Documentários Biográficos Arquivo

  • <p style="text-align: justify;">Desde sua estreia com o livro <strong>Palavra</strong>, em 1963, que o colocou no primeiro plano da literatura do país, o poeta carioca <strong>Armando Freitas Filho</strong> recusa a reverência. Faz poemas como quem pesca seus achados, manuscritos em grandes cadernos em que deixa uma grande margem livre para as quase intermináveis correções. Admirador assumido de <strong>Carlos Drummond de Andrade</strong> e <strong>João Cabral de Melo Neto</strong> – <em>o Fla-Flu da poesia brasileira</em>, segundo ele -, Armando acredita que a poesia <em>é uma arte de câmara, não sinfônica</em> e que ela <em>não cura, incrementa as feridas</em>, ao mesmo tempo em que o poeta, todo dia, quer desmentir a certeza da morte.</p>

    Manter a linha da Cordilheira sem o desmaio da planície (2016)

    Desde sua estreia com o livro Palavra, em 1963, que o colocou no primeiro plano da literatura do país, o poeta carioca Armando Freitas Filho recusa a reverência. Faz poemas como quem pesca seus achados, manuscritos em grandes cadernos em que deixa uma grande margem livre para as quase intermináveis correções. Admirador assumido de Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Netoo Fla-Flu da poesia brasileira, segundo ele -, Armando acredita que a poesia é uma arte de câmara, não sinfônica e que ela não cura, incrementa as feridas, ao mesmo tempo em que o poeta, todo dia, quer desmentir a certeza da morte.

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  • <p style="text-align: justify;"><strong>Martinho da Vila</strong> tem sua vida contada e revelada em detalhes em um filme com depoimentos e histórias de <strong>Mart'nália</strong>, <strong>Dudu Nobre</strong>, <strong>Jaguar</strong>, <strong>Ferreira Gullar</strong> e muitos outros. O filme traça a vida e a carreira de um dos maiores sambistas de todos os tempos.</p>

    Martinho da Vila: Filosofia de Vida – O Pequeno Burguês (2009)

    Martinho da Vila tem sua vida contada e revelada em detalhes em um filme com depoimentos e histórias de Mart'nália, Dudu Nobre, Jaguar, Ferreira Gullar e muitos outros. O filme traça a vida e a carreira de um dos maiores sambistas de todos os tempos.

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  • <p style="text-align: justify;">História da escritora e poeta brasileira <strong>Cora Coralina</strong>.</p>

    Cora Coralina – Todas as Vidas (2017)

    História da escritora e poeta brasileira Cora Coralina.

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  • <p style="text-align: justify;">Através de entrevistas com personalidades como <strong>Armínio Fraga</strong>, <strong>Nelson Mota</strong>, <strong>Agnaldo Silva</strong> e <strong>Leda Nagle</strong>, o documentário traça a trajetória política e de vida do jornalista, escritor e político brasileiro <strong>Fernando Gabeira</strong>, conhecida principalmente por sua atuação junto ao <em>Partido Verde</em>, que ajudou a fundar no país.</p>

    Gabeira – Eu não fui preparado para a vida doméstica (2017)

    Através de entrevistas com personalidades como Armínio Fraga, Nelson Mota, Agnaldo Silva e Leda Nagle, o documentário traça a trajetória política e de vida do jornalista, escritor e político brasileiro Fernando Gabeira, conhecida principalmente por sua atuação junto ao Partido Verde, que ajudou a fundar no país.

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  • <p style="text-align: justify;"><strong>Torquato Neto</strong> (1944-1972) vivia apaixonadamente as rupturas. Atuando em múltiplas frentes – no cinema, na música, no jornalismo –, o poeta piauiense engajou-se ativamente na revolução que mudou os rumos da cultura brasileira nos anos 1960 e 1970. Foi um dos pensadores e letristas mais ativos da <em>Tropicália</em>, parceiro de <strong>Gilberto Gil</strong>, <strong>Caetano Veloso</strong> e <strong>Jards Macalé</strong>. Junto à arte marginal, radicalizou sua atuação e crítica cultural, ao lado de <strong>Waly Salomão</strong>, <strong>Ivan Cardoso</strong> e <strong>Hélio Oiticica</strong>. Por fim, rompeu com sua própria vida. Suicidou-se no dia de seu aniversário de 28 anos.</p>

    Torquato Neto – Todas as Horas do Fim (2017)

    Torquato Neto (1944-1972) vivia apaixonadamente as rupturas. Atuando em múltiplas frentes – no cinema, na música, no jornalismo –, o poeta piauiense engajou-se ativamente na revolução que mudou os rumos da cultura brasileira nos anos 1960 e 1970. Foi um dos pensadores e letristas mais ativos da Tropicália, parceiro de Gilberto Gil, Caetano Veloso e Jards Macalé. Junto à arte marginal, radicalizou sua atuação e crítica cultural, ao lado de Waly Salomão, Ivan Cardoso e Hélio Oiticica. Por fim, rompeu com sua própria vida. Suicidou-se no dia de seu aniversário de 28 anos.

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  • <p style="text-align: justify;">A criação da Babel despeja pelo mundo homens que falam línguas diferentes: todos os rostos, corpos e vozes de <strong>Paulo José</strong>, encarnados nos personagens que o ator interpretou em sua carreira no teatro, na televisão e no cinema. Este filme é um ensaio cinematográfico sobre este que é um dos maiores artistas do Brasil, no ano em que completa 80 anos de vida.</p>

    Todos os Paulos do Mundo (2017)

    A criação da Babel despeja pelo mundo homens que falam línguas diferentes: todos os rostos, corpos e vozes de Paulo José, encarnados nos personagens que o ator interpretou em sua carreira no teatro, na televisão e no cinema. Este filme é um ensaio cinematográfico sobre este que é um dos maiores artistas do Brasil, no ano em que completa 80 anos de vida.

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  • <p style="text-align: justify;">Esta é a história da cantora <strong>Clemilda Ferreira da Silva</strong>, a <em>Rainha do Forró</em> e da <em>música de duplo sentido</em>. Nascida em São José da Laje (AL), ela foi um grande referência da cultura popular brasileira. O filme apresenta vasto material de arquivo e soma entrevistas com músicos, amigos, familiares e produtores que conviveram com a cantora. Uma história cheia de bom humor mas também com muitos nuances de sociais.</p>

    Morena dos Olhos Pretos (2016)

    Esta é a história da cantora Clemilda Ferreira da Silva, a Rainha do Forró e da música de duplo sentido. Nascida em São José da Laje (AL), ela foi um grande referência da cultura popular brasileira. O filme apresenta vasto material de arquivo e soma entrevistas com músicos, amigos, familiares e produtores que conviveram com a cantora. Uma história cheia de bom humor mas também com muitos nuances de sociais.

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  • <p style="text-align: justify;">Documentário <strong>Antonieta</strong>, de <strong>Flávia Person</strong>, aborda <strong>Antonieta de Barros</strong> (1901-1952), mulher, negra, professora, cronista, feminista e pioneira de duas formas emblemáticas na história política nacional e catarinense: ao tomar posse em 1935 na Assembleia Legislativa de Santa Catarina se tornou a primeira negra a assumir um mandato popular no país e a primeira deputada do estado.</p>

    Antonieta (2016)

    Documentário Antonieta, de Flávia Person, aborda Antonieta de Barros (1901-1952), mulher, negra, professora, cronista, feminista e pioneira de duas formas emblemáticas na história política nacional e catarinense: ao tomar posse em 1935 na Assembleia Legislativa de Santa Catarina se tornou a primeira negra a assumir um mandato popular no país e a primeira deputada do estado.

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  • <p style="text-align: justify;">Retrato de <strong>Pio Zamuner</strong>, cineasta esquecido que dirigiu os 12 últimos filmes do comediante <strong>Amácio Mazzaropi</strong>. Uma relação se estabelece entre dois diretores e surge o retrato de uma paixão compartilhada por duas gerações em um botequim da <strong>Boca do Lixo</strong>. Mas quem dirige quem?</p>

    Piove, Il Film di Pio (2012)

    Retrato de Pio Zamuner, cineasta esquecido que dirigiu os 12 últimos filmes do comediante Amácio Mazzaropi. Uma relação se estabelece entre dois diretores e surge o retrato de uma paixão compartilhada por duas gerações em um botequim da Boca do Lixo. Mas quem dirige quem?

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  • <p style="text-align: justify;">Com direção de <strong>Beto Brant</strong> e <strong>Camila Pitanga</strong>, <strong>Pitanga</strong> é um filme-documentário de longa-metragem que investiga o percurso estético, político e existencial do premiado ator <strong>Antonio Pitanga</strong> que, dirigido por grandes cineastas – como <strong>Glauber Rocha</strong>, <strong>Cacá Diegues</strong> e <strong>Walter Lima Jr.</strong> –, foi destaque em alguns dos momentos de maior inquietação artística do cinema brasileiro.</p>

    Pitanga – O Filme

    Com direção de Beto Brant e Camila Pitanga, Pitanga é um filme-documentário de longa-metragem que investiga o percurso estético, político e existencial do premiado ator Antonio Pitanga que, dirigido por grandes cineastas – como Glauber Rocha, Cacá Diegues e Walter Lima Jr. –, foi destaque em alguns dos momentos de maior inquietação artística do cinema brasileiro.

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  • <p style="text-align: justify;">A vida e a obra de <strong>Armando Toschi</strong>, eternizado na cena cultural de Juiz de Fora com o nome de <strong>Ministrinho</strong>, um dos mais nobres expoentes da música popular da cidade. Um documentário-memória sobre parte do recente imaginário cultural de Juiz de Fora, construído pelo inventário afetivo da trajetória de um homem que viveu intensamente o carnaval, a música, o futebol, a vida operária, a boemia e as modificações experimentadas pela cidade no século passado. Um filme sobre samba e saudade.</p>

    Ministrinho voou (2015)

    A vida e a obra de Armando Toschi, eternizado na cena cultural de Juiz de Fora com o nome de Ministrinho, um dos mais nobres expoentes da música popular da cidade. Um documentário-memória sobre parte do recente imaginário cultural de Juiz de Fora, construído pelo inventário afetivo da trajetória de um homem que viveu intensamente o carnaval, a música, o futebol, a vida operária, a boemia e as modificações experimentadas pela cidade no século passado. Um filme sobre samba e saudade.

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  • <p style="text-align: justify;">Figura lendária da cultura brasileira, <strong>Carlos Imperial</strong> descobriu artistas como <strong>Roberto e Erasmo Carlos</strong>, <strong>Tim Maia</strong>, <strong>Wilson Simonal</strong> e <strong>Elis Regina</strong>. Compôs clássicos como <em>A Praça</em>, <em>Vem quente que eu estou fervendo</em> e <em>Mamãe passou açúcar em mim</em>. Ainda fez sucesso no teatro, no cinema e na política. Cafajeste, mentiroso e mulherengo assumido, Imperial criava factoides para promover seus lançamentos e conquistar espaço na mídia.</p>

    Eu sou Carlos Imperial (2015)

    Figura lendária da cultura brasileira, Carlos Imperial descobriu artistas como Roberto e Erasmo Carlos, Tim Maia, Wilson Simonal e Elis Regina. Compôs clássicos como A Praça, Vem quente que eu estou fervendo e Mamãe passou açúcar em mim. Ainda fez sucesso no teatro, no cinema e na política. Cafajeste, mentiroso e mulherengo assumido, Imperial criava factoides para promover seus lançamentos e conquistar espaço na mídia.

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