Terra é sempre Terra (1951)

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Sinopse

Na Fazenda Paiol Velho, o capataz Tonico dirige tudo com mão de ferro. Casado com Lina, uma mulher muito mais jovem, trata-a com indiferença. Seu único interesse é conseguir dinheiro, roubando as colheitas da fazenda. Na cidade, a dona da plantação decide mandar seu filho, João Carlos Marcondes, jogador inveterado e mulherengo, para cuidar do único negócio que sobrou para a família. No vilarejo vizinho, conhece várias pessoas que atraem o jovem para o jogo. A jogatina faz com que o jovem coloque a fazenda à venda. Tonico se oferece para comprar-lhe a plantação e, assim, pagar-lhe as dívidas de jogo. Tonico celebra a compra e, durante uma festa, fica sabendo que sua mulher terá um filho de João Carlos, sofrendo com isso um ataque cardíaco. A nova proprietária assume, mas nem tudo está perdido para os Marcondes.

Seu único interesse é conseguir dinheiro, roubando nas colheitas . Na cidade, a dona da plantação decide mandar seu filho, jogador e mulherengo, cuidar da fazenda. Jogando, perde muito dinheiro, inclusive o dinheiro guardado para o pagamento de seus peões. Tonico se oferece para comprar-lhe a plantação e, assim, pagar-lhe as dívidas de jogo.

A Direção é de Tom Payne.

Elenco

Prado, Marisa (Lina)
Barbosa, Zilda (Irene)
Ruth de Souza …. Bastiana
Eliane Lage …. Dora
Schirm, Ilse (Tininha)
Abílio Pereira de Almeida …. Tonico
Sérgio, Mário (João Carlos)
Daki, Salvador (Lourenço)
Biar, Célia
Machado, Albino
Matoso, José Queiroz (Fortunato)
Campos, Ricardo (Domingos)
Machado Sobrinho (Quinzinho)
Consorte, Renato (Boaventura)
Sarti, Constante (Tabelião)
Barreto, Lima (Coronel Pires)
Silva, Cid (Motorista)
Fornasari, Venério (Afonso)
Carvalh, A. C. (Gerente do banco)

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Terra é sempre Terra (1951) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Tom Payne
Argumento: Abílio Pereira de Almeida
Roteiro: Cavalcanti, Alberto; Almeida, Guilherme de e Abílio Pereira de Almeida
Diálogos: Almeida, Guilherme de
Estória Baseada na peça teatral Paiol velho, de Abílio Pereira de Almeida
Assistência de direção: Katalian, Oswaldo; Perchiavalli, Roberto
Produção: Cavalcanti, Alberto
Direção de produção: Silva, Cid Leite da
Assistência de produção: Rodrigues, Geraldo
Continuidade: Brentani, Gini
Direção de fotografia: Fowle, Henry Chick
Assistência de câmera: Guglielmi, Carlos
Cinegrafista: Huke, Nigel; Deheinzelin, Jacques
Direção de som: Rasmussen, Erik
Assistente de som: Schirm, Ove; Ruschel, Alberto
Operador de microfone: Stoll, Michael
Montagem: Hafenrichter, Edith
Edição: Hafenrichter, Oswald
Assistente de montagem: Endsleigh, Rex; Babuska, Ladislau
Cenografia: Gonçalves, Martim
Assistencia de cenografia: Massenzi, Pierino; Sacilotto, Luiz; Cenci, Walter
Maquiagem: Fletcher, H. C.
Assistência de maquiagem: Fletcher, Valerie
Música: Peixe, Guerra
Companhia Produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz
Companhia Distribuidora: Universal Filmes S.A.

Financimento/patrocínio: Banco Bandeirantes do Comércio S.A.

Dados adicionais de música
Orquestra: Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo
Regente Maestro: Peixe, Guerra

Canção
Título: Nem eu;
Autor da canção: Caymmi, Dorival;
Intérprete: Caymmi, Dorival;

Título: Qual o que
Autor da canção: Jucata e Morais, Guio de
Intérprete: Ruschel, Alberto

Prêmios

Prêmio Saci, 1951 de Melhor Filme; de Melhor Produtor para Cavalcanti, Alberto; de Melhor Diretor para Payne, Tom; de Melhor atriz para Prado, Marisa..
Prêmio Governador do Estado de São Paulo,1952 de Melhor Atriz para Prado, Marisa; de Melhor Fotografia para Fowle, Chick; de Melhor Edição para Hafenrichter, Oswald..
Prêmio Revista A Cena Muda, 1951, de Melhor Atriz para Prado, Marisa..
Prêmio da Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos,1951, de Melhor Filme; Melhor Diretor para Payne, Tom; de Melhor Atriz para Prado, Marisa.

Bibliografia

Fontes de Referência

Livros:

BALADI, Mauro. Dicionário de Cinema Brasileiro: filmes de longa-metragem produzidos entre 1909 e 2012. São Paulo: Martins Fortes, 2013.
LAGE, Eliane. Ilhas, Veredas e Buritis. São Paulo: Brasiliense, 2005.

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Disponível no endereço: ///

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
CENS/II
MRG/VCFS
CENS/I

Fontes consultadas:
FCB/FF
CS/FF
AV/ICB
ACPJ/I
ALSN/DFB-LM

Observações:
CB/Transcrição de letreiros informa que, os letreiros iniciais, apresentam os seguintes dizeres : “(…) Uma geração vae-se, outra vem, mas a terra é sempre terra.” (Ecc, 14)
Distribuído pela Marte Filmes Ltda., em 1963.

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