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  • <p style="text-align: justify;">Histórias familiares do carioca, de Niterói, que, em 2017, faria 100 anos. Viagens e aventuras do jornalista que foi para a guerra, conviveu com os Índios e narrou a luta dos povos pela liberdade. A fama, os amores, o sofrimento e as decepções do escritor que lançou Quarup, uma das obras mais importantes da literatura brasileira. Todos esses são o mesmo Antônio Callado, um brasileiro que acreditou no mito de um país menos desigual e fez da sua obra uma chance de se conhecer melhor esse país.</p>

    Callado (Em Produção)

    Histórias familiares do carioca, de Niterói, que, em 2017, faria 100 anos. Viagens e aventuras do jornalista que foi para a guerra, conviveu com os Índios e narrou a luta dos povos pela liberdade. A fama, os amores, o sofrimento e as decepções do escritor que lançou Quarup, uma das obras mais importantes da literatura brasileira. Todos esses são o mesmo Antônio Callado, um brasileiro que acreditou no mito de um país menos desigual e fez da sua obra uma chance de se conhecer melhor esse país.

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  • <p style="text-align: justify;">O documentário resgata a trajetória da tendência estudantil <em>Liberdade e Luta (Libelu)</em>, que militou contra a ditadura militar brasileira a partir de 1974. Trotskistas, simpáticos ao rock, às drogas e à liberdade sexual, os libelus representaram um choque de comportamento na esquerda tradicional. De suas fileiras saíram vozes de todo o espectro político, da esquerda à direita, inclusive figuras que comandariam o país. Quarenta anos depois, onde estão e o que pensam aqueles que viveram a clandestinidade por um ideal e chegaram a ser vistos por seus pares como a vanguarda do movimento estudantil na luta contra a repressão?</p>

    Libelu (Em Produção)

    O documentário resgata a trajetória da tendência estudantil Liberdade e Luta (Libelu), que militou contra a ditadura militar brasileira a partir de 1974. Trotskistas, simpáticos ao rock, às drogas e à liberdade sexual, os libelus representaram um choque de comportamento na esquerda tradicional. De suas fileiras saíram vozes de todo o espectro político, da esquerda à direita, inclusive figuras que comandariam o país. Quarenta anos depois, onde estão e o que pensam aqueles que viveram a clandestinidade por um ideal e chegaram a ser vistos por seus pares como a vanguarda do movimento estudantil na luta contra a repressão?

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  • <p style="text-align: justify;"><strong>Candido Antonio Mendes de Almeida</strong>, em arte mais conhecido como <strong>Candido Mendes</strong>, é um advogado, escritor e ensaísta brasileiro nascido no Rio de Janeiro no dia 03 de junho de 1928. Foi professor, entre outras, na <strong>Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)</strong>, Escola Brasileira de Administração Pública da <strong>Fundação Getúlio Vargas (FGV)</strong>, Faculdade de Direito Candido Mendes; Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro, Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ). É Reitor da <strong>Universidade Candido Mendes</strong> e preside o Fórum de Reitores do Rio de Janeiro, 2002. Escritor e ensaísta, tem vasta obra editada no Brasil e no exterior. É membro da Academia Brasileira de Letras.</p>

    Candido Mendes

    Candido Antonio Mendes de Almeida, em arte mais conhecido como Candido Mendes, é um advogado, escritor e ensaísta brasileiro nascido no Rio de Janeiro no dia 03 de junho de 1928. Foi professor, entre outras, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Faculdade de Direito Candido Mendes; Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro, Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ). É Reitor da Universidade Candido Mendes e preside o Fórum de Reitores do Rio de Janeiro, 2002. Escritor e ensaísta, tem vasta obra editada no Brasil e no exterior. É membro da Academia Brasileira de Letras.

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  • <p style="text-align: justify;"><strong>Lula - O início</strong> conduz o leitor numa verdadeira viagem ao passado, que ajuda a entender os caminhos seguidos por <strong>Lula</strong> nos últimos 25 anos e os descaminhos do PT após chegar ao poder. O livro recupera a infância de <strong>Lula</strong>, a migração de sua família para São Paulo, sua dificuldade de relacionamento com o pai, seu primeiro emprego, o acidente que o levou a perder um dedo no torno, sua entrada para o movimento sindical, sua prisão por causa das greves no <em>ABC paulista</em>. Mostra, ainda, o que o presidente pensava há 25 anos, quando um recém-nascido PT sonhava com o poder, mas sem ter idéia de quando e como chegaria até ele.</p>

    LIVRO – Lula: o início

    Lula - O início conduz o leitor numa verdadeira viagem ao passado, que ajuda a entender os caminhos seguidos por Lula nos últimos 25 anos e os descaminhos do PT após chegar ao poder. O livro recupera a infância de Lula, a migração de sua família para São Paulo, sua dificuldade de relacionamento com o pai, seu primeiro emprego, o acidente que o levou a perder um dedo no torno, sua entrada para o movimento sindical, sua prisão por causa das greves no ABC paulista. Mostra, ainda, o que o presidente pensava há 25 anos, quando um recém-nascido PT sonhava com o poder, mas sem ter idéia de quando e como chegaria até ele.

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  • <p style="text-align: justify;">Silencioso nas articulações políticas e estrondoso na tribuna, <strong>Tancredo Neves</strong> participou dos momentos mais impactantes da história brasileira. Foi Ministro da Justiça de <strong>Getúlio Vargas</strong> em 1954. Primeiro-ministro da experiência parlamentarista de <strong>João Goulart</strong> em 1961. Líder do governo, senador e governador de Minas Gerais. Nos 21 anos de resistência pacífica ao regime militar, costurou a derrocada da ditadura em 1985 aceitando eleger-se presidente, ainda que sob regras não democráticas. A posse, marcada para 15 de março, não aconteceu. Mais do que uma biografia, o livro de <strong>Plínio Fraga</strong> é uma grande reportagem sobre a política brasileira e os bastidores do poder entre as décadas de 1950 e 1980.</p>

    LIVRO – Tancredo Neves: o Príncipe Civil

    Silencioso nas articulações políticas e estrondoso na tribuna, Tancredo Neves participou dos momentos mais impactantes da história brasileira. Foi Ministro da Justiça de Getúlio Vargas em 1954. Primeiro-ministro da experiência parlamentarista de João Goulart em 1961. Líder do governo, senador e governador de Minas Gerais. Nos 21 anos de resistência pacífica ao regime militar, costurou a derrocada da ditadura em 1985 aceitando eleger-se presidente, ainda que sob regras não democráticas. A posse, marcada para 15 de março, não aconteceu. Mais do que uma biografia, o livro de Plínio Fraga é uma grande reportagem sobre a política brasileira e os bastidores do poder entre as décadas de 1950 e 1980.

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  • <p style="text-align: justify;">No início da década de 1940, Dona Flor, sedutora professora de culinária em Salvador é casada com Vadinho, que só quer saber de farras e jogatina nas boates da cidade. A vida de abusos e noites em claro acaba por acarretar sua morte precoce, deixando Dona Flor viúva. Logo ela se casa de novo, com o recatado e pacífico farmacêutico da cidade, Dr. Teodoro. As saudades do antigo marido que, apesar dos defeitos era um ótimo amante, acabam fazendo com que ele retorne em espírito, visto somente pela viúva. Isso a deixa em dúvida sobre o que fazer com os dois maridos que passam a dividir o seu leito.</p>

    Dona Flor e Seus Dois Maridos (2017)

    No início da década de 1940, Dona Flor, sedutora professora de culinária em Salvador é casada com Vadinho, que só quer saber de farras e jogatina nas boates da cidade. A vida de abusos e noites em claro acaba por acarretar sua morte precoce, deixando Dona Flor viúva. Logo ela se casa de novo, com o recatado e pacífico farmacêutico da cidade, Dr. Teodoro. As saudades do antigo marido que, apesar dos defeitos era um ótimo amante, acabam fazendo com que ele retorne em espírito, visto somente pela viúva. Isso a deixa em dúvida sobre o que fazer com os dois maridos que passam a dividir o seu leito.

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  • <p style="text-align: justify;">Pernambuco, década de 1930. Luzia (<strong>Nanda Costa</strong>) e Emília (<strong>Marjorie Estiano</strong>) são irmãs que vivem na pequena Taguaritinga do Norte, ao lado da tia Sofia (<strong>Cyria Coentro</strong>), que lhes ensinou o ofício de costureira. Enquanto Emília sonha em se mudar para a cidade grande, Luzia se conforma com a realidade ao mesmo tempo em que lida com as dificuldades de ter um braço atrofiado, por ter caído de uma árvore quando criança. A vida destas três mulheres muda por completo quando o cangaceiro Carcará (<strong>Júlio Machado</strong>) cruza seu caminho, obrigando-as a costurar para o bando que lidera.</p>

    Entre Irmãs (2017)

    Pernambuco, década de 1930. Luzia (Nanda Costa) e Emília (Marjorie Estiano) são irmãs que vivem na pequena Taguaritinga do Norte, ao lado da tia Sofia (Cyria Coentro), que lhes ensinou o ofício de costureira. Enquanto Emília sonha em se mudar para a cidade grande, Luzia se conforma com a realidade ao mesmo tempo em que lida com as dificuldades de ter um braço atrofiado, por ter caído de uma árvore quando criança. A vida destas três mulheres muda por completo quando o cangaceiro Carcará (Júlio Machado) cruza seu caminho, obrigando-as a costurar para o bando que lidera.

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  • <p style="text-align: justify;"><em>Decinho</em>, um tímido treinador de cavalos do <em>Jockey Club Brasileiro</em>, se apaixona por <em>Lena</em>, uma bela mulher que não sabe rir. E para conquistá-la, esse gigante – que por acaso é anão – estará disposto a tudo, inclusive a tornar-se um comediante.</p>

    Altas Expectativas (2017)

    Decinho, um tímido treinador de cavalos do Jockey Club Brasileiro, se apaixona por Lena, uma bela mulher que não sabe rir. E para conquistá-la, esse gigante – que por acaso é anão – estará disposto a tudo, inclusive a tornar-se um comediante.

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  • <strong>Olhar Imaginário</strong> é uma empresa produtora audiovisual brasileira.

    Olhar Imaginário

    Olhar Imaginário é uma empresa produtora audiovisual brasileira.

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  • <p style="text-align: justify;"><strong>Marcio Paschoal</strong> mergulha na alma de Astolfo e mostra como, com talento e superação, ele transformou sua maior criação, <strong>Rogéria</strong>, num sucesso absoluto. Nascida <strong>Astolfo Barroso Pinto</strong>, teve de enfrentar grandes desafios para se afirmar como homossexual, ícone do transformismo e, acima de tudo, artista. Movida por uma enorme paixão pela arte e pela vida, conquistou, ao longo de mais de 50 anos de carreira, seu espaço no teatro, no cinema e na televisão, consagrando-se como uma personagem irresistível, quase mítica: <strong>Rogéria</strong>, o travesti da família brasileira.</p>

    LIVRO – Rogéria: uma mulher e mais um pouco

    Marcio Paschoal mergulha na alma de Astolfo e mostra como, com talento e superação, ele transformou sua maior criação, Rogéria, num sucesso absoluto. Nascida Astolfo Barroso Pinto, teve de enfrentar grandes desafios para se afirmar como homossexual, ícone do transformismo e, acima de tudo, artista. Movida por uma enorme paixão pela arte e pela vida, conquistou, ao longo de mais de 50 anos de carreira, seu espaço no teatro, no cinema e na televisão, consagrando-se como uma personagem irresistível, quase mítica: Rogéria, o travesti da família brasileira.

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  • <p style="text-align: justify;"><strong>Astolfo Barroso Pinto</strong>, em arte mais conhecida como <strong>Rogéria</strong>, foi uma atriz, artista e ex-vedete brasileira nascida em Cantagalo, Rio de Janeiro, no dia 25 de maio de 1943. Seu nome artístico surgiu em um concurso de Carnaval onde se apresentou como <strong><em>Rogério</em></strong>. Ao final do show, a plateia a ovacionou aos gritos de <strong><em>Rogéria</em></strong>. Seu nome de batismo, então, deixou, de ser usado.</p>

    Rogéria (1943-2017)

    Astolfo Barroso Pinto, em arte mais conhecida como Rogéria, foi uma atriz, artista e ex-vedete brasileira nascida em Cantagalo, Rio de Janeiro, no dia 25 de maio de 1943. Seu nome artístico surgiu em um concurso de Carnaval onde se apresentou como Rogério. Ao final do show, a plateia a ovacionou aos gritos de Rogéria. Seu nome de batismo, então, deixou, de ser usado.

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  • <strong>Cine Jornal Brasileiro</strong> era uma produção realizado pelo <strong>Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP)</strong>.

    Cine Jornal Brasileiro

    Cine Jornal Brasileiro era uma produção realizado pelo Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP).

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