Nicette Bruno

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Biografia

FOTO Nicette BrunoNicete Xavier Miessa, mais conhecida como Nicette Bruno, é uma atriz brasileira e empresária teatral brasileira nascida em Niterói no dia 07 de janeiro de 1933. Entre as homenagens que coleciona, está Prêmio Molière de melhor atriz na peça O Efeito dos Raios Gama Sobre as Margaridas do Campo (1974), de Paul Zindel. Foi duas vezes premiada com o troféu APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), como melhor atriz nas novelas Éramos Seis (1978) e Como Salvar Meu Casamento (1980).

Filha de Sinésio Campos Xavier e da atriz Eleonor Bruno, Nicette começou a carreira artística em influência da própria família, em que praticamente todos os parentes se dedicaram à arte. A carreira iniciou quando Nicette tinha apenas 4 anos, declamando e cantando no programa infantil do Alberto Manes, na Rádio Guanabara. Aos 6 anos, começou a estudar piano, no Conservatório Nacional, e a se apresentar como pianista, no mesmo programa. Em 1945, atuou como Julieta na peça Romeu e Julieta, de William Shakespeare. Sua estreia oficial aconteceu em 1947, na peça A Filha de Iório, de Gabriel D’Annunzio. Sua atuação lhe valeu a medalha de ouro de Atriz Revelação pela ABCT (Associação Brasileira de Críticos Teatrais).

Aos 17 anos, ela fundou, em São Paulo, o Teatro de Alumínio, na Praça das Bandeiras, edifício sede do Teatro Íntimo Nicette Bruno (TINB), companhia criada anos mais tarde. Durante as décadas de 1950 e 1960, ela integrou praticamente todas as principais companhias de teatro do país, recebendo vários prêmios de Melhor Atriz.

Em 1952, Nicette conheceu o ator Paulo Goulart, durante a peça Senhorita Minha Mãe, de Louis Verneuil, com quem se casa em 1954 no palco do teatro e tiveram três filhos: Beth Goulart, Bárbara Bruno e Paulo Goulart Filho, sete netos e dois bisnetos. Junto com o marido, a atriz conheceu o kardecismo há mais de quatro décadas, em virtude da morte de um parente seu. A religião, que eles transmitiram aos três filhos, os ajudou a superar a perda.

Na televisão, começou nos anos 1960 nas extinta emissoras TV Excelsior e Tupi, atuando em novelas de sucesso na época como A Muralha, O Meu Pé de Laranja Lima, Rosa-dos-Ventos, Papai Coração, Éramos Seis e Como Salvar Meu Casamento. Depois, ao transferir-se para a Rede Globo encarnou ainda personagens célebres em novelas como Sétimo Sentido, Louco Amor, Selva de Pedra, Bebê a Bordo, Rainha da Sucata, Mulheres de Areia, entre outros sucessos.

Ainda no início da década de 1960, Nicette e seu marido, a convite de Cláudio Corrêa e Castro, moraram em Curitiba, trabalhando no Teatro Guaíra, lecionando artes cênicas para o projeto Curso Permanente de Teatro e fazendo parte do Teatro de Comédia do Paraná.

Em 2001, após ter se afastado por um bom tempo da televisão, encarnou Dona Benta durante 4 anos na segunda versão para a TV do Sítio do Pica-Pau Amarelo, ganhando grande notoriedade com este papel. Em 2005, volta às telenovelas interpretando Ofélia em Alma Gêmea. Em 2006, faz uma breve porém significativa participação especial no primeiro capítulo de O Profeta como Tia Cleide. Em 2007, é a vez da humilde e bondosa Dona Juju em Sete Pecados.

Em 2010, dá vida à dedicada Júlia Spina em Ti Ti Ti. No ano seguinte, interpreta Iná, em A Vida da Gente. Em 2012, interpreta a matriarca Dona Leonor em Salve Jorge. Em 2013, Nicette trabalhou na novela Joia Rara, interpretanto a personagem Santinha.

Em 2014, a atriz estreou a peça Perdas e Ganhos. O monólogo da escritora Lya Luft, com direção da filha da atriz, Beth Goulart, é uma homenagem ao marido, o ator Paulo Goulart.

Filmografia

2015 :: Doidas e Santas
1999 :: Zoando na TV
1971 :: A Marcha

Bibliografia

Livros:

GUERINI, Elaine. Nicette Bruno e Paulo Goulart: tudo em família. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004.

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