Longas Arquivo

  • <p style="text-align: justify;">Solitários, frustrados e incapazes de realizar qualquer coisa que dê sentido às suas vidas, Vladimir, Clivia, Regina e Primo armam um plano absurdo: sequestrar um milionário. Mas eles não têm nenhuma experiência com crimes nem noção do que essa operação pode envolver. Enquanto tomam as providências práticas, revelam-se seus medos e ambições.</p>

    Como é Cruel Viver Assim (2017)

    Solitários, frustrados e incapazes de realizar qualquer coisa que dê sentido às suas vidas, Vladimir, Clivia, Regina e Primo armam um plano absurdo: sequestrar um milionário. Mas eles não têm nenhuma experiência com crimes nem noção do que essa operação pode envolver. Enquanto tomam as providências práticas, revelam-se seus medos e ambições.

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  • <p style="text-align: justify;">Fábula de horror e fantasia que parte do envolvimento de duas mulheres de mundos opostos. Clara (<strong>Isabél Zuaa</strong>) é uma enfermeira da periferia de São Paulo contratada para ser a babá do filho que Ana (<strong>Marjorie Estiano</strong>) está esperando. Uma noite de lua cheia provoca uma inesperada mudança de planos e Clara assume a maternidade de uma criança diferente das outras.</p>

    As Boas Maneiras (2017)

    Fábula de horror e fantasia que parte do envolvimento de duas mulheres de mundos opostos. Clara (Isabél Zuaa) é uma enfermeira da periferia de São Paulo contratada para ser a babá do filho que Ana (Marjorie Estiano) está esperando. Uma noite de lua cheia provoca uma inesperada mudança de planos e Clara assume a maternidade de uma criança diferente das outras.

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  • <p style="text-align: justify;"><em>​Berenice</em> é uma mulher dedicada ao trabalho de taxista no Rio de Janeiro. É consumida pela profissão e o pouco tempo que lhe sobra precisa ser dividido entre a criação do filho <em>Thiago</em>, um adolescente descobrindo sua sexualidade, e sua conturbada relação com o marido <em>Domingos</em>, repórter policial. As marcas do relacionamento desgastado, arruinado pelos rompantes violentos do marido, apagaram sua feminilidade e a levaram a um grande vazio existencial. O assassinato de <em>Isabelle</em>, uma linda transgênero, na praia de Copacabana, acende seu lado investigativo e transforma sua vida.</p>

    Berenice Procura (2017)

    ​Berenice é uma mulher dedicada ao trabalho de taxista no Rio de Janeiro. É consumida pela profissão e o pouco tempo que lhe sobra precisa ser dividido entre a criação do filho Thiago, um adolescente descobrindo sua sexualidade, e sua conturbada relação com o marido Domingos, repórter policial. As marcas do relacionamento desgastado, arruinado pelos rompantes violentos do marido, apagaram sua feminilidade e a levaram a um grande vazio existencial. O assassinato de Isabelle, uma linda transgênero, na praia de Copacabana, acende seu lado investigativo e transforma sua vida.

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  • <p style="text-align: justify;"><strong>Torquato Neto</strong> (1944-1972) vivia apaixonadamente as rupturas. Atuando em múltiplas frentes – no cinema, na música, no jornalismo –, o poeta piauiense engajou-se ativamente na revolução que mudou os rumos da cultura brasileira nos anos 1960 e 1970. Foi um dos pensadores e letristas mais ativos da <em>Tropicália</em>, parceiro de <strong>Gilberto Gil</strong>, <strong>Caetano Veloso</strong> e <strong>Jards Macalé</strong>. Junto à arte marginal, radicalizou sua atuação e crítica cultural, ao lado de <strong>Waly Salomão</strong>, <strong>Ivan Cardoso</strong> e <strong>Hélio Oiticica</strong>. Por fim, rompeu com sua própria vida. Suicidou-se no dia de seu aniversário de 28 anos.</p>

    Torquato Neto – Todas as Horas do Fim (2017)

    Torquato Neto (1944-1972) vivia apaixonadamente as rupturas. Atuando em múltiplas frentes – no cinema, na música, no jornalismo –, o poeta piauiense engajou-se ativamente na revolução que mudou os rumos da cultura brasileira nos anos 1960 e 1970. Foi um dos pensadores e letristas mais ativos da Tropicália, parceiro de Gilberto Gil, Caetano Veloso e Jards Macalé. Junto à arte marginal, radicalizou sua atuação e crítica cultural, ao lado de Waly Salomão, Ivan Cardoso e Hélio Oiticica. Por fim, rompeu com sua própria vida. Suicidou-se no dia de seu aniversário de 28 anos.

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  • <p style="text-align: justify;">Caio e Mari são dois jovens vivendo uma relação que vai além de qualquer definição. Ao longo de dez anos, a trama transita entre três momentos marcantes onde seus desejos entram em conflito e sua relação é posta à prova. O longa, desenvolvido a partir do curta homônimo de 2006, propõe uma reflexão sobre sexualidade, rótulos e como o tempo constrói e transforma os relacionamentos.</p>

    Alguma coisa assim (2017)

    Caio e Mari são dois jovens vivendo uma relação que vai além de qualquer definição. Ao longo de dez anos, a trama transita entre três momentos marcantes onde seus desejos entram em conflito e sua relação é posta à prova. O longa, desenvolvido a partir do curta homônimo de 2006, propõe uma reflexão sobre sexualidade, rótulos e como o tempo constrói e transforma os relacionamentos.

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  • <p style="text-align: justify;">​Um registro do processo de imersão e preparação do ator <strong>Irandhir Santos</strong> na construção de um personagem.</p>

    Iran (2017)

    ​Um registro do processo de imersão e preparação do ator Irandhir Santos na construção de um personagem.

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  • <p style="text-align: justify;">Documentário que trata do fim do estado de bem-estar social e da interrupção dos sonhos de uma vida melhor para todos em um cenário onde a lógica do capital financeiro inviabiliza qualquer alternativa de justiça social. Milhões de pessoas peregrinam em busca de melhores condições de vida, enquanto o capital só aspira à concentração da riqueza em poucas mãos. Neste cenário de tensões sociais, intelectuais lutam para transformar o mundo levantando temas como o fim dos direitos sociais, o desemprego, o mercado e o ressurgimento de movimentos extremistas.</p>

    Dedo na ferida (2017)

    Documentário que trata do fim do estado de bem-estar social e da interrupção dos sonhos de uma vida melhor para todos em um cenário onde a lógica do capital financeiro inviabiliza qualquer alternativa de justiça social. Milhões de pessoas peregrinam em busca de melhores condições de vida, enquanto o capital só aspira à concentração da riqueza em poucas mãos. Neste cenário de tensões sociais, intelectuais lutam para transformar o mundo levantando temas como o fim dos direitos sociais, o desemprego, o mercado e o ressurgimento de movimentos extremistas.

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  • <p style="text-align: justify;">Os <em>Aqualoucos</em> eram atletas-palhaços que faziam estripulias inimagináveis em cima da prancha de salto, a 10 metros de altura. Famosos entre os anos 50 e 80, eles atraíam milhares de pessoas ao Clube Tietê nos finais de semana, quando apresentavam esquetes divertidas e exibiam suas habilidades em saltos perigosos. Escrito e dirigido pelo filho de um dos Aqualoucos originais, esse documentário conta a história do grupo a partir dos relatos de seus antigos membros. O bonachão Fiore, idealizador dos Aqualoucos, chega a se aventurar na prancha aos 84 anos de idade. Manolo, conhecido como o mais louco do grupo, reconta suas aventuras, como o dia em que saltou de um helicóptero a 48 metros de altura – apesar dos protestos dos colegas – e acabou entrando no livro dos recordes. Aqualouco não era profissão nem fonte de renda: era parte da personalidade desses rapazes, que encontraram sua verdadeira vocação ao desafiar o perigo na frente do público, sem receber nada em troca. Hoje com idades entre 65 e 85 anos, esses senhores dão uma inspiradora lição de vida ao mostrar que nunca deixarão de ser <em>Aqualoucos</em>, seja dentro ou fora da piscina.</p>

    Aqualoucos (2017)

    Os Aqualoucos eram atletas-palhaços que faziam estripulias inimagináveis em cima da prancha de salto, a 10 metros de altura. Famosos entre os anos 50 e 80, eles atraíam milhares de pessoas ao Clube Tietê nos finais de semana, quando apresentavam esquetes divertidas e exibiam suas habilidades em saltos perigosos. Escrito e dirigido pelo filho de um dos Aqualoucos originais, esse documentário conta a história do grupo a partir dos relatos de seus antigos membros. O bonachão Fiore, idealizador dos Aqualoucos, chega a se aventurar na prancha aos 84 anos de idade. Manolo, conhecido como o mais louco do grupo, reconta suas aventuras, como o dia em que saltou de um helicóptero a 48 metros de altura – apesar dos protestos dos colegas – e acabou entrando no livro dos recordes. Aqualouco não era profissão nem fonte de renda: era parte da personalidade desses rapazes, que encontraram sua verdadeira vocação ao desafiar o perigo na frente do público, sem receber nada em troca. Hoje com idades entre 65 e 85 anos, esses senhores dão uma inspiradora lição de vida ao mostrar que nunca deixarão de ser Aqualoucos, seja dentro ou fora da piscina.

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  • <p style="text-align: justify;">​Maria, uma menina, está sentada num banco ao lado de seu pai. A conversa que eles têm ali conduz a narrativa do filme: acompanhamos a história na rústica casa de campo, onde ela mora com a mãe e onde as duas aguardam a volta deste mesmo pai. A relação entre Maria e a sua mãe muda com a chegada de um outro homem.</p>

    Unicórnio (2017)

    ​Maria, uma menina, está sentada num banco ao lado de seu pai. A conversa que eles têm ali conduz a narrativa do filme: acompanhamos a história na rústica casa de campo, onde ela mora com a mãe e onde as duas aguardam a volta deste mesmo pai. A relação entre Maria e a sua mãe muda com a chegada de um outro homem.

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  • <p style="text-align: justify;">Documentário que mergulha em um aspecto da sociedade brasileira pouco abordado com profundidade: o crescimento dos crimes de ódio no país e o que está por trás dos discursos de intolerância. No Brasil, que sempre foi reconhecido internacionalmente pela mistura de raças, ecumenismo de credos e até uma certa liberdade sexual, ironicamente, são cada vez mais noticiados delitos de racismo, xenofobia, homofobia e disputas sangrentas por causa de religião, futebol e até linchamentos. Observando os fatos, investigando de perto os crimes, conhecendo as vítimas, ouvindo os motivos alegados pelos algozes, podemos visualizar e refletir sobre um país que se confronta cada vez mais com suas contradições.</p>

    Intolerância.doc (2017)

    Documentário que mergulha em um aspecto da sociedade brasileira pouco abordado com profundidade: o crescimento dos crimes de ódio no país e o que está por trás dos discursos de intolerância. No Brasil, que sempre foi reconhecido internacionalmente pela mistura de raças, ecumenismo de credos e até uma certa liberdade sexual, ironicamente, são cada vez mais noticiados delitos de racismo, xenofobia, homofobia e disputas sangrentas por causa de religião, futebol e até linchamentos. Observando os fatos, investigando de perto os crimes, conhecendo as vítimas, ouvindo os motivos alegados pelos algozes, podemos visualizar e refletir sobre um país que se confronta cada vez mais com suas contradições.

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  • <p style="text-align: justify;">Documentário sobre <strong>Clara Nunes</strong>, cantora que sintetiza com elegância o caldeirão cultural brasileiro, mestiço, agregador e sincrético. O filme narra, apenas em primeira pessoa, através de entrevistas em diversos programas de TV e rádio, a trajetória da cantora que conquistou o Brasil e vários países do mundo. Além do minucioso trabalho de pesquisa audiovisual, o documentário traz ao público a oportunidade de ouvir as entrevistas de mídia impressa através da narração da atriz <strong>Dira Paes</strong>. Os depoimentos são entrecortados por imagens oníricas que traduzem o universo místico de Clara, suas raízes e alegria de viver tão marcantes em suas canções.</p>

    Clara Estrela (2017)

    Documentário sobre Clara Nunes, cantora que sintetiza com elegância o caldeirão cultural brasileiro, mestiço, agregador e sincrético. O filme narra, apenas em primeira pessoa, através de entrevistas em diversos programas de TV e rádio, a trajetória da cantora que conquistou o Brasil e vários países do mundo. Além do minucioso trabalho de pesquisa audiovisual, o documentário traz ao público a oportunidade de ouvir as entrevistas de mídia impressa através da narração da atriz Dira Paes. Os depoimentos são entrecortados por imagens oníricas que traduzem o universo místico de Clara, suas raízes e alegria de viver tão marcantes em suas canções.

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  • <p style="text-align: justify;">A <em>Mangueira</em> foi campeã do carnaval carioca em 2016 com um enredo em homenagem a <strong>Maria Bethânia</strong>. Este foi o ponto de partida de <strong>Fevereiros</strong>, que acompanhou a preparação da Escola – dos desenhos das primeiras alegorias aos desfiles na avenida – e percorreu uma viagem ao Recôncavo baiano acompanhando a cantora nas festas populares de sua cidade natal, Santo Amaro da Purificação. Neste percurso <em>Rio-Bahia</em>, o filme descobre o universo que inspirou o desfile e aponta conexões entre as tradições do recôncavo e o surgimento do samba carioca.</p>

    Fevereiros (2017)

    A Mangueira foi campeã do carnaval carioca em 2016 com um enredo em homenagem a Maria Bethânia. Este foi o ponto de partida de Fevereiros, que acompanhou a preparação da Escola – dos desenhos das primeiras alegorias aos desfiles na avenida – e percorreu uma viagem ao Recôncavo baiano acompanhando a cantora nas festas populares de sua cidade natal, Santo Amaro da Purificação. Neste percurso Rio-Bahia, o filme descobre o universo que inspirou o desfile e aponta conexões entre as tradições do recôncavo e o surgimento do samba carioca.

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