Jean Manzon (1915-1990)

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Biografia

FOTO Jean Manzon 01Jean Manzon foi um cineasta, fotógrafo, produtor e diretor de fotografia francês, radicado no Brasil, que inovou o fotojornalismo brasileiro, nascido em Paris, na França, no dia 02 de fevereiro de 1915, no bairro de Saint-German-des-Prés. Faleceu em Reguengos de Monsaraz no dia 01 de julho de 1990.

Começou sua carreira de fotógrafo trabalhando, na França, para as revistas Paris Match, Vu e Paris Soir; além de passar pelo serviço cinematográfico da Marinha Francesa.

Aos 22 anos, já era conhecido por sua ousadia e capacidade profissional, fazendo verdadeiras proezas, chegando até a fotografar uma execução na guilhotina.

Uma de suas proezas memoráveis foi quando o Duque de Windsor abdicou do Trono e foi com sua senhora para um castelo em Tours, havia 300 repórteres querendo entrar e cerca de 5.000 policiais guardando o local, entretanto Jean Manzon conseguiu fotografar o casal, pelo qual foi processado por violação de domicílio. Assim, toda reportagem considerada impossível era dada a Manzon, que ficou sendo o homem de jornal mais bem pago na França.

Foi preso pelos nazistas em Dantzig mas fugiu; viajou por toda a Europa; fez instantâneos sensacionais de Hitler, Mussolini, Selassié e fotografou, sozinho, o salvamento de um submarino inglês em alto mar. Na guerra, vai para a Marinha, para dirigir o serviço cinematográfico, realizando 18 missões oficialmente consideradas perigosas. Foi condecorado várias vezes no Brasil e no exterior.

Em 1940, convencido por Alberto Cavalcanti, aceita convite de mudar-se para o Rio de Janeiro – fugindo da Segunda Guerra Mundial – para trabalhar como como diretor de fotografia no DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda), órgão oficial ligado ao governo da ditadura de Getúlio Vargas, com salário bem alto. Tornou-se o fotógrafo preferido de Getúlio Vargas que adorava ver fotos suas publicadas na imprensa internacional.

Em 1943, a convite do editor-chefe Frederico Chateaubriand (sobrinho de Assis Chateaubriand), foi trabalhar na revista O Cruzeiro, tornando-se parceiro do jornalista David Nasser em uma das mais notáveis e polêmicas duplas jornalísticas da história da imprensa no Brasil. As reportagens realizadas pela dupla, entre 1943 e 1951, foram fundamentais para o sucesso de vendas da revista O Cruzeiro – cuja tiragens atingiram níveis inesperados para a época. Manzon inovou o fotojornalismo brasileiro, com novos enquadramentos, closes extremos e ângulos bizarros. Tornou-se, então, o mais famoso fotógrafo brasileiro do período entre as décadas de 1940 e 1970.

Inovou o fotojornalismo brasileiro, até então pouco criativo, com novos enquadramentos, closes extremos e ângulos bizarros que atraiam a atenção dos leitores.

Suas fotos, ao contrário do que propõe a maioria do fotojornalistas, foram, na maior parte das vezes, posadas. Tampouco tinha preocupação com a veracidade do fato fotografado. Uma vez, alguns monges recusaram-se a ser fotografados para uma matéria jornalística; Jean Manzon chamou dois amigos, vestiu-os com batas, tirou as fotos necessárias e as enviou para a redação, que as publicou como autênticas.

Tinha espírito de aventura e não tinha medo e arriscar-se visitando locais remotos e selvagens do Brasil. Foi um dos primeiros fotógrafos, junto com Henri Ballot e José Pinto, a revelar ao mundo as diversas faces dos índios do Xingu.

Não se vexava em tratar assuntos polêmicos de forma abominável. Em 1945, a dupla David Nasser e Jean Manzon publicou em O Cruzeiro uma matéria ilustrada na qual pretendiam ensinar aos brasileiros a distinguir um japonês de um chinês pelo aspecto repulsivo, míope, insignificante.

Manzon revelou aspectos até então desconhecidos do país. Ele nos legou uma rica iconografia que abrange os mais diversos temas: a aculturação das nações indígenas, a peculiaridade dos tipos humanos regionais, a natureza, o crescimento das cidades, a industrialização, o carnaval, além dos problemas sociais.

A partir de 1950, começa a nova fase de Jean Manzon, abandonando a fotografia fixa, passa a produzir documentários em sua maioria por encomenda, institucionais, mantendo seu padrão de qualidade agora no cinema, por intermédio de sua empresa, instalada em São Paulo, a Jean Manzon Produções Cinematográficas, nome fantasia da Jean Manzon Films S.A.. Com uma equipe afinada, como o mais famoso cameraman francês René Persin, a voz de Luiz Jatobá, as legendas escritas por Paulo Mendes Campos e, às vezes, Millôr Fernandes e Fred Chateaubriand como diretor de produção, Manzon criou um padrão de qualidade em seus filmes nunca visto por aqui. Cobrava caro por um documentário institucional, mas serviço não lhe faltava. A partir de 1952, dirigiu e produziu mais de 900 documentários, filmando os quatro cantos do Brasil, vários deles a serviço do Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES). A maior parte foi veiculada nos cinemas de todo o Brasil.

Seu primeiro documentário de longametragem é Samba fantástico, em 1955, e foi premiado no Festival de Cinema de Cannes, na França. Seus filmes sobre o Amazonas fizeram sucesso em todo o mundo. Em 1960, produziu para Marcel Camus, o documentário Os Bandeirantes (Les Pionniers). Nos anos 1960, associa-se à Varig, com seus documentários sendo exibidos nas viagens da companhia, dentro dos aviões, em velhos projetores 16mm. Durante o período da ditadura militar de 1964, os documentários de Jean Manzon ficaram conhecidos pelos elogios exacerbados que faziam às realizações e obras do governo. Documenta a viagem do Presidente Costa e Silva ao redor do mundo.

Em 1972, foi chamado para ser o diretor da revista Paris Match, ajudando o seu proprietário, Jean Provoust, seu velho amigo, a reestruturar a revista. Mesmo viajando todo ano à França, adota o Brasil como pátria, pois, segundo suas próprias palavras, o que mais aprecia por aqui é uma certa margem humana de tolerância nas relações que perturba a rigidez dos horários e dos esquemas porém faz a vida mais suave.

Até o início dos anos 1980, era obrigatória a apresentação de curtas e/ou documentários antes do filme principal em todos os cinemas do país.

Mas não foi apenas o Brasil que se encantou com o cinema de Jean Manzon. Dos onze prêmios nacionais e internacionais recebidos, alguns alcançaram as telas e críticas internacionais como: Samba fantástico (1955) em Cannes; Amazônia (1958), que venceu o Leão de Ouro da Bienal Internacional de Veneza; Uma canção brasileira (1980), que venceu Medalha de Ouro na China; Brasil terra de contrastes (1983), aplaudido no Lincon Center em Nova Iorque; O novo Brasil (1990), que participou do Award Festival Industrial de Chicago, seu último trabalho.

Casou-se três vezes e teve dois filhos. Seu primeiro casamento foi em 1944 com uma chilena, com quem teve seu primeiro filho, Jean-Pierre Manzon (1954-2014).

Jean Manzon faleceu, aos 75 anos de idade, em Reguengos de Monsaraz, Portugal, no dia 01 de julho de 1990.

Vale lembrar que o Acervo Jean Manzon é um dos maiores patrimônios cinematográficos de preservação da história e da memória no Brasil e em toda América Latina produzido por um só artista.

Filmografia

Filmografia (parcial):

:: Filmografia como Diretor ::

1985 :: Uma canção brasileira
1966 :: Portugal do Meu Amor
1955 :: Samba fantástico (codir.: René Persin)

:: Filmografia como Produtor ::

1990 :: O novo Brasil
1988 :: Brasil terra de contrastes
1985 :: Uma canção brasileira
1981 :: O Brasil da Brasilit
1979 :: O Círio de Nazaré
1979 :: Concerto em Ré Maior
1979 :: O Eldorado Brasileiro
1979 :: Maranhão Histórico
1979 :: Rio São Francisco
1977 :: Amazônia
1977 :: Conheça a Varig
1977 :: Floresta Amazônica
1975 :: Aquarela do Brasil
1975 :: General Eletric
1975 :: Grupo Sadia
1975 :: Imagens de São Paulo
1975 :: Pedras Brasileiras
1974 :: O Investimento Tecnológico
1973 :: A Ponte Rio-Niterói
1973 :: Um Passeio na Amazônia
1973 :: Sobrevoando a Cidade Maravilhosa
1972 :: Santista Têxtil
1972 :: Comunicação Total
1972 :: O último apelo de Assis Chateaubriand
1972 :: Di Cavalcanti
1972 :: Alberto Santos Dumont, inventor
1972 :: Nosso Pequeno 1800
1971 :: É Tempo de Construir
1971 :: A Grande Escalada
1971 :: Sobre os trilhos da Mogiana
1971 :: Boa Viagem pelas novas estradas
1970 :: Amazônia (LM)
1970 :: Sudene
1970 :: Usiminas
1970 :: Vinte Anos em Três
1969 :: Minas Gerais e o Mundo Fantástico do Alumínio
1967 :: A explosão telefônica
1967 :: A união fez a força
1967 :: Uma Visão Fantástica
1967 :: Do Brasil para o Mundo
1966 :: O Torcedor
1966 :: A obra e seu criador
1966 :: Caminho de Maquiné
1966 :: Portugal do Meu Amor
1966 :: A Força Pública de São Paulo
1965 :: O Caminho do Progresso
1965 :: A Indústria que Faz Plantar
1965 :: O Sonho de Casper Libero
1964 :: Amazonas
1964 :: Arco Íris no Amapá
1964 :: Barragem de Furnas
1964 :: Bem-Vindo ao Rio
1964 :: A Cidade de Belo Horizonte
1964 :: Líder da Indústria Eletrônica
1964 :: Pesquisa e Saúde
1964 :: Sermão de Campinas
1964 :: De um dia para o outro
1964 :: Faz parte da vida brasileira
1964 :: Uma Indústria que lidera o Progresso – A Linha de Montagem
1964 :: Indústria Automobilística
1963 :: Nordeste, problema Nº 1
1963 :: As Favelas vão acabar
1962 :: História de um maquinista
1962 :: Deixem o estudante estudar
1962 :: A vida marítima
1962 :: Criando homens livres
1962 :: A Constituição acima de tudo
1962 :: Drama ao Amanhecer
1962 :: Depende de mim
1962 :: Uma economia estrangulada
1962 :: Weekend em Paris
1962 :: Venceu o Brasil
1962 :: Portos paralíticos
1962 :: Como nasceu o primeiro carro brasileiro
1962 :: O IPES é o seguinte
1961 :: Na Tradição de Santos Dumont
1961 :: O Brasil em 80 minutos
1961 :: Feiras
1961 :: Os Bandeirantes (Les Pionniers)
1960 :: Admirável Mundo Novo
1960 :: As Águas
1960 :: Babaçu
1960 :: BR2 – Nova São Paulo–Curitiba
1960 :: O Caminho da Tranquilidade
1960 :: Caminho de Alta Tensão
1960 :: Colheita Certa
1960 :: Eisenhower no Brasil
1960 :: Estrada Moderna, Vida Moderna
1960 :: Estradas Montanhesas
1960 :: O Exemplo Vem do Clima
1960 :: Fabricando Indústrias
1960 :: Fernando de Noronha
1960 :: Furnas
1960 :: Harmonia nas Américas
1960 :: Uma Indústria Integrada
1960 :: Kilowatts Para São Paulo
1960 :: Mentalidade Nova – a Betta Tomorrow
1960 :: Metas do Aço e do Alumínio
1960 :: O Milagre do Vidro
1960 :: A Pasárgada do Paraná
1960 :: Patrulha do Mar e do Céu
1960 :: O Progresso por um Fio
1960 :: A Reconquista da Terra
1960 :: Revolução na Raça
1960 :: Rio, a Mais Bela Cidade do Mundo
1960 :: A Teia do Progresso
1960 :: Três Marias
1960 :: Três Marias em Marcha
1960 :: Utilizando Riquezas
1960 :: Valorização do Homem
1960 :: Ver
1960 :: Urubupungá: Obra de Redenção Nacional
1960 :: Coluna Norte
1959 :: Brazil Third Force in the Automotive Industry
1959 :: Abrindo os Caminhos do Espaço
1959 :: Aços Finos Para o Brasil
1959 :: Alcalis, Indústria de Base
1959 :: Átomos Para a Paz ou Para a Guerra
1959 :: Celeiros da Economia
1959 :: Da Jardineira ao Diplomata
1959 :: Enriquecimento Nossa Terra
1959 :: Exército de Especialistas
1959 :: Fazedores de Desertos
1959 :: Goiás, Celeiro do Brasil
1959 :: Guerra do Abastecimento
1959 :: Uma Indústria que Lidera o Progresso
1959 :: A Juventude Assume seu Posto
1959 :: Luz – Energia – Progresso
1959 :: A Mentalidade Nova
1959 :: A Missão de Nossa Marinha
1959 :: Nobreza de um Esporte
1959 :: Pioneiro Bernardo Sayão
1959 :: Plantando o Progresso
1959 :: Um Porto Movimenta um País
1959 :: Renasce o Rio de Janeiro
1959 :: Uma Revoada de Arte
1959 :: Rodovia Caminhão Petróleo
1959 :: Saudades do Carnaval
1959 :: A Saúde Vence a Miséria
1959 :: A Sublime Meta da L.B.A.
1959 :: A Técnica Transforma a Nossa Agricultura
1959 :: Técnica, a Chave da Economia
1959 :: O Vale do Rio Doce
1958 :: Amazônia vai ao encontro de Brasília
1958 :: Amazônia
1958 :: O Bandeirante de hoje
1958 :: A Grande Missão da FAB
1958 :: ABC da Economia
1958 :: O Açúcar no Brasil
1958 :: Águas que Geram o Progresso
1958 :: A Batalha do Leite
1958 :: Brasil Século 20
1958 :: O Cumprimento de uma Missão
1958 :: A Engrenagem do Comércio
1958 :: Era do Estanho
1958 :: Ferro e Fogo de Faz a Riqueza do Brasil
1958 :: Flagrante da Família Brasileira
1958 :: Uma Indústria de Libertação
1958 :: Marinha do Brasil
1958 :: A Meta do Petróleo
1958 :: No Cinturão Verde de Brasília
1958 :: No Recôncavo Baiano
1958 :: O Nordeste Não quer Esmolas
1958 :: O que Foi Feito do seu Dinheiro
1958 :: São Paulo não Para
1958 :: Sentinelas da Saúde
1958 :: O Tesouro do Amapá
1958 :: Tudo por um Menino
1958 :: Unamo-Nos Todos Para Salvar o Rio
1958 :: União Brasil-Bolívia
1958 :: Viajando por Santa Catarina
1957 :: O Bandeirante no ar
1957 :: BR-3, Recorde Rodoviário
1957 :: A Mais linda cidade do mundo
1957 :: O Bandeirante
1957 :: O Bonde, esse eterno sofredor
1957 :: Alcalis – Esteio Econômico do Brasil
1957 :: Asas Para Nossas Forças Navais
1957 :: F.A.B.
1957 :: Kilowatts de Peixoto Para o Progresso do Brasil
1957 :: Mais Aço Para o Brasil
1957 :: Manganês Desperta a Amazônia
1957 :: Marinheiros na Batalha do Petróleo
1957 :: Nasci em Volta Redonda
1957 :: A Petrobrás em Cubatão
1957 :: As Primeiras Imagens de Brasília
1957 :: Renasce a Leopoldina
1957 :: Rio de Janeiro, Cidade dos Esportes
1957 :: Rio São Francisco e a Barragem de Três Marias
1957 :: A Roupa do Homem
1957 :: Se Pero Vaz Voltasse
1957 :: Sombras que se Desfazem
1957 :: Visita ao Rio de Janeiro de Craveiro Lopes, Presidente da República Portuguesa
1956 :: O Mundo Aclama o Brasil
1956 :: O Brasil em 80 Minutos (LM)
1956 :: A Central se Renova
1956 :: Conquistando Divisas
1956 :: Homenagem a Santos Dumont
1956 :: Na Cidade Encantada um Samba Maravilhoso
1956 :: Plantar Para Colher
1956 :: O Problema da Expansão do Serviço Telefônico
1956 :: Protejamos os Brasileiros de Amanhã
1956 :: Silêncio do Mar
1956 :: Tronco Principal do Sul
1955 :: Acabemos com os Barbeiros
1955 :: Acesita um Programa de Redenção
1955 :: Assim é Volta Redonda
1955 :: Atrás do Disco
1955 :: Espírito de Bandeirante
1955 :: Flagrantes do Brasil
1955 :: No Caminho das Conquistas Brasileiras
1955 :: O que é o SESI
1955 :: São Paulo Luta Contra o Câncer
1955 :: O Vale da Redenção
1955 :: Samba fantástico
1955 :: O que é a Petrobrás
1955 :: Os campeões da elegância
1954 :: O Transporte dos Cariocas
1952 :: A Luta pelo transporte em São Paulo
1952 :: CMTC
1952 :: Foz do Iguaçu
1952 :: Fundação da Casa Popular
1952 :: Light Power Co.
1951 :: Deem Casas Populares ao Brasil
1950 :: Alagoas

:: O Brasil precisa de você
:: A boa empresa
:: O que é o Ipes?
:: Que é a democracia?
:: Conceito de empresa
:: A malária no inferno verde
:: O Manganês do Urucum
:: Pioneiros do ar
:: Made in Brasil
:: O mundo anfíbio da Ilha de Marajó

Publicações

MANZON, Jean. Retrato vivo da grande aventura. São Paulo: Cepar Consultoria e Participações, 2006/2007.
MANZON, Jean. Memórias do Brasil. São Paulo: Cepar Consultoria e Participações, 2007.
MANZON, Jean. Flagrantes do Brasil. Rio de Janeiro: Ed. Bloch, 1950.

Bibliografia

Livros:

ASSIS, Denise. Propaganda e cinema: a serviço do golpe (1962-1964). Rio de Janeiro: Mauad, 2001.
BURGI, Sérgio; COSTA, Heloise (org.). As origens do fotojornalismo no Brasil: um olhar sobre O Cruzeiro. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2012.
CARVALHO, Luís Maklouf. Cobras Criadas. São Paulo: Editora Senac, 2010.
JABOR, Arnaldo & KAZ, Leonel. O Olho da Rua: o Brasil nas fotos de José Medeiros. Rio de Janeiro: Aprazível Edições, 2006.
RAMOS, Fernão Pessoa; MIRANDA, Luiz Felipe. Enciclopédia do Cinema Brasileiro. São Paulo: Editora Senac, 2000.
SILVA NETO, Antonio Leão da. Dicionário de Fotógrafos do Cinema Brasileiro. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2011.
TACCA, Fernando de. O índio na fotografia brasileira: incursões sobre a imagem e o meio. História, ciências, saúde – Manguinhos – Vol. 18, nº 1, p.191-223. Rio de Janeiro., 2011.

Dissertações:

BIZELLO, Maria Leandra. Imagens otimistas: representaçãoes do desenvolvimentismo nos documentarios de Jean Manzon, 1956-1961. Dissertação (mestrado). Campinas: Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Artes, 1995.

Periódios:

COSTA, Helouise. Palco de uma história desejada: o retrato do Brasil por Jean Manzon. In: Revista do Patrimônio, nº 27, 1998. Maria Inez Turazzi (org.). Brasília: IPHAN, 1998.
MOURA, Ranielle Leal. José Medeiros e o fotojornalismo na Revista O Cruzeiro. In: 14º Colóquio Internacional de Comunicação para o Desenvolvimento Regional (REGIOCOM), 2009.

Internet:

ACERVO JEAN MANZON. http://www.acervojeanmanzon.com.br/

DANA. http://dana.com.br/releases/documentarios-de-jean-manzon-recuperados-com-patrocinio-da-dana-ja-podem-ser-vistos-na-internet/

GONTIJO, Yale. Carta mostra preocupação de jornalista francês sobre a criação de Brasília. In: JORNAL CORREIO BRASILIENSE. Disponível no endereço: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2013/05/23/interna_diversao_arte,367511/carta-mostra-preocupacao-de-jornalista-frances-sobre-a-criacao-de-brasilia.shtml. Acesso em: 02 de março de 2017.

MAGALHÃES, Fábio. Jean Manzon, um grande sedutor. In: REVISTA BRASILEIROS. Disponível no endereço: http://brasileiros.com.br/2015/10/jean-manzon-um-grande-sedutor/. Acesso em: 26 de fevereiro de 2017.

OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA. http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/os_curtasmetragens_de_jean_manzon_e_o_golpe_de_1964/

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