Um Edifício Chamado 200 (1973)

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Sinopse

Alfredo Gamela, o Gamelão, de 38 anos, vive sem trabalhar, esperando um golpe de sorte. Mora em uma quitinete no edifício no. 200, na Barata Ribeira, em Copacabana, com Carla, uma aspirante a atriz de fotonovela. Ele sempre comenta sobre a ex-esposa, Ana, uma milionária, herdeira da Fábrica de Tecidos Bangu. Certo dia batem à sua porta. É Ana, na verdade uma pobretona. Ela está sem moradia. Sua mãe está morando com um homem em Cachoeiro do Itapemirim. Ela voltou ao Rio e precisa de pouso por uma noite. A princípio Carla estranha um pouco a sua presença no apartamento, mas os três passam a viver juntos. O grande sonho de Gamelão é ganhar na loteria. Um dia, quando ia marcar o jogo da Loteria Esportiva, aparece um extraterrestre em sua casa. Este lhe dita todo o resultado, pois quer saber da reação de um terráqueo frente a um ganho súbito de dinheiro. Segundo o alienígena, ele ganhará sozinho. Gamelão conta a história para as moças, que se mostram incrédulas. Ele pede para que elas joguem. Elas só tem um pouco de dinheiro para comprar comida. O jogo é um pouco caro, pois tem três apostas triplas. Elas resolvem fazer um jogo mais barato e com o restante compram ovos, salsicha, arroz, batata e um sabonete. O resultado da loteria sai tal qual o palpite. Gamelão fica eufórico, pois ganhou 19 bilhões de cruzeiros. As moças lhe dão a triste notícia. Elas não fizeram o jogo e ele continua pobre. Ele entra em desespero. Não admite a idéia de ter perdido uma fortuna. A situação é irremediável. Gamelão propõe que Carla e Ana se prostituam para pagá-lo. Aborrecidas elas o abandonam. Ele enlouquece e pensa ser o novo rei do Brasil.

Filme de Carlos Imperial, baseado na peça teatral homônima de Paulo Pontes.

Elenco

Milton Moraes …. Gamelão
Tania Scher …. Carla
Kate Lyra …. Ana
Marza de Oliveira
César Ladeira Filho
Miguel Carrano

Participação especial:
Carlos Imperial …. Extraterrestre Bororó
Jece Valadão …. Jece Valadão
Mirian Persia
Paulo Silvino …. Homem da calçada
Vera Gimenez
Iajar Muzuris
Miguel Carrano
Marinho
Neuza Amaral …. Mulher do restaurante

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Um Edifício Chamado 200 (1973) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Carlos Imperial
Roteiro: Imperial, Carlos; Pontes, Ipojuca; Ghivelder, Zevi
Estória Baseada na peça teatral Um Edifício chamado 200, de Paulo Pontes, José Renato e Milton Moraes
Produção: Correa, Luiz de Miranda; Brocchi, Geraldo
Co-produção: Carlos Imperial
Direção de produção: Torres, Lula Campello
Produção executiva: Mattos, José Carlos Meira
Assistência de produção: Carrano, Miguel; Moretzon, José Eduardo; Fatah, José Paulo
Coordenação de produção: Brocchi, Geraldo
Gerente de produção: Torres, Lula Campello
Assistência de direção: Pino, Wildo del; Ladeira Filho, César; Campello, Gláucio
Continuidade: Moura, Mônica
Direção de Fortografia: Murilo Salles
Assistência de câmera: Nunes, Ronaldo
Fotografia de cena: Moura, Roberto
Eletricista: Telles, José
Maquinista: Gomes, Eduardo
Técnico de som: Raposeiro, Victor
Som guia: Cordeiro, Ismael
Sonoplastia: José, Geraldo
Montagem: Carlos Imperial, Radar; Alves, Amauri; Mello, Ramiro
Cenografia: Gantus, Mixel
Maquiagem: Bess, Karol
Vestuário: Gantus, Mixel
Arranjos musicais: Rodrix, Zé
Música: Carlos Lyra
Música: Rodrix, Zé
Companhia(s) produtora(s): L.M. Produções Cinematográficas Ltda.; Cipal – Carlos Imperial Produções Artísticas Ltda.
Companhia(s) distribuidora(s): Cinedistri – Companhia Produtora e Distribuidora de Filmes Nacionais
Financimento/patrocínio: Embrafilme – Empresa Brasileira de Filmes S.A.

Dados adicionais de música
Música de: Rodrix, Zé

Intérprete(s): Rodrix, Zé;

Intérprete(s): Powell, Baden;

Intérprete(s): Lyra, Carlos;

Intérprete(s): Lyra, Kate;

Intérprete(s): Imperial, Carlos

Instrumentista: Rodrix, Zé – piano

Bibliografia

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
Guia de Filmes, 52/53/54
CB/EMB-110.1-00041
CB/EMB-110.2-01019

Fontes consultadas:
ACPJ/II
O Estado de S. Paulo, s.d. (Recorte da Documentação)

Observações:
O Estado de S. Paulo acrescenta Luiz Miranda Correa como produtor e Direção de Fortografia: Murilo Salles como câmera.
O filme foi parcialmente financiamento com recursos da Embrafilme.
Gravado em fitas pyral.
ACPJ/II acrescenta Luiz M. Correa como produtor; Renato Pecora como co-autor da peça teatral; Ronaldo Nunes como câmera; Roberto Moura em fotos de cena; Mônica S. Moura na continuidade; Evaldo Medeiros na coordenação; José T. Rocha como eletricista; Eduardo G. Santos como assistente de eletricista; José Paulo Fatah como assistente de eletricista; Iça Gubeisse na divulgação; Laboratório Líder S.A.; Sistema Westrex S.A.; e no elenco Baby Conceição.

Livros:

IMPERIAL, Carlos. Memórias de um Cafajeste. : , .

MONTEIRO, Denilson. Dez! Nota Dez!: Eu Sou Carlos Imperial. Rio de Janeiro: Matrix, 2008.

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