Roberto Burle Marx (1970)

Sinopse

O documentário aborda a formação do paisagista, seus principais jardins no Brasil e no estrangeiro e sua produção artística complementar (pintura, tapeçarias, jóias, etc.) O filme começa em Berlim, nos jardins botânicos de Dahlen, onde, sob o impacto das coleções de plantas tropicais reunidas em grandes estufas, o jovem Roberto Burle Marx se decidiu pelo paisagismo.

Como testemunhos de obra marcante em sua individualidade – devida, inclusive, à maciça ostentação de raízes culturais brasileiras -, foram documentados diversos jardins públicos e particulares, tais como, em diferentes locais, os das residências Odette Monteiro, Paula Machado, Moreira Salles, Somló e Olivo Gomes; no Rio, os jardins do antigo prédio do Ministério de Educação, e os do Parque do Flamengo, e, em Brasília, os do Palácio dos Arcos. De seus projetos até então executados no estrangeiro aparecem os seis pátios do prédio da UNESCO, em Paris, e o Parque del Este, em Caracas.

No Rio, o paisagista aparece mostrando seus trabalhos no atelier do Leme, fazendo compras na feira e observando o Carnaval de rua. Nos arredores da cidade, em seu sítio de Guaratiba, ele é visto percorrendo estufas e viveiros, e na varanda, pintando. Em Brasília há uma bela seqüência em que Burle Marx e Bruno Giorgi – outro ilustre artista -, caminham dialogando ao longo dos jardins do Palácio dos Arcos.

Arranjos de flores, jóias, pinturas, tapeçarias, muros de granito ou revestidos de azulejos, demonstram a unidade da obra em seu conjunto e o magistral uso contemporâneo de elementos tradicionais de nossa arte e de nossa arquitetura.

É a seu desempenho como paisagista, entretanto – imponente núcleo de uma constelação de realizações – que Roberto Burle Marx, pelo pioneirismo, originalidade, amplitude e atualíssimas implicações de sua obra, pode ser considerado como nosso talento ímpar nas artes ambientais do século XX.

Elenco

Talula Campos …. Narração

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Roberto Burle Marx (1970) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Rachel Sisson
Argumento: Rachel Sisson
Roteiro: Rachel Sisson
Produção: Renato Neumann
Produtor Associado: Giuliana Rasetti e Rachel Sisson
Diretor de Fotografia: Renato Neumann
Montagem: Renato Neumann
Laboratório: Lider Cinematográfica
Estúdio de som: Laboratório Lider

Curta Metragem/sonoro
Material original: 16mm, cor, 15 min., 170m, 24q
Local de produção: Rio de Janeiro, RJ – Brasil

Certificados: Censura Federal, boa qualidade, livre exportação
INC: Classificação especial

Bibliografia

Livros:

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Roberto Burle Marx. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/
RACHEL SISSON. Roberto Burle Marx. Disponível no endereço: http://rachelsisson.com.br/PAGINAS/FILMES/ROBERTO%20BURLE.htm. Acesso em: 12 de junho de 2018.

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