz textos analíticos sobre as principais animações produzidas no país, escritos por mais de 100 críticos, professores e estudiosos da […]

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  • <p style="text-align: justify;">O Livro percorre cinquenta anos de cinema da brasileira <strong>Helena Solberg</strong>. Do Cinema Novo ao Documentário Contemporâneo, da militância política e feminista nos anos de 1970 e 1980 à ficção em longa-metragem com o premiado <strong>Vida de Menina</strong>, a autora analisa 15 filmes da cineasta, dentre eles, <strong>Carmen Miranda - Bananas Is My Business</strong>, marco do documentário brasileiro.</p>

    LIVRO – Helena Solberg: do cinema novo ao documentário contemporâneo

    O Livro percorre cinquenta anos de cinema da brasileira Helena Solberg. Do Cinema Novo ao Documentário Contemporâneo, da militância política e feminista nos anos de 1970 e 1980 à ficção em longa-metragem com o premiado Vida de Menina, a autora analisa 15 filmes da cineasta, dentre eles, Carmen Miranda - Bananas Is My Business, marco do documentário brasileiro.

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  • <p style="text-align: justify;">O documentário <strong>A Entrevista</strong> merece ser considerado <em>o marco fundante do cinema brasileiro moderno de autoria feminina</em>. Quem atribui papel tão relevante ao curta-metragem de <strong>Helena Solberg</strong>, realizado em 1966, portanto há mais de 50 anos, é a pesquisadora e cineasta <strong>Karla Holanda</strong>, organizadora, junto com <strong>Marina Cavalcanti Tedesco</strong>, do livro <strong>Feminino e Plural: <em>Mulheres no Cinema Brasileiro</em></strong>, lançado recentemente, pela editora <strong>Papirus</strong>, na prestigiosa <strong><em>Coleção Campo Imagético</em></strong>.</p>

    LIVRO – Feminino e Plural Mulheres no Cinema Brasileiro

    O documentário A Entrevista merece ser considerado o marco fundante do cinema brasileiro moderno de autoria feminina. Quem atribui papel tão relevante ao curta-metragem de Helena Solberg, realizado em 1966, portanto há mais de 50 anos, é a pesquisadora e cineasta Karla Holanda, organizadora, junto com Marina Cavalcanti Tedesco, do livro Feminino e Plural: Mulheres no Cinema Brasileiro, lançado recentemente, pela editora Papirus, na prestigiosa Coleção Campo Imagético.

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  • Livro da escritora e psicóloga <strong>Rosângela Rossi</strong>, que mistura de ficção, biografia e análise psicológica, a obra narra uma visita de Nava ao psicanalista na qual o escritor repassa sua vida e apresenta os principais motivos de seu suicídio.

    LIVRO – Pedro Nava no divã

    Livro da escritora e psicóloga Rosângela Rossi, que mistura de ficção, biografia e análise psicológica, a obra narra uma visita de Nava ao psicanalista na qual o escritor repassa sua vida e apresenta os principais motivos de seu suicídio.

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  • Sinopse Dados Técnicos Sinopse . Dados Técnicos >> Dados Técnicos Título: Limite: Filme de Mário Peixoto Autor: Paulo Pereira de Mello << Sinopse

    LIVRO – Limite: Filme de Mário Peixoto

    Sinopse Dados Técnicos Sinopse . Dados Técnicos >> Dados Técnicos Título: Limite: Filme de Mário Peixoto Autor: Paulo Pereira de Mello << Sinopse

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  • <p style="text-align: justify;">Publicado pela <strong>Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine)</strong> em parceria com o <strong>Canal Brasil</strong> e o <strong>Grupo Editorial Letramento</strong>, o livro reúne 100 ensaios sobre documentários de diferentes épocas e formatos, escolhidos em votação realizada no primeiro semestre de 2017, com a participação de integrantes da <strong>Abraccine</strong> e convidados. Conta ainda com 20 textos sobre personagens e movimentos importantes na história do gênero no Brasil.</p>

    LIVRO – Documentário Brasileiro: 100 Filmes Essenciais

    Publicado pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) em parceria com o Canal Brasil e o Grupo Editorial Letramento, o livro reúne 100 ensaios sobre documentários de diferentes épocas e formatos, escolhidos em votação realizada no primeiro semestre de 2017, com a participação de integrantes da Abraccine e convidados. Conta ainda com 20 textos sobre personagens e movimentos importantes na história do gênero no Brasil.

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  • <p style="text-align: justify;"><strong>Lima Barreto</strong> (1881-1922) é um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos. Duramente rechaçado pelos críticos de sua época – por usar uma linguagem coloquial e criticar abertamente sociedade hipócrita e racista de então –, entrou para a galeria dos <em>malditos</em>. Autor de obras-primas como <strong>Triste fim de Policarpo Quaresma</strong> e <strong>Recordações do escrivão Isaías Caminha</strong>, produziu contos, crônicas, peças de teatro e diários. Vítima de preconceito por ser negro e pobre, só teve a obra reconhecida décadas após sua morte. Este livro analisa a produção de <strong>Lima Barreto</strong> e mostra a atualidade dos problemas que ele apontou no início do século XX.</p>

    LIVRO – Lima Barreto: Retratos do Brasil Negro

    Lima Barreto (1881-1922) é um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos. Duramente rechaçado pelos críticos de sua época – por usar uma linguagem coloquial e criticar abertamente sociedade hipócrita e racista de então –, entrou para a galeria dos malditos. Autor de obras-primas como Triste fim de Policarpo Quaresma e Recordações do escrivão Isaías Caminha, produziu contos, crônicas, peças de teatro e diários. Vítima de preconceito por ser negro e pobre, só teve a obra reconhecida décadas após sua morte. Este livro analisa a produção de Lima Barreto e mostra a atualidade dos problemas que ele apontou no início do século XX.

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  • <p style="text-align: justify;">Organizado por <strong>Beatriz Resende</strong>, especialista na obra de <strong>Lima Barreto</strong> (1881-1922), este livro – uma coedição com a <strong>Fundação Biblioteca Nacional</strong> – reúne alguns dos textos mais importantes e saborosos do escritor sobre a cidade do Rio de Janeiro. Nas páginas de <strong>Lima Barreto – cronista do Rio</strong>, passeamos pelas ruas da capital carioca, do final do século XIX a meados do XX, seguindo de perto o olhar atento e crítico do autor, em crônicas que espelham vários pontos e bairros do Rio, seus principais logradouros e sua mais viva expressão cultural. Para enriquecer o volume, as narrativas são ilustradas com fotos da época, do acervo da Biblioteca Nacional: são imagens do Teatro Municipal, das praças, da Lapa, das ruas do Centro, de Botafogo, do Passeio Público, entre outras. Uma merecida homenagem a Lima Barreto, escritor que morreu esquecido, vítima de preconceito e incompreensão.</p>

    LIVRO – Lima Barreto: Cronista do Rio

    Organizado por Beatriz Resende, especialista na obra de Lima Barreto (1881-1922), este livro – uma coedição com a Fundação Biblioteca Nacional – reúne alguns dos textos mais importantes e saborosos do escritor sobre a cidade do Rio de Janeiro. Nas páginas de Lima Barreto – cronista do Rio, passeamos pelas ruas da capital carioca, do final do século XIX a meados do XX, seguindo de perto o olhar atento e crítico do autor, em crônicas que espelham vários pontos e bairros do Rio, seus principais logradouros e sua mais viva expressão cultural. Para enriquecer o volume, as narrativas são ilustradas com fotos da época, do acervo da Biblioteca Nacional: são imagens do Teatro Municipal, das praças, da Lapa, das ruas do Centro, de Botafogo, do Passeio Público, entre outras. Uma merecida homenagem a Lima Barreto, escritor que morreu esquecido, vítima de preconceito e incompreensão.

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  • <p style="text-align: justify;">Ao deparar-se com a urgência de filmar operários em seus embates políticos, oito cineastas intervieram e representaram os novos movimentos sociais que ressurgiram durante a ditadura civil e militar no Brasil. Com base nisso, o livro Filmar operários: registro e ação política de cineastas durante a ditadura militar no Brasil propõe-se a analisar os embates e jogos desse processo de representação nas narrativas cinematográficas sobre os trabalhadores industriais urbanos, tendo como enfoque os processos de produção audiovisual e as temáticas que envolveram operários urbanos entre as décadas de 1970 e 80.</p>

    LIVRO – Filmar operários: registro e ação política de cineastas durante a ditadura militar no Brasil

    Ao deparar-se com a urgência de filmar operários em seus embates políticos, oito cineastas intervieram e representaram os novos movimentos sociais que ressurgiram durante a ditadura civil e militar no Brasil. Com base nisso, o livro Filmar operários: registro e ação política de cineastas durante a ditadura militar no Brasil propõe-se a analisar os embates e jogos desse processo de representação nas narrativas cinematográficas sobre os trabalhadores industriais urbanos, tendo como enfoque os processos de produção audiovisual e as temáticas que envolveram operários urbanos entre as décadas de 1970 e 80.

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  • Sinopse Dados Técnicos Sinopse Dados Técnicos >> Dados Técnicos Título: Documentário e o Brasil na segunda guerra mundial: o antimilitarismo e o anticomunismo como matrizes sensíveis Autor: Cássio dos Santos […]

    LIVRO – Documentário e o Brasil na Segunda Guerra Mundial

    Sinopse Dados Técnicos Sinopse Dados Técnicos >> Dados Técnicos Título: Documentário e o Brasil na segunda guerra mundial: o antimilitarismo e o anticomunismo como matrizes sensíveis Autor: Cássio dos Santos […]

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  • <p style="text-align: justify;">Livro publicado originalmente em 1986, traz o inventário definitivo do também chamado <strong><em>Cinema Marginal</em></strong>, <strong><em>Experimental</em></strong> ou <strong><em>Udigrudi</em></strong>. Temos aqui a visão crítica (ou melhor, metacrítica) realizada por <strong>Jairo Ferreira</strong>, cineasta, jornalista e uma das figuras centrais do movimento, no qual atuou nas mais diversas funções, de roteirista a ator, de fotógrafo still a seletor de trilha sonora, dirigindo também seus próprios filmes.</p>

    LIVRO – Cinema de Invenção (Ed. 2016)

    Livro publicado originalmente em 1986, traz o inventário definitivo do também chamado Cinema Marginal, Experimental ou Udigrudi. Temos aqui a visão crítica (ou melhor, metacrítica) realizada por Jairo Ferreira, cineasta, jornalista e uma das figuras centrais do movimento, no qual atuou nas mais diversas funções, de roteirista a ator, de fotógrafo still a seletor de trilha sonora, dirigindo também seus próprios filmes.

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