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Achados e Perdidos (2006)

Trailer

Sinopse

Durante anos venho consumido uma droga pesada denominada vulgarmente pelo mercado captalista de Fanta-Uva – O resultado é nítido, venho cada vez me tornando crí tico e estudante de ser um cinéfilo (e por favor não me rotulem ser do MAL apenas por tomar fanta-uva; mesmo tendo o conhecimento daquela espuma AZULADA, que vem formando durante o processo da fermentação do gás no copo).

Assim, como a Fanta Uva, o filme Achados e Perdidos – O Ex-Delegado Vieira interpretado por Antônio Fagundes (que estava com uma cara envelhecida tipo Hugo Carvana, que por sua vez também aparece no filme como um Juiz corrupto nas épocas antigas onde Vieira e Monteiro eram a duplia policial) é um cara de bom coração, mas rotulado de ser um “BadGuy” – Estava tendo um caso de romance com um postituta chamada Magali, interpretada por Zezé Polessa, que é encontrada morta nua, com os braços e pernas amarradas, e um saco plástico sob sua cabeça em seu próprio apartamento já no início do filme.

Vieira é considerado pela polícia como o principal suspeito do crime, o mais interessante, é que Vieira estava totalmente alcoolizado na noite do crime e nem saberia se realmente cometeu o assassinato, e deixa claro que não lembra de nada a polícia…

Com este ar de criminosidade no ar, Vieira passa a envolver-se com a Flor (garota prendada recém chegada de Aquidauana/MS), outra dançarina da Boate, e amiga intima de Magali onde dividiam um Apto – em paralelo, Vieira passa a ser chantageado por um velho amigo de carreira que na atualidade virou um politico corrupto (Monteiro), e vem em busca de favores por ter salvo sua vida.

O enredo de toda esta história, acontece de forma fragmentada e palindromatizada como no filme francês “Irréversible” – Onde o espectador passa a descobrir que a morte de Magali foi provocada por um acidente (detalhe: Dos copos de cerveja e pequenas gotas de sangue sobre o carpete de uma pequena mesa no centro da sala) onde Flor é a culpada indireta por tal acidente.

Este é o quinto filme em que o diretor José Joffily e o ator Roberto Bomtempo trabalham juntos. Os demais foram Urubus e Papagaios (1985), A Maldição do Sanpaku (1991), Quem Matou Pixote? (1996) e Dois Perdidos Numa Noite Suja (2002).

Elenco

Flavio Bauraqui …. Promotor Antunes
Isaac Bernat …. Marques
Ricardo Blat …. Nicanor
Juliana Knust …. Flor
Malu Galli …. Vanessa
Babu Santana …. Leão
Antônio Fagundes …. Vieira
Genézio de Barros …. Monteiro
Hugo Carvana …. Juiz
Roberto Bomtempo …. Souza
Zezé Polessa …. Magali

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Achados e Perdidos (2006) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: José Joffily
Roteiro: Jorge Durán, Luiz Alfredo Garcia-Roza e Paulo Halm
Produção: Heloísa Rezende, José Joffily e Sérgio Gândara
Música: André Abujamra
Direção de Fotografia: Nonato Estrela, abc
Desenho de produção: Pimenta Jr.
Direção de arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Ellen Millet
Montagem: Eduardo Escorel
Empresa Produtora: Coevos Filmes
Distribuição: Imagem Filmes

Bibliografia

Livros:

GARCIA-ROZA, Luiz Alfredo. Achados e perdidos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

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2 comentários sobre “Achados e Perdidos (2006)

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