Sílvio Tendler

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Biografia

Silvio Tendler é um cineasta, roteirista, professor universitário e produtor de cinema brasileiro nascido no Rio de Janeiro (RJ) no dia 12 de março de 1950. Possui graduação em História pela Universidade de Paris VII (1975), especialização em Cinema Documental Aplicado às Ciências Sociais pelo Musée Guimet – Sorbonne (1973); e mestrado em Cinema e História pela École des Hautes-Études – Sorbonne (1976).

Foi Membro Fundador do Comitê de Cineastas da América Latina e da Fundação Novo Cine Latino-Americano. Foi presidente, em 1968, da Federação de Cineclubes do Rio de Janeiro. Desde 1979, é professor do Departamento de Comunicação Social da PUC-RJ.

Com vasta experiência em documentar nossa história e nossos personagens, Sílvio Tendler já realizou cerca de 40 filmes entre curtas, médias e longas-metragens. É conhecido como o cineasta dos sonhos interrompidos. Iniciou sua trajetória no cinema através do Movimento Cineclubista, em meados dos anos sessenta. No tempo em que os jovens sonhavam em ser cineastas, e não havia escolas de cinema no Rio de Janeiro, o cineclubismo torna-se um meio fundamental na formação de uma geração e um importante ponto de convergência de debates, sobretudo, em uma conjuntura marcada pela crescente politização dos movimentos artístico-culturais.

No emblemático ano de 1968, Silvio Tendler assume a Presidência da Federação de Cineclubes do Rio de Janeiro. No mesmo ano, atua como Assistente de Direção de Paulo Alberto de Barros – posteriormente conhecido como Artur da Távora – no curta-metragem Fantasia para ator e TV, produzido por Zelito Vianna (Mapa Filmes) e realiza seu primeiro filme, sobre a Revolta da Chibata, após conhecer o marinheiro João Cândido por intermédio de Ricardo Cravo Albim, então diretor do Museu de Imagem e Som, e de Adalberto do Nascimento Cândido, o Candinho.

O início dos anos de chumbo, no entanto, levaram o responsável pela guarda dos negativos originais de seu filme a queimá-los, restando, apenas suas memórias daquele encontro e uma fotografia do Almirante Negro, que guarda consigo até os dias de hoje.

Em 1969, inicia o curso de Direito na Pontifícia Universidade Católica, no Rio de Janeiro. Durante uma de suas aulas de Introdução à Ciência do Direito lê uma nota no jornal sobre a prisão dos advogados de presos políticos e decide abandonar a faculdade para dedicar-se ao cinema.

Em outubro do mesmo ano, um de seus companheiros da Federação de Cineclubes, Elmar Soares de Oliveira, sequestra um avião comercial brasileiro levando-o para Havana, em Cuba. Diante da situação política gerada pelo episódio, Silvio torna-se réu de um Inquérito Policial Militar e, com a ajuda do Coronel Aviador Afrânio Aguiar, consegue se desvincular das acusações, permanecendo, ainda, no Brasil cerca de um ano até a decisão de deixar o país.

Em 10 de novembro de 1970, seis dias após a posse de Salvador Allende, Silvio Tendler chega ao Chile. Nos dois anos seguintes, dedica-se integralmente ao cinema: atua como cinegrafista, participa da Chilefilms, da Editora Nacional Quimantú e de diversas atividades culturais, além de realizar um filme sobre a política governamental chilena intitulado La Cultura Popular Vá! cuja epígrafe, de autoria de Régis Debray, anunciava o tom da obra: “Hay que arrebatarse de la burguesia el privilégio de la belleza”!

Em 1972 viaja para a França para dar continuidade a seus estudos em cinema, onde, também desenvolve trabalhos com o grupo Société pour le lancement des oeuvres nouvelles (SLON), posteriormente denominado Image, Son, Kinescope et Réalisations Audiovisuelles (ISKRA), ligado à Chris Marker.

Em Paris, conhece Jean Rouch, por intermédio de Pierre Kast, que lhe incentiva a cursar a Especialização em Cinema Documental aplicado às Ciências Sociais, no Musée Guimet, finalizada em 1973.

No mesmo ano, Silvio retorna ao Chile de férias, pouco tempo antes do Golpe de Estado que colocaria fim ao regime democrático do país. De volta à França, ainda em 1973, integra o Coletivo formado por Chris Marker, Armand Mattelart e Jacqueline Meppiel – com o apoio de Valérie Mayoux, François Perier, Jean-Michel Folon, Jean-Claude Bloy e Pierre Flemónt – para a realização do filme “La Spirale”, produzido pela Reganne Films, de Jacques Perrin, sobre os eventos que ocorreram no Chile, da eleição de Salvador Allende, até sua violenta derrubada três anos depois.

Em 1975, forma-se em História, pela Université de Paris VII. Na mesma época, frequenta o seminário “L’ Histoire pour quoi faire”, organizado pelo Departamento de História daquela Universidade, com a presença de intelectuais como Jean Chesneaux e Pierre Vidal-Naquet, e participa da primeira turma do Curso de Cinema e História orientada por Marc Ferro.

Em 1976, finaliza seu Mestrado em Cinema e História pela École des Hautes-Études/Paris VII – Sorbonne, desenvolvendo uma ampla pesquisa sobre Joris Ivens, a partir da análise de seus arquivos pessoais.

No mesmo ano retorna ao Brasil e dá início à realização de seu primeiro longa-metragem, “Os anos JK – Uma trajetória política”, com a produção da Terra Filmes, do produtor Hélio Ferraz.

Em 1977, ministra o curso pioneiro de Cinema e História na Pontifícia Universidade Católica, do Rio de Janeiro. Dois anos mais tarde, em 1979, passa a integrar o corpo docente do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio, onde leciona até os dias de hoje.

Em 1980, lança o filme Os anos JK – Uma trajetória política.

Em 1981, é convidado por Paulo Aragão Neto para dirigir o filme O Mundo Mágico dos Trapalhões, realizado pela Renato Aragão Produções.

No mesmo ano de 1981, criou a Caliban Produções Cinematográficas, direcionada para biografias históricas de cunho social, onde permanece como diretor e roteirista. Inicia o desenvolvimento do longa-metragem Jango, sobre a carreira política de João Belchior Marques Goulart, presidente deposto pelos militares em 1º de abril de 1964. Não encontrando parceiros que aceitassem tal empreitada em plena Ditadura Militar, Silvio Tendler cria a Caliban Produções Cinematográficas, empresa especializada na produção de biografias históricas de cunho social e lança “Jango”, em 1984. No mesmo ano recebe a Medalha Pedro Ernesto, do Município do Rio de Janeiro.

Em 1986, contribuiu para a Fundação do Novo Cinema Latino-americano, Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano e do Comitê de Cineastas da América Latina. No mesmo ano realiza “Rondônia: Viagem à terra prometida”, vídeo exibido pela TV Manchete dentro da série “Os Caminhos da Sobrevivência” e o “Programa Nacional do Partido Comunista Brasileiro”.

Em 1987 produz “Memória do Aço”, documentário sobre a formação da indústria siderúrgica no Brasil e o “Programa do Partido Socialista Brasileiro”.

Em 1988, Silvio Tendler foi Diretor de Arte e Cultura da Fundação Rio (RIO ARTE), e realiza três obras: Aprender, Ensinar e Transformar, vídeo produzido para a Fundação Educar; Caçadores da Alma e Chega de Saudades.

Em 1992 produz uma série de cinco vídeos para a Mostra Saudades do Brasil – “A Era JK”, e dois vídeos institucionais, “50 Anos da Vale do Rio Doce” e “Nossas crenças”, para a Vale do Rio Doce.

Em 1993, dirigiu o Centro Cultural Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo), instituição vinculada à Secretaria Municipal de Cultura e à Prefeitura da Cidade do Rio.

Em 1994, foi presidente da Associação Brasileira de Cineastas. Silvio Tendler dirigiu a TV Brasília, do Grupo Correio Brasiliense, e o seriado “Anos Rebeldes” na TV Globo. No mesmo ano de 1994, realiza o filme Josué de Castro – Cidadão do Mundo, produzido pela Bárbaras Produções, de Adolfo Lachtermacher.

De 1995 a 1996, foi Secretário de Cultura e Esporte do governo Cristóvão Buarque, no Distrito Federal.

Em 1996 realiza o filme Conceição das Crioulas: Vestígios de Quilombo, rodado em Conceição das Crioulas, Distrito de Salgueiro, em Pernambuco, dentro do ciclo de comemoração dos 300 anos de Zumbi e produzido para a TV de Pernambuco.

Em 1997, assumiu a Coordenação de Audiovisual para o Brasil e o Mercosul da UNESCO, organismo vinculado às Nações Unidas voltado para a Educação e Cultura, onde permaneceu como consultor nesta área até o ano de 2000.

Lança o filme Antonieta, produzido para o Canal Plus (França) e Envira, vídeo Documental sobre o Programa de Alfabetização realizado pela Comunidade Solidária do Governo Federal e adotado pela UNESCO, na cidade de Envira, no estado do Amazonas.

Em 1998 realiza o filme “Castro Alves – Retrato falado do poeta” e “Cidade Cidadã”, institucional produzido para a Prefeitura do Rio de Janeiro.

Em 2000, produz Rio Republicano e Dr. Getúlio para o Museu da República, além de Bósnia, uma série de quatro filmes realizados para uma peça de Luis Fernando Lobo.

Em 2001, realiza os filmes Marighella, Retrato falado do guerrilheiro, Milton Santos, pensador do Brasil e Entrevista completa de Milton Santos, para o Sindicato dos Professores.

Em 2002, produz o institucional “Abrindo Espaços”, para a UNESCO; “Pílulas Históricas”, para o Museu da República e JK – O menino que sonhou um país, para a Fundação Banco do Brasil.

Em 2003, recebeu a Medalha JK – Centenário JK, do Ministério da Cultura. No mesmo ano foi homenageado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro com inauguração da Sala de Cinema Silvio Tendler em São João de Meriti. Produz o longa e o média-metragem Glauber – O Filme, Labirinto do Brasil; o institucional “Oswaldo Cruz – O médico do Brasil”, para a Fiocruz; Fragmentos do Exílio, para a Jornada da Bahia – 30 Anos do Golpe no Chile; e Paulo Carneiro: Espelho e Memória e Memória, Paz e Inclusão Digital, para a UNESCO.

Em 2004, foi homenageado pelo Governo de Minas Gerais pela participação na campanha pelas Diretas Já e pelos 13 anos de luta do Jornal Inverta. Realiza o filme Milton Santos – Por uma outra Globalização e os institucionais “Correndo atrás dos sonhos”, para o SESC; “As Redes que a Unesco Tece”, para a UNESCO; “O olhar de Castro Maya”, para o Museu Castro Maya e “Institucional IRB”, para o Instituto de Resseguros do Brasil.

Em 2005, Silvio Tendler realizou o filme Memória e História em Utopia e Barbárie. Recebeu o Prêmio Golfinho de Ouro pelo conjunto da obra, concedido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro e o Prêmio Salvador Allende no Festival de Trieste, na Itália, pelo conjunto da obra.

Em 2006 lança o filme “Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá” e, em 2007, o institucional “Memória do Movimento Estudantil”, para a União Nacional dos Estudantes.

Em 2008, foi condecorado com a Medalha Tiradentes concedida pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, por relevantes serviços prestados à causa pública do Estado. No mesmo ano, foi homenageado no X Festival de Cinema Brasileiro em Paris, com uma retrospectiva de seus filmes.

Em 2009, foi homenageado no VIII Festival Santa Maria Vídeo e Cinema e recebe o Diploma de Honra ao Mérito da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Lança os filmes Utopia e Barbárie, Preto no Branco, a censura antes da imprensa, para a TV Brasil e a série A Era das Utopias.

Em 2010, produz a videoinstalação “Há muitas noites na noite – Poema Sujo Ferreira Gullar” no Oi Futuro Ipanema e o curta-metragem Carta a Zelito Vianna – Ao mestre com carinho para a Jornada de Salvador em parceria com a Mapa Filmes.

Em 2011, recebeu o Notório Saber, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. No mesmo ano foi homenageado com uma Mostra de Cinema O Documentário Segundo Silvio Tendler realizada pela IBRACINE – Ibero Brasil Cine Festival. Realiza os filmes Tancredo, A Travessia, O Veneno está na mesa, Matzeiva, Juliano e Giap, Memórias Centenárias de Resistência.

Em 2012, recebeu o Prêmio Parceiros da Paz e da Sustentabilidade 2012 – 2016 concedido pela Agência Brasil Sustentável e foi homenageado no Festival do Audiovisual Luso Afro Brasileiro, FestFilmes. Realiza a série “Caçadores da Alma II”.

Em 2013, foi homenageado pelo Talento em traduzir a identidade brasileira, pela COPPE-UFRJ e no Festival Internacional de Biografias. Recebeu o Título de Cidadão de Niterói, concedido pela Câmara Municipal de Niterói. No mesmo ano recebeu a Medalha Chico Mendes de Resistência, concedida pela Associação Brasileira de Imprensa. Realiza os filmes Sujeito Oculto na Rota do Grande Sertão e O Brasil na Terra do Misha.

Em 2014, recebeu o Troféu Fundação Memorial da América Latina, do IX Festival de Cinema Latino Americano de São Paulo. Realiza os filmes Agricultura Tamanho Família – Uma alternativa ao agronegócio, J. Carlos – O Cronista do Rio, O Veneno está na Mesa II, Militares da Democracia: os militares que disseram Não, Os Advogados contra a Ditadura: Por uma questão de Justiça e Privatizações: a Distopia do Capital; além das séries Brasil Místico, Os Advogados contra a Ditadura e Militares da Democracia: As histórias dos militares que resistiram ao golpe de 64.

Em 2015, lançou os filmes Parir é natural e Haroldo Costa – O Nosso Orfeu, além da série Há muitas noites na noite.

Em dezembro, Silvio recebeu, das mãos de Victor Álvarez, filho de Santiago Álvarez, o “Prêmio Noticiário ICAIC”, por sua obra e, sobretudo, por ter dedicado sua vida inteira à Revolução Latino-americana. Por sua aproximação com os artistas e a cultura cubana, em especial com Santiago Álvarez. O prêmio, emitido pela direção da Associação Cultural Santiago Álvarez, é concedido “a todos que trabalharam na equipe de Santiago Álvarez na produção das 1.496 emissões e à pessoas cuja vida ou obra tenham se constituído em atos culturais que contribuem para a dignidade humana e/ou deixem como resultado um passo a mais para a contrução de um mundo melhor para todos”.

Neste ano, Silvio Tendler está produzindo as séries “Sonhos Interrompidos”, “Caçadores da Alma III” e “Caçadores de Brasis”; três projetos de longa-metragem, “Alma Imoral”, “Há muitas noites na noite” e “Sonhos Interrompidos”; além de três curtas-metragens, dentre eles “Castro Maya”; e o institucional “Scholas Occurrentes”.

Em 35 anos de atuação com a Caliban, e 48 anos de cinema, Silvio Tendler produziu e dirigiu mais de 70 filmes entre curtas, médias e longas-metragens em formato documental, além de 12 séries. Possui as três maiores bilheterias do documentário brasileiro (“Os anos JK – Uma trajetória política”, “O Mundo Mágico dos Trapalhões” e “Jango”) e mais de sessenta prêmios, dentre eles seis Margaridas de Prata – C.N.B.B e o Prêmio Salvador Allende no Festival de Trieste, Itália, pelo conjunto da obra.

Sua trajetória revela quase quatro décadas de pesquisas que deram origem a seu acervo particular de imagens, com mais de 80.000 (oitenta mil) títulos sobre a História do Brasil e do Mundo dos últimos 60 anos, sendo, possivelmente, o maior do gênero existente no Brasil.

Seus documentários conquistaram inúmeras premiações e fizeram de Sílvio Tendler uma referência nacional no gênero. Recebeu prêmios em festivais brasileiros como o de Brasília, Gramado, Rio, e prêmios de instituições como o troféu Margarida de Prata, da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Entrou na Seleção Oficial do Festival de Cannes com o filme Glauber, O Filme – Labirinto do Brasil e participou de diversas mostras e festivais internacionais (Europa, América Latina, Estados Unidos e Canadá) mostrando nosso cinema e nossa cultura no Brasil e no mundo.

Até hoje, três dos seus filmes lideram os primeiros lugares de bilheteria de documentário do Brasil: fez um milhão e oitocentos mil espectadores com O Mundo Mágico dos Trapalhões, um milhão com Jango e oitocentos mil com Os Anos JK.

Parte das pesquisas de seus filmes tem origem no volumoso acervo particular de imagens, com mais de dez mil títulos sobre a História do Brasil e do mundo dos últimos 50 anos.

Filmografia

:: Filmografia como Diretor ::

2017 :: Dedo na ferida
2015 :: Parir é natural
2015 :: Há Muitas Noites na Noite
2014 :: Os Militares da Democracia – os Militares que disseram Não
2014 :: Privatizações: a Distopia do Capital
2014 :: O Veneno Está Na Mesa 2
2014 :: Os Advogados contra a Ditadura: por uma questão de Justiça
2011 :: O Veneno está na mesa
2010 :: Tancredo, a Travessia
2009 :: Utopia e Barbárie
2006 :: Encontro com Milton Santos: o mundo global visto do lado de cá
2004 :: Correndo Atrás dos Sonhos
2004 :: O Olhar de Castro Maya
2002 :: Glauber, o Filme – Labirinto do Brasil
2000 :: Dr. Getúlio – Últimos Momentos
2000 :: Rio Republicano
2000 :: Marighella: retrato falado do guerrilheiro
2000 :: Bósnia
1999 :: Castro Alves – Retrato falado do Poeta
1998 :: Cidade Cidadã
1996 :: Quilombo
1994 :: Josué de Castro – Cidadão do Mundo
1988 :: Chega de saudades
1988 :: Caçadores de alma
1986 :: Rondônia – viagem à terra prometida (TV)
1984 :: Jango
1981 :: O Mundo Mágico dos Trapalhões
1980 :: Os Anos JK – uma Trajetória Política

:: Filmografia como Roteirista ::

2017 :: Dedo na ferida
2014 :: Privatizações: a Distopia do Capital
2014 :: Os Advogados contra a Ditadura: por uma questão de Justiça
2011 :: O Veneno está na mesa
2010 :: Tancredo, a Travessia
2006 :: Encontro com Milton Santos: o mundo global visto do lado de cá
2002 :: Glauber, o Filme – Labirinto do Brasil
2000 :: Dr. Getúlio – Últimos Momentos
2000 :: Marighella: retrato falado do guerrilheiro
1999 :: Castro Alves – Retrato falado do Poeta
1994 :: Josué de Castro – Cidadão do Mundo
1984 :: Jango
1981 :: O Mundo Mágico dos Trapalhões

:: Filmografia como Produção ::

2000 :: Dr. Getúlio – Últimos Momentos
2000 :: Marighella: retrato falado do guerrilheiro
1984 :: Jango

:: Filmografia como Operador de Câmera ::

2009 :: Utopia e Barbárie
2006 :: Encontro com Milton Santos: o mundo global visto do lado de cá

:: Filmografia como Montador ::

2002 :: Glauber, o Filme – Labirinto do Brasil

:: Filmografia como Ele Mesmo ::

2014 :: A Arte do Renascimento: uma Cinebiografia de Silvio Tendler

Bibliografia

Livros:

BROOKEY, Marcia Paterman. História e Utopia: o cinema de Silvio Tendler. Rio de Janeiro: Multifoco, 2010.

TENDLER, Silvio. Quatro baianos porretas: Castro Alves, Milton Santos, Glauber Rocha e Carlos Marighella. Rio de Janeiro: Editora Garamond/ Editora PUC-Rio, 2011.

Internet:

http://www.caliban.com.br/ – Caliban Produções – Brasil

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