Silvio Da-Rin

Biografia

Silvio Da-Rin é um cineasta, técnico de som e professor brasileiro nascido no Rio de Janeiro (RJ) em 1949. Formou-se em Comunicação Visual pela ESDI e participou de um workshop de som para cinema na UCLA, na Califórnia, em 1981. É Mestre em Comunicação e Teoria da Cultura pela UFRJ. Cineclubista, foi um dos primeiros presidentes da Federação de Cineclubes. Trabalhou como técnico de som em mais de 150 filmes.

Seu nome está presente nos créditos de diversos filmes realizados na década de 1990, entre eles Pequeno dicionário amoroso (1997), de Sandra Werneck, Amores (1998), de Domingos Oliveira; Cruz e Souza, o poeta do Desterro (1999), de Sylvio Back; Mauá – O imperador e o rei (1999), de Sergio Rezende; Amores Possíveis (2001), de Sandra Werneck; Condenado à liberdade (2000), de Emiliano Ribeiro; Villa-Lobos, uma vida de paixão (2000), de Zelito Viana; Avassaladoras (2001), de Mara Mourão; Bellini e a esfinge (2001), de Roberto Santucci; Separações (2002), de Domingos Oliveira e O preço da paz (2003), de Paulo Morelli.

Em 1980 dirigiu o curta Fênix, e em 1984, O Príncipe do fogo, premiado em Gramado e no RioCine. Com o documentário Igreja da libertação (1985), foi premiado no Festival de Leipzig. Produziu os curtas Pena prisão (1984) e Damas da noite (1987), de Sandra Werneck.

Foi Técnico de Som do longa americano rodado no Brasil The flying virus (2002), de Jeff Hare, além dos recentes Querido estranho (2002), de Ricardo Pinto e Silva, Onde anda você (2003), de Sérgio Rezende, No meio da rua (2003), de Antonio Carlos da Fontoura; Viva voz (2004) de Paulo Morelli, Quase dois irmãos (2004), de Lúcia Murat, Achados e Perdidos (2005), de José Joffily, e Onde andará Dulce Veiga? (2008), de Guilherme de Almeida Prado.

Em 2004, sua dissertação de mestrado na Escola de Comunicação, da UFRJ, foi publicada em livro, com o título Espelho partido: tradição e transformação do documentário cinematográfico, já adotado em diversos cursos de cinema.

Dirigiu o documentário Hércules 56, sobre 15 prisioneiros políticos trocados pelo Embaixador americano num seqüestro em 1969 por grupos revolucionários.

Em 2007, Silvio Da-Rin começou carrera também como gestor público no setor audiovisual, assumindo, em substituição a Orlando Senna, o comando da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, cargo que deixou em 2010. Exerceu também o cargo de Gerente Executivo da área internacional da EBC/TV Brasil de 2010 a 2012.

Como professor, Silvio Da-Rin ministra cursos e oficinas sobre som para cinema e documentário, integrando a equipe docente desde a Pós-graduação em documentário da Fundação Getúlio Vargas (FGV) até do Instituto Brasileiro do Audiovisual (IBAV) (Escola de Cinema Darcy Ribeiro).

Filmografia

:: Filmografia como Diretor ::

2018 :: Missão 115
2012 :: Paralelo 10
2006 :: Hércules 56
1984 :: O Príncipe do fogo
1980 :: Fênix

:: Filmografia como Técnico de Som ::

2008 :: Onde andará Dulce Veiga?
2005 :: Achados e Perdidos
2004 :: Viva voz
2004 :: Quase dois irmãos
2004 :: Onde anda você?
2003 :: Garrincha – Estrela Solitária
2003 :: No meio da rua
2002 :: The flying virus
2002 :: Querido estranho
2001 :: Amores Possíveis
1998 :: Mauá – O Imperador e o Rei
1990 :: Até a última gota

Publicações

DA-RIN, Silvio. Hércules 56. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.
______. Espelho partido: tradição e transformação do documentário cinematográfico. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2004.

Bibliografia

Livros:

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Silvio Da-Rin. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/silvio-da-rin/

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