LIVRO – Ilhas, Veredas e Buritis

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Sinopse

Este é um relato para a história do cinema brasileiro. Mas acima de tudo é uma narrativa que se lê com prazer e emoção, porque mostra a construção interna de uma mulher em um mundo em transformação veloz. Vai da agitação das metrópoles e da vida em sociedade ao bucolismo e paz campestre.

Eliane Lage deve figurar na galeria de grandes mulheres brasileiras, porque sua vida vai ajudar muita gente a se entender, se modificar. Quer emoção? Aqui está. Determinação? Também encontrará. Humor? Permeia o livro. O passado? Está presente. O futuro? É hoje. Os caminhos? O da verdade e sinceridade, do desprendimento e da entrega.

Em um breve depoimento, Anselmo Duarte, que contracenou com Eliane Lage em Sinhá Moça, e foi em sua época um ídolo que chegava ao estúdio em um Jaguar prateado, escreveu uma palavra que a define com perfeição – ‘Verdadeira’. É o que se depreende deste livro.

O livro traz a história de uma mulher que soube se renovar a cada ciclo. Eliane Lage sempre olhou para seu tempo com uma visão crítica, aguda, muitas vezes distanciada, percebendo valores que não eram reais, entendendo a mistificação, a representação, o supérfluo, a vaidade.

Autora

Filha de pai brasileiro e mãe britânica, a neta de franceses Eliane Lage veio ao Brasil aos seis meses. Desde jovem, começou a trabalhar com crianças carentes, principalmente na favela Dona Marta. Insatisfeita com suas limitações, foi estudar na Inglaterra, e de lá foi para a Grécia, onde prestou auxílio em um campo de concentração de crianças gregas durante a guerra civil.

De volta ao Brasil, em 1950, pensava em retomar o trabalho na favela Dona Marta, quando foi convidada por Tom Payne a fazer um teste para o filme Caiçara. Depois do teste, aceitou fazer o filme — contrariada, pois não planejava ser atriz, mas estava apaixonada por Tom Payne, com quem se casaria em 1951, teria 3 filhos e viveria por 15 anos.

Depois do sucesso de Caiçara, Tom a convenceu a filmar Ângela em Pelotas (RS). Era o início de sua breve, porém importantíssima carreira cinematográfica.

Logo veio a consagração, em Sinhá Moça (1953), que valeu prêmio da crítica a Tom Payne no Festival de Berlim e consagração internacional.

Em 1957, ela e Tom Payne fizeram um programa semanal de curta duração (seis semanas), A Vida com Eliane, na TV Tupi, experiência que considerou decepcionante, e nunca mais quis fazer televisão.

Eliane Lage morou no Rio, em São Paulo, Guarujá e Petrópolis. Atualmente (2008), Eliane vive em Pirenópolis, Goiás. Escreveu uma autobiografia, com o título de Ilhas, Veredas e Buritis, publicada em 2005 pela Editora Brasiliense.

Dados Técnicos


Título: Ilhas, Veredas e Buritis
Autor: Eliane Lage
Editora: Brasiliense
Ano da Edição: 2005
Encadernação: 352 páginas
ISBN: 8511000836

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