Gigi (1925)

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Sinopse

A estória se passava numa fazenda; o dono tinha um filho, que vivia brincando com a filha de um colono. Os dois crescem juntos, e se estimam muito; com o passar do tempo, a amizade se transforma em amor. Então o pai manda o rapaz estudar na capital. Gigi (era a filha do colono) sofre muito com a ausência, e passa o tempo a esperar a sua volta. Finalmente chega o grande dia: ela fica sabendo que o rapaz vai voltar. Ele volta, realmente, mas vem acompanhado; casara-se com uma moça da capital. Assim que chega, o rapaz manda chamar Gigi para apresentá-la à sua esposa. É então que a estória chega ao seu clímax; Gigi resistira à notícia do casamento, mas não resiste ao golpe final: o rapaz vira-se para a esposa e diz: Querida, está aqui uma boa criadinha para nós. A dor é tanta que Gigi se envenena e morre.

Elenco

Guimarães, Gervásio (Seu Dudu)
Maio, Rosa de (Gigi)
Haillot, Carlos (João Cotó)
Valles, Antonio (Administrador)
Sandrini, Rosa (Mme. Dadá)
Galvão, Muniz (Chico Bejoca)
Rodrigues, Albertina (Florência)
Ferreira, Carlos
Guerreiro, Odete

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Gigi (1925) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: José Medina
Roteiro: José Medina e J.C. Mendes de Almeida
Estória Baseada no conto Gigi, de Viriato Correia
Fotografia: Gilberto Rossi
Operador de Câmera: Gilberto Rossi
Desenhos de letreiros de apresentação: Juvenal Prado
Companhia Produtora: ABAM – Associação Brasileira de Arte Muda

Bibliografia

Fontes utilizadas:
JCB/OESP
MRG/CCP, citando Jornal do Comércio, 25.10.1926, p. 1
Fontes consultadas:
CS/FCB
SVC/P, citando Jornal do Comércio, 25.10.1926, p. 1
Selecta
Cinearte

Livros:

BALADI, Mauro. Dicionário de Cinema Brasileiro: filmes de longa-metragem produzidos entre 1909 e 2012. São Paulo: Martins Fortes, 2013.
CORREIA, Viriato. Novelas Doidas. : , .

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/gigi/

Observações:
“5 partes” (CS/FCB), ou “6 atos” (Cinearte).
O conto “Gigi” faz parte do livro Novelas Doidas, de Viriato Correia.
Exibição especial para Selecta no Rio de Janeiro, segundo o número de 12.09.1925, p. 17, sem maiores especificações de data ou local.
Ilustrações: O Estado de São Paulo, 30.08, 19.11 e 11.12.1925.
Fotografias: Cinearte, 13.04.1927; Paratodos, 25.07, 15.08, 12.09, 26.09, 31.10.1925 e 16.01.1926, segundo MRG/CCP.
JCB/OESP informa que a 21.11.1925 José Medina publicou carta no jornal explicando a falta de cenas e letreiros censurados pela polícia; a 04.12.1925 a ABAM anunciava que os negativos do filme tinham se queimado num incêndio mas salvou-se uma cópia que estava com Gustavo Zieglitz.
MRG/CCP informa que os negativos perderam-se no incêndio da Rossi Filme.
Em 08.08.1928, Cinearte anuncia a distribuição pela Agência Brasileira Cinematográfica, da única cópia do filme que se salvou do incêndio ocorrido “há tempos” na Rossi Filme.
CS/FCB acrescenta ao elenco Luis Maranhão e José Medina; Cinearte de 22.01.1930 acrescenta José Medina Filho.

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