Mauá – O Imperador e o Rei (1998)

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Trailer

Sinopse

Esta é a fantástica história de Irineu Evangelista de Souza, o Visconde e Barão de Mauá, um dos homens mais ricos e poderosos que o Brasil já conheceu. Começou a trabalhar ainda menino. Ambicioso e empreendedor, ele foi ocupando cargos, até que aos 30 anos de idade construiu a primeira indústria brasileira.

O filme conta sua trajetória singular: sua capacidade empreendedora unida a inovadoras e liberais idéias. Invejado e perseguido pelos ingleses, que dominavam o mercado na época, Mauá passou por momentos de crise, mas soube dar a volta por cima.

Irineu Evangelista de Souza nasceu em 1813, na fazenda da família no Rio Grande do Sul, fronteira com o Uruguai. As fazendas são alvo permanente de saques e, numa dessas escaramuças, seu pai é assassinado por ladrões. Sua mãe se casa novamente e Irineu, aos 9 anos de idade, é mandado ao Rio para trabalhar no armazém de Pereira de Almeida. Começa fazendo pequenos serviços, mas aos 15 anos chega ao mais alto cargo da firma. Pereira se vê em má situação e entrega a liquidação da firma a Irineu que salva o patrimônio imobiliário do patrão. Durante a liquidação, negocia com o comerciante escocês Richard Carruthers, que fica impressionado com a esperteza do rapaz, contratando-o para trabalhar em sua própria firma. Carruthers ensina a Irineu as teorias econômicas e facilita contatos na política e na economia. Ao voltar para a Inglaterra, Irineu fica maravilhado com as fábricas de Liverpool. Volta ao Brasil, liquida a empresa comercial e constrói a primeira indústria brasileira, uma fundição em Ponta de Areia. Aos 30 anos, Irineu é a maior fortuna do Império brasileiro, e se casa com a própria sobrinha, May, filha de sua única irmã. Inicia-se a escalada. Funda o Banco do Brasil. Monta a primeira estrada de ferro brasileira e a iluminação a gás do Rio, que lhe renderam o título de Barão de Mauá, a despeito do antagonismo que D. Pedro II lhe dedica. Seu poder começa a incomodar: o Imperador lhe toma o Banco do Brasil por meio de leis casuísticas. Através de associações com os ingleses, Mauá prospera a ponto de ser considerado o homem mais rico do mundo.

Estrelado por Paulo Betti, Malu Mader, Othon Bastos, Antonio Pitanga e Rodrigo Penna (no papel de Dom Pedro II), Mauá – O Imperador e o Rei é um filme obrigatório.

Elenco

Paulo Betti …. Mauá
Malu Mader …. May
Othon Bastos …. Visconde de Feitosa
Michael Byrne …. Carruthers
Antonio Pitanga …. Valentim
Rodrigo Penna …. D. Pedro II
Roberto Bomtempo …. Visconde do Rio Branco
Neves, Jorge (Mauá jovem)
Durden, Richard (Barão de Rothschild)
Grossi, Murilo (Ricardo)
Morkos, Thomas (Mauá criança)
Mendonça, Elias (Pereira)
Castro, Cláudio Corrêa e (Visconde do Uruguai)
Luisi, Edwin (Aurélio)
Fróes, Rogério (Marquês do Paraná)
Gregório, Carlos (Conde Bonifácio)
Ary, Hélio (Liquidante do Banco do Brasil)
Magalhães, Alberto (Perna-de-pau)
Martins, Almir
Joffily, Assis (Maçon)
Caroline, Carmen (Filha de Queiroz)
Demarqui, Charles
Expedito, Chico (Traficante de escravos)
Herman, David (Engenheiro inglês)
José, Fernando (Militar)
Bruno, Flavio (Gerente do Banco Uruguai)
Alves, Maria (Matilde)
Miranda, Gilberto
Curvello, Juliana
Bosschart, Marcelo
Torreão, Marcelo
Escorel, Marcelo
Alves, Maria
Macias, Martin
Lunardi, Miguel (Advogado de Mauá)
Brazil, Morenno
Souto, Paulo Henrique
Reis, Paulo (Médico)
Vetiner, Paulo
Ponzi, Rafael (Perito)
Frota, Roberto
Zoroastro, Sergio
Portinho, Thais (Mãe de May)
Papua, Vera (Mulher de Valentim)
Onofre, Waldir (Feitor)
Araujo, Zeca

Participação especial:
Carvana, Hugo (Queiroz)
Abreu, José de (Juiz)
Moraes, Ernani (Batista)
Weinberg, Denise …. Mulher de Queiroz

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Mauá – O Imperador e o Rei (1998) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Sérgio Rezende
Roteiro: Halm, Paulo, Sérgio Rezende e Joaquim Vaz de Carvalho
Produção: Joaquim Vaz de Carvalho
Direção de produção: Chamma, Laís; Lustosa, Vitor; Marsh, Gina
Produção executiva: Silva, Ricardo Pinto e; Carvalho, Ricardo Vaz de; Mader, Roberto
Assistência de produção: Gentil, Renata; Neves, Riba; Navarro, Lara; Coelho, Vera Marina; Silveira, Mauricio; Rondon, Alice
Assistência de direção: Amado, Cecilia; Dias, Dayse Amaral
Direção de fotografia: Antônio Luiz Mendes
Assistência de câmera: Conceição, Cristiano e Juarez Pavelak
Fotografia de cena: Bungarten, Vera; Leme, Tina
Operador: Hamilton de Oliveira Jr.
Trucagens: Ronald Palatnik | Movedoll
Operador de VT: João Gabriel Laranjeira
Chefe eletricista: Paulão
Eletricista: Rueda, Diego; Xerem, Helio; Marcelinho; Athaide; Xerem, Luizinho; Dininho; Rodrigo
Maquinista: Julio da Hora e Harley
Som direto: Silvio Da-Rin
Mixagem: José Luiz Sasso
Ruídos de sala: Walter Goulart
Operador de microfone: Capeller, Ivan; Lima, Leandro; Alves, Alberto; Moreira, Pedro
Montagem: Rathéry, Isabelle
Assistente de montagem: Perrone, Lucia; Schwartz, Renato
Assistência de edição: JLS
Figurinos: Kika Lopes
Cenografia: Salles, José Joaquim; Junqueira, Bia; Mourthé, Henrique; Pye, Tom
Letreiros: Afflalo, Bitiz; Afflalo, Glória
Assistencia de cenografia: Ferreira, Ricardo; Costa, Luiz; Costa, Ronaldo; Stockler, Heloisa; Silveira, Fábio
Contra-regra/acessórios de cenografia: Tavares, Wagner; Cerqueira, Delanyr; Chaves, Sergio
Montagem de cenário: Marmello, Roberto; Cristófaro; Athos, Adílio; Borges, Maurício
Cabelereiro: Langham, Marese; Mattos, Mercedes de; Evangelista, Mara; Fairbanks, Beth
Maquiagem: KIng, Alex; Mendonça, Uirandê; Moraes, Lu de
Produção de figurinos: Anet, Ana
Assistência de figurino: Nascimento, Rosânegal; Rodrigues, Tatiana; Pailhous, Hélène
Trilha musical: Bastos, Cristovão
Produção musical: Nogueira, Zé
Contabilidade: Salgado, Carlos
Empresa de figuração: No Mundo do Cinema
Companhias Produtoras: Riofilme | Buena Vista International
Companhia Distribuidora: Riofilme
Financimento/patrocínio: Eletrobrás; Furnas; Ipiranga

Dados adicionais de música
Regente Maestro: Bastos, Cristóvão

Orquestração: Bastos, Cristóvão

Instrumentista: Geller, Aizik M.; Pareschi, Antonela Lima; Bessler, Bernardo; Hack, Carlos Eduardo; Souza, Carmelita Reis de; Pareschi, Giancarlo (spalla); Pilger, Hugo Vargas; Almeida, João Daltro de; Silva, José Alves da; Bessler, Michel; Perrota, Paschoal; Silva, Ricardo Amado da e Hack, Walter – violinos;

Instrumentista: Stephany, Frederick; Silva, Jairo Diniz; Passaroto, Jesuína; Bessler, Marie Christine – violas;

Instrumentista: Reis, Alceu de Almeida; Ranevsky, Jorge Kunder; Malard, Marcio Eymard; Salles, Marcelo Isdebski – cellos;

Instrumentista: Bastos, Cristóvão – piano, teclado, acordeon; Lyra, João – violão e cavaquinho; Moreira, Jurim – bateria e percussão; Trompete, Paulinho – flughelhorn; Pontes, Ricardo – flauta; Nogueira, Zé – sax soprano

Locações: Arroio Grande – RS; Vassouras – RJ; Magé – RJ; Petropólis – RJ; Liverpool – GB; Centro Histórico, Rio de Janeiro – RJ; Museu do Primeiro Reinado, Casa da Marquesa de Santos, Rio de Janeiro – RJ; Consulado de Portugal, Rio de Janeiro – RJ; Museu da Justiça, Rio de Janeiro – RJ; Castelinho do Humaitá, Rio de Janeiro – RJ; Arroio Grande – RS

Bibliografia

Fontes de Referência

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
FestRio/1999, p. 33
Press-sheet
Riofilme/site

Livros:

CALDEIRA, Jorge. Mauá: Empresário do Império. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

Internet:
CINEMATECA BRASILEIRA. Disponível no endereço: http://www.cinemateca.org.br/
JLS/site, acessado em 22.06.2007

Observações:
Roberto Mader e Gina Marsh realizaram a produção na Inglaterra, enquanto que Tom Pye realizou no mesmo país a cenografia.
Lucia Perrone: assistente de montagem em moviola e Renato Schwartz: assistente de montagem em avid.
Na observação de outros letreiros do filme há algumas diferenças como: letreiros iniciais: “Eletrobrás, Furnas, Ipiranga….” Letreiros finais: …”Dolby Digital….”

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