O Testamento do Senhor Napumoceno (1996)

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Produção de Cabo Verde, Brasil e Portugal, com roteiro de Mário Prata e direção de Francisco Manso, O Testamento do Senhor Napumoceno é uma a adaptação da obra do romancista caboverdiano Germano Almeida.

O filme acompanha a trajetória do senhor Napomuceno, um dos homens mais ricos do arquipélago de Cabo Verde. Ali, ele fez sua fortuna e sua vida.

Quando ele morre, sua almejada fortuna tem um único e inesperado destino: a mestiça Graça, de 25 anos, filha de Napomuceno com uma mulher negra. Essa decisão acaba revelando segredos para seu sobrinho, que pensava ser o único herdeiro do tio.

Ele deixa para a filha não apenas a fortuna mas também várias fitas gravadas, nas quais conta toda a sua vida, desde a chegada a Cabo Verde, em 1928, com apenas 15 anos, até seu sucesso como comerciante.

Aos poucos, vai descobrindo a verdadeira personalidade do pai: um homem ambicioso, inteligente, astuto, oportunista mas sensível e apaixonado. Ao longo dos relatos, Graça se sente cada vez mais ligada a este homem, descobrindo que ela e sua mãe foram as duas únicas paixões na vida dele.

O grande trunfo do filme reside no ótimo elenco de atores, que inclui Nelson Xavier como o personagem título, em uma interpretação comovente, além de Chico Diaz, Milton Gonçalves e Maria Ceiça.

Assim, o filme acompanha a trajetória do senhor Napumoceno (Xavier), um dos homens mais ricos do arquipélago de Cabo Verde. Como um urubu à espera da carniça, seu sobrinho (Chico Diaz) não vê a hora do tio abastado deixar este mundo para encher os bolsos com sua fortuna. Quando finalmente o Senhor Napumoceno morre, seu testamento revela que a única beneficiária da fortuna é Graça (Maria Ceiça), fruto de um caso com uma mulher negra (Zezé Motta).

Ele deixa para a filha não só o dinheiro, mas uma série de fitas onde conta toda sua vida, da chegada a Cabo Verde em 1928, com 15 anos, até seu sucesso como comerciante. As fitas revelam um homem ambicioso e oportunista, mas também sensível e apaixonado, aproximando Graça do pai que ela não conheceu.

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