SLAM – Voz de Levante (2017)

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Trailer

Sinopse

Platéia, poetas, poemas próprios e jogo de cintura: essa é a formula dos Poetry Slams, campeonatos performáticos de poesia falada que vem se espalhando pelo mundo, batalhas performáticas de poesia. Nascidos nos anos 80 em Chicago, os slams tem se espalhado pelo mundo todo como espaços consagrados ao encontro, atraindo pessoas de todas as idades, profissões e classes sociais, onde a brincadeira da competição é mero pretexto pra se ouvir e falar poesia no exercício da livre expressão, estimulando a escuta, a escrita, a leitura e a autorrepresentação.

Como documentário, o filme testemunha o crescimento da cena brasileira desde 2008, inaugurada pela poeta e MC Roberta Estrela D’Alva, que nos leva em viajem às origens, nos EUA, e acompanha a campeã brasileira de 2016, Luz Ribeiro, até a Copa do Mundo de Slam em Paris, representando uma nova onda feminista e negra que tem se firmado pela virulência poética do verbo politizado.

No Brasil, os slams chegam em 2008 pelas mãos da atriz-MC e poeta Roberta Estrela D’Alva, que inaugura, junto ao seu grupo de Teatro Hip-Hop, o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, a primeira noite do gênero em São Paulo: ZAP! Zona Autônoma da Palavra. Roberta é quem conduz o filme, peregrinando até Chicago e NY, onde a origem dos slams como ferramenta de organização de comunidades fica evidente, e participando ativamente da proliferação dos poetry slams no Brasil. Em uma progressão vertiginosa, de 2008 a 2017 já são 95 comunidades em 16 estados, realizando slams regulares no país, além de um grande campeonato nacional, o SLAM BR, cujo vencedor representa o país na Copa do Mundo de Slam, em Paris. Este evento internacional, uma babel de poetas de todas as nacionalidades e línguas, pontua dois momentos do filme: o começo, em 2011, quando Roberta foi a poeta brasileira na competição e chegou até a final, e o fechamento, em 2017, quando ela acompanha a poeta Luz Ribeiro, representante de uma nova onda feminista e negra que tem se firmado na cena do Slam pela virulência de seu verbo politizado. Em tempos de ondas conservadoras, os slams chegaram pra ficar e são voz de levante!

As diretoras são a própria Roberta Estrela D’Alva, que é também pesquisadora da palavra falada e diretora de teatro, com incursões pelo audiviosual como co direção e roteiro do documentário Zumbi Somos Nós (comissionado pelo DocTV da TV Cutura) e da videoarte Futebol, exibida no 15º Videobrasil. E Tatiana Lohmann, diretora, fotógrafa e montadora com extenso currículo de documentários, series de TV, curtas e videoclipes, cujo longa de estréia, Solidão & Fé, participou da competitiva do Festival do Rio 2010 e ganhou o Prêmio do Júri Popular na Mostra de Cinema de Tiradentes. Seu Segundo longa, como co diretora e montadora, o documentário de natureza Todas As Manhãs do Mundo, teve sua premiére também no Festival do Rio 2016 e estreou no circuito de cinemas em 2017, fazendo 16.000 espectadores.

O filme é uma realização da Exótica Cinematográfica, em parceria com a Miração Filmes, coprodução Globo Filmes e GloboNews e apoio do Itaú Cultural. A distribuição é da Pagu Pictures em parceria com a Bretz Filmes.

SLAM – Voz de Levante traz na trilha sonora, assinada por Eugênio Lima e Roberta Estrela D’Alva, uma compilação de vozes contemporâneas com alguns dos mais relevantes nomes do funk, rap, pop e rock nacional, como MV Bill, Liniker, Ellen Oléria, MC Daleste, MC Marechal, Karina Buhr. A faixa Levante interpretada por Lurdez da Luz é assinada pelo internacionalmente renomado produtor musical Alexandre Basa. A trilha conta ainda com a participação especial da artista de spoken word norte americana Jessica Care Moore.

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de SLAM – Voz de Levante (2017) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva
Roteiro: Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva
Produção Executiva: Tatiana Lohmann, Marina Puech Leão e Roberta Estrela D’Alva
Produção: Marisa Reis
Consultoria de Roteiro: Miguel Machalski
Direção de Fotografia: Sergio Roizenblit, Tatiana Lohmann e Humberto Bassanelli
Montagem: Tatiana Lohmann
Som Direto: Bruno Lohmann Soares
Trilha Sonora: Eugênio Lima e Roberta Estrela D’Alva
Edição e Mixagem de Som: Pedro Noizyman
Arte Gráfica: Tide Gugliano, Murilo Thaveira e Sato do Brasil
Produção de Finalização: Beto Bassi
Produção: Miração Filmes
Coprodução: Globo Filmes | GloboNews
Distribuição: Pagu Pictures | Bretz Filmes

Bibliografia

Livros:

Internet:

FESTIVAL DO RIO. SLAM – Voz de Levante. Disponível no endereço: http://www.festivaldorio.com.br/br/filmes/slam-voz-de-levante
GLOBO FILMES. SLAM – Voz de Levante. Disponível no endereço: http://globofilmes.globo.com/filme/slam-voz-de-levante/
HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. SLAM – Voz de Levante. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/slam-voz-de-levante/

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