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  • <p style="text-align: justify;">​Em um dia de domingo, os atores <strong>Maria Ribeiro, Fernanda Torres, Wagner Moura, Carolina Dieckmann, Sophie Charlotte, Mateus Solano, Alexandre Nero</strong> e <strong>Du Moscovis</strong> almoçam na casa de um deles. O evento dá início a uma discussão espantosamente sincera sobre a arte de representar, a profissão e, sobretudo, às dúvidas sobre o amor e a vida.</p>

    Os 8 Magnificos (2017)

    ​Em um dia de domingo, os atores Maria Ribeiro, Fernanda Torres, Wagner Moura, Carolina Dieckmann, Sophie Charlotte, Mateus Solano, Alexandre Nero e Du Moscovis almoçam na casa de um deles. O evento dá início a uma discussão espantosamente sincera sobre a arte de representar, a profissão e, sobretudo, às dúvidas sobre o amor e a vida.

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  • <p style="text-align: justify;">​Dois índios nômades do <em>Povo Piripkura</em> so­brevivem cerca­­dos por fazendas e madeirei­ros numa área ainda protegida no meio da <em>Floresta Amazônica</em>. <strong>Jair Candor</strong>, servidor da <em>FUNAI</em>, acompanha os dois índios desde 1989. Ele realiza expedições periódicas, muitas delas acompanhado por <strong>Rita</strong>, a terceira sobrevivente <em>Piripkura</em>, monitorando vestígios que comprovem a presença deles na floresta, a fim de impedir a invasão da área. <strong>Packyî</strong> e <strong>Tamandua</strong> vivem com um facão, um machado cego e uma tocha. Este filme aborda as consequências de uma tragédia e revela força, resiliência e autonomia.​</p>

    Piripkura (2017)

    ​Dois índios nômades do Povo Piripkura so­brevivem cerca­­dos por fazendas e madeirei­ros numa área ainda protegida no meio da Floresta Amazônica. Jair Candor, servidor da FUNAI, acompanha os dois índios desde 1989. Ele realiza expedições periódicas, muitas delas acompanhado por Rita, a terceira sobrevivente Piripkura, monitorando vestígios que comprovem a presença deles na floresta, a fim de impedir a invasão da área. Packyî e Tamandua vivem com um facão, um machado cego e uma tocha. Este filme aborda as consequências de uma tragédia e revela força, resiliência e autonomia.​

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  • <p style="text-align: justify;">Platéia, poetas, poemas próprios e jogo de cintura: essa é a formula dos <em>Poetry Slams</em>, campeonatos performáticos de poesia falada que vem se espalhando pelo mundo. O filme testemunha o crescimento da cena brasileira desde 2008, inaugurada pela poeta e <strong>MC Roberta Estrela D’Alva</strong>, que nos leva em viajem às origens, nos EUA, e acompanha a campeã brasileira de 2016, <strong>Luz Ribeiro</strong>, até a <em>Copa do Mundo de Slam</em> em Paris, representando uma nova onda feminista e negra que tem se firmado pela virulência poética do verbo politizado.</p>

    SLAM – Voz de Levante (2017)

    Platéia, poetas, poemas próprios e jogo de cintura: essa é a formula dos Poetry Slams, campeonatos performáticos de poesia falada que vem se espalhando pelo mundo. O filme testemunha o crescimento da cena brasileira desde 2008, inaugurada pela poeta e MC Roberta Estrela D’Alva, que nos leva em viajem às origens, nos EUA, e acompanha a campeã brasileira de 2016, Luz Ribeiro, até a Copa do Mundo de Slam em Paris, representando uma nova onda feminista e negra que tem se firmado pela virulência poética do verbo politizado.

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  • <p style="text-align: justify;"><strong>Torquato Neto</strong> (1944-1972) vivia apaixonadamente as rupturas. Atuando em múltiplas frentes – no cinema, na música, no jornalismo –, o poeta piauiense engajou-se ativamente na revolução que mudou os rumos da cultura brasileira nos anos 1960 e 1970. Foi um dos pensadores e letristas mais ativos da <em>Tropicália</em>, parceiro de <strong>Gilberto Gil</strong>, <strong>Caetano Veloso</strong> e <strong>Jards Macalé</strong>. Junto à arte marginal, radicalizou sua atuação e crítica cultural, ao lado de <strong>Waly Salomão</strong>, <strong>Ivan Cardoso</strong> e <strong>Hélio Oiticica</strong>. Por fim, rompeu com sua própria vida. Suicidou-se no dia de seu aniversário de 28 anos.</p>

    Torquato Neto – Todas as Horas do Fim (2017)

    Torquato Neto (1944-1972) vivia apaixonadamente as rupturas. Atuando em múltiplas frentes – no cinema, na música, no jornalismo –, o poeta piauiense engajou-se ativamente na revolução que mudou os rumos da cultura brasileira nos anos 1960 e 1970. Foi um dos pensadores e letristas mais ativos da Tropicália, parceiro de Gilberto Gil, Caetano Veloso e Jards Macalé. Junto à arte marginal, radicalizou sua atuação e crítica cultural, ao lado de Waly Salomão, Ivan Cardoso e Hélio Oiticica. Por fim, rompeu com sua própria vida. Suicidou-se no dia de seu aniversário de 28 anos.

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  • O cotidiano de quadro militantes LGBT (<strong>Paula Beatriz</strong>, <strong>Linn Santos - <em>Linn da Quebrada</em></strong>, <strong>Giu Nonato</strong> e <strong>Fernando Ribeiro</strong>) que vivem na periferia de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social de cada um, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população transsexual e suas lutas políticas.

    Meu corpo é político (2017)

    O cotidiano de quadro militantes LGBT (Paula Beatriz, Linn Santos - Linn da Quebrada, Giu Nonato e Fernando Ribeiro) que vivem na periferia de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social de cada um, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população transsexual e suas lutas políticas.

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  • <p style="text-align: justify;">​Um registro do processo de imersão e preparação do ator <strong>Irandhir Santos</strong> na construção de um personagem.</p>

    Iran (2017)

    ​Um registro do processo de imersão e preparação do ator Irandhir Santos na construção de um personagem.

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  • <p style="text-align: justify;"><strong>Laéssio Rodrigues de Oliveira</strong> é considerado pelas autoridades o maior ladrão de livros raros do Brasil. Não é uma trajetória comum a do jovem balconista de padaria, obcecado por papéis antigos, que passa a frequentar altas rodas de colecionadores de arte e, depois, os cadernos policiais. Mas a decisão de contar essa história gera dilemas para os quais nem Laéssio nem o próprio documentário estavam preparados. Ainda que por caminhos tortos, Laéssio evidencia a necessidade de o Brasil cuidar de sua própria história.</p>

    Cartas para um ladrão de livros (2017)

    Laéssio Rodrigues de Oliveira é considerado pelas autoridades o maior ladrão de livros raros do Brasil. Não é uma trajetória comum a do jovem balconista de padaria, obcecado por papéis antigos, que passa a frequentar altas rodas de colecionadores de arte e, depois, os cadernos policiais. Mas a decisão de contar essa história gera dilemas para os quais nem Laéssio nem o próprio documentário estavam preparados. Ainda que por caminhos tortos, Laéssio evidencia a necessidade de o Brasil cuidar de sua própria história.

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  • <p style="text-align: justify;">Documentário que trata do fim do estado de bem-estar social e da interrupção dos sonhos de uma vida melhor para todos em um cenário onde a lógica do capital financeiro inviabiliza qualquer alternativa de justiça social. Milhões de pessoas peregrinam em busca de melhores condições de vida, enquanto o capital só aspira à concentração da riqueza em poucas mãos. Neste cenário de tensões sociais, intelectuais lutam para transformar o mundo levantando temas como o fim dos direitos sociais, o desemprego, o mercado e o ressurgimento de movimentos extremistas.</p>

    Dedo na ferida (2017)

    Documentário que trata do fim do estado de bem-estar social e da interrupção dos sonhos de uma vida melhor para todos em um cenário onde a lógica do capital financeiro inviabiliza qualquer alternativa de justiça social. Milhões de pessoas peregrinam em busca de melhores condições de vida, enquanto o capital só aspira à concentração da riqueza em poucas mãos. Neste cenário de tensões sociais, intelectuais lutam para transformar o mundo levantando temas como o fim dos direitos sociais, o desemprego, o mercado e o ressurgimento de movimentos extremistas.

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  • <p style="text-align: justify;">A criação da Babel despeja pelo mundo homens que falam línguas diferentes: todos os rostos, corpos e vozes de <strong>Paulo José</strong>, encarnados nos personagens que o ator interpretou em sua carreira no teatro, na televisão e no cinema. Este filme é um ensaio cinematográfico sobre este que é um dos maiores artistas do Brasil, no ano em que completa 80 anos de vida.</p>

    Todos os Paulos do Mundo (2017)

    A criação da Babel despeja pelo mundo homens que falam línguas diferentes: todos os rostos, corpos e vozes de Paulo José, encarnados nos personagens que o ator interpretou em sua carreira no teatro, na televisão e no cinema. Este filme é um ensaio cinematográfico sobre este que é um dos maiores artistas do Brasil, no ano em que completa 80 anos de vida.

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  • <p style="text-align: justify;">Documentário que mergulha em um aspecto da sociedade brasileira pouco abordado com profundidade: o crescimento dos crimes de ódio no país e o que está por trás dos discursos de intolerância. No Brasil, que sempre foi reconhecido internacionalmente pela mistura de raças, ecumenismo de credos e até uma certa liberdade sexual, ironicamente, são cada vez mais noticiados delitos de racismo, xenofobia, homofobia e disputas sangrentas por causa de religião, futebol e até linchamentos. Observando os fatos, investigando de perto os crimes, conhecendo as vítimas, ouvindo os motivos alegados pelos algozes, podemos visualizar e refletir sobre um país que se confronta cada vez mais com suas contradições.</p>

    Intolerância.doc (2017)

    Documentário que mergulha em um aspecto da sociedade brasileira pouco abordado com profundidade: o crescimento dos crimes de ódio no país e o que está por trás dos discursos de intolerância. No Brasil, que sempre foi reconhecido internacionalmente pela mistura de raças, ecumenismo de credos e até uma certa liberdade sexual, ironicamente, são cada vez mais noticiados delitos de racismo, xenofobia, homofobia e disputas sangrentas por causa de religião, futebol e até linchamentos. Observando os fatos, investigando de perto os crimes, conhecendo as vítimas, ouvindo os motivos alegados pelos algozes, podemos visualizar e refletir sobre um país que se confronta cada vez mais com suas contradições.

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  • <p style="text-align: justify;">Documentário sobre <strong>Clara Nunes</strong>, cantora que sintetiza com elegância o caldeirão cultural brasileiro, mestiço, agregador e sincrético. O filme narra, apenas em primeira pessoa, através de entrevistas em diversos programas de TV e rádio, a trajetória da cantora que conquistou o Brasil e vários países do mundo. Além do minucioso trabalho de pesquisa audiovisual, o documentário traz ao público a oportunidade de ouvir as entrevistas de mídia impressa através da narração da atriz <strong>Dira Paes</strong>. Os depoimentos são entrecortados por imagens oníricas que traduzem o universo místico de Clara, suas raízes e alegria de viver tão marcantes em suas canções.</p>

    Clara Estrela (2017)

    Documentário sobre Clara Nunes, cantora que sintetiza com elegância o caldeirão cultural brasileiro, mestiço, agregador e sincrético. O filme narra, apenas em primeira pessoa, através de entrevistas em diversos programas de TV e rádio, a trajetória da cantora que conquistou o Brasil e vários países do mundo. Além do minucioso trabalho de pesquisa audiovisual, o documentário traz ao público a oportunidade de ouvir as entrevistas de mídia impressa através da narração da atriz Dira Paes. Os depoimentos são entrecortados por imagens oníricas que traduzem o universo místico de Clara, suas raízes e alegria de viver tão marcantes em suas canções.

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  • <p style="text-align: justify;">A <em>Mangueira</em> foi campeã do carnaval carioca em 2016 com um enredo em homenagem a <strong>Maria Bethânia</strong>. Este foi o ponto de partida de <strong>Fevereiros</strong>, que acompanhou a preparação da Escola – dos desenhos das primeiras alegorias aos desfiles na avenida – e percorreu uma viagem ao Recôncavo baiano acompanhando a cantora nas festas populares de sua cidade natal, Santo Amaro da Purificação. Neste percurso <em>Rio-Bahia</em>, o filme descobre o universo que inspirou o desfile e aponta conexões entre as tradições do recôncavo e o surgimento do samba carioca.</p>

    Fevereiros (2017)

    A Mangueira foi campeã do carnaval carioca em 2016 com um enredo em homenagem a Maria Bethânia. Este foi o ponto de partida de Fevereiros, que acompanhou a preparação da Escola – dos desenhos das primeiras alegorias aos desfiles na avenida – e percorreu uma viagem ao Recôncavo baiano acompanhando a cantora nas festas populares de sua cidade natal, Santo Amaro da Purificação. Neste percurso Rio-Bahia, o filme descobre o universo que inspirou o desfile e aponta conexões entre as tradições do recôncavo e o surgimento do samba carioca.

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