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A hora e a vez de Augusto Matraga (1965)

Sinopse

Filme de Roberto SantosA hora e a vez de Augusto Matraga conta a história de Augusto Matraga (interpretado por Leonardo Villar) é um fazendeiro violento, que é traído pela esposa, emboscado por seus inimigos, acaba massacrado e é dado como morto.

Porém, é salvo por um casal de negros e, desde então, volta-se para a religiosidade. Mas quando conhece Joãozinho Bem Bem (Jofre Soares), um jagunço famoso, este percebe nele o homem violento. Daí em diante Matraga vive o conflito entre o desejo e a vingança e sua penitência pelos erros cometidos.

Elenco

Leonardo Villar …. Augusto Matraga
Jofre Soares …. Joaozinho Bem Bem
Emmanuel Cavalcanti …. João Lomba
Ivan de Souza …. Jurumim
Anael Herrera
José Marinho
Jorge Karan
Sudário Medeiros
Flávio Migliaccio …. Quim Recadeiro
Antonio Carnera …. Major Consilvo
José Brito
Ary Toledo
Solano Trindade …. Pai das crianças
Geraldo Vandré
Alvaíza Araújo
Áurea Campos
Maria Ribeiro …. Dionorá
Eva Rodrigues
Haroldo Pereira

Participação especial:
Maurício do Valle …. Padre Moço

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de A hora e a vez de Augusto Matraga (1965) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Roberto Santos
Roteiro: Assis A. Horta, Gianfrancesco Guarnieri, Helio Silva, João Guimarães Rosa e Roberto Santos
Estória Baseada no conto A hora e vez de Augusto Matraga, de João Guimarães Rosa
Diálogos Adicionais: Gianfrancesco Guarnieri
Assistência de Direção: Guaracy Rodrigues e Harley O. Carneiro
Produção: Luiz Carlos Barreto
Direção de produção: Ivan de Souza
Produtores Associados: Roberto Santos, Nelson Pereira dos Santos, Luiz Carlos P. Fernandes e Geraldo Vandré
Assistência de produção: Cezar Pacheco e Jorge Karam
Direção de Fotografia: Helio Silva
Assistência de fotografia: Ronaldo Nunes de Souza
Assistência de câmera: Ronaldo Nunes de Souza e Claudio Portioli
Chefe eletricista: Ruy Medeiros
Figurinos: Assis A. Horta
Maquiagem: Anael Herrera
Direção de som: Sérgio Montagna
Sonoplastia: Geraldo José e Walter Goulart
Montagem: Sylvio Renoldi
Música: Geraldo Vandré
Companhias Produtoras: Luis Carlos Barreto Produções Cinematográficas | Difilm
Empresas Distribuidoras: Difilm – Distribuição e Produção de Filmes Brasileiros Ltda. | Embrafilme – Empresa Brasileira de Filmes S.A. | Cinematográfica Polifilmes Ltda.

Financimento/patrocínio: CAIC; Banco do Estado da Guanabara

Dados adicionais de música
Título da música: Cantiga brava;
Música de: Vandré, Geraldo;
Intérprete(s): Vandré, Geraldo;

Título da música: Modinha;
Música de: Vandré, Geraldo;
Intérprete(s): Vandré, Geraldo;

Título da música: Hora de lutar
Música de: Vandré, Geraldo
Intérprete(s): Vandré, Geraldo

Instrumentista: Oliveira, Luiz R. – violão e viola brasileira; Nenê – flauta e Toledo, Ary – voz

Conjuntos e bandas: Trio Marayá

Regente Maestro: Lorenzon, Walter

Locação: Diamantina – MG; Mendanha – MG; Sopa – MG; Guinda – MG; Costa Sena – MG

Prêmios

Melhor filme; de Melhor diretor; de Melhor argumento; de Melhor diálogo para Guarnieri, Gianfrancesco; de Melhor ator para Villar, Leonardo na Semana do Cinema Brasileiro, 1, 1965, Brasília – DF..
Prêmio Governador do Estado,1966, Rio de Janeiro – GB, de Melhor filme..
Prêmio Saci, 1966, SP, de Melhor roteiro..
Prêmio Humberto Mauro da Editora Civilização Brasileira, 1967, de Melhor roteiro..
Prêmio Curumin, 1966, Marília – SP, como Melhor filme do ano..
Prêmio Governador do Estado, 1967, SP, de Melhor roteiro e Melhor direção.

Bibliografia

Livros:

LICIA, Nydia. Leonardo Villar: garra e paixão. São Paulo: Fundação Padre Anchieta / Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2005.
ROSA, João Guimarães. A hora e vez de Augusto Matraga. : , .

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
LRB/CP
CB/Em Memória
FBR/30ACF
Jornal da Tarde, 03.07.1995
Folha de S. Paulo, 07.07.1995
CENS/IV
O Dia, 25.01.1963
CB/EMB-110.2-00464

Fontes consultadas:
ACPJ/I
CA/AF

Observações:
A Semana do Cinema Brasileiro em sua terceira edição passou a se chamar de Festival de Brasília.
O Dia de 25.01.1963, cita o filme como produção de Ferdinando Aguiar para a Campos Elíseos Cinematográfica.
Jornal da Tarde de 03.07.1995 comenta que a nova cópia do filme abriu o 22º Festival de Gramado (1994) e o Festival de Brasília, ambos em 1994 e anuncia o seu relançamento em comemoração aos 30 anos de sua realização. Sua pré-estréia aconteceu no Anexo Espaço Banco Nacional, São Paulo, neste dia.
Folha de S. Paulo de 07.07.1995 informa o relançamento do filme, em cópia restaurada, iniciando nesta data até o dia 20.07, com 2 sessões diárias, na sala 4 do anexo do Espaço Banco Nacional.
ACPJ/I aponta José L. M. Lins como produtor associado, Haroldo Pereira como assistente de direção e cenografia de . Acrescenta no elenco: Haroldo Pereira e .
rege o coral.
Guará Rodrigues é o nome abreviado de Guaracy Rodrigues.
Representante oficial do Brasil no Festival Internacional do Filme de Cannes de 1966; eleito um dos melhores filmes do ano pelos críticos de Belo Horizonte, Curitiba e Rio de Janeiro.

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2 comentários sobre “A hora e a vez de Augusto Matraga (1965)

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