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Aí Vem a Alegria (1959)

O programa Papel Carbono, de Renato Murce, promove um concurso em que a candidata vencedora terá como prêmio maior um contrato para estrelar um filme cujo nome Aí vem a Alegria. Uma das concorrentes é Marly, uma garota modesta, que reside numa avenida e tem um namorado, Sérgio, chefe de um regional. Toda a vizinhança e mais e tia e as duas irmãs de Marly, que são Cecy e Lúcia, torcem pela vitória da garota que acaba vencendo o concurso, derrotando Tonico e Marina que vieram do Norte e eram fortes concorrentes. A vitória de Marly irrita Lolita, uma vedete temperamental, enciumada com a inclusão da moça no elenco do filme. Lolita, juntamente com Sérgio, o noivo traidor de Marly, arquiteta um plano para desmoralizar a moça e afastá-la das filmagens. Joel, um humilde motorista, descobre a trama, avisando Marly. Uma enorme confusão acontece no estúdio, culminando com uma violenta briga entre os amigos de Marly e os capangas de Lolita. Ao final todos se reconciliam.

Filme dirigido e escrito por Cajado Filho, produzido pela Atlântida.

Sônia Mamede …. Marly
Roberto, Sérgio (Sérgio)
Restier, Renato (Pintoso)
Carlos, Antonio (Joel)
Petar, Maria (Lúcia)
Rios, Evelyn (Ceci)
Carmen Verônica …. Lolita
Pituca (Tutuca)
Pandeiro, Jackson do (Tonico)
Castilho, Almira (Marina)
Parecis, Abigail (Luzia)
Montemar, Nestor
Manga, Carlos
Cunha, Dilma
Vieira, Hélio
Amado, Maria
Vânia
Tozzi, Gilberto
Severino, Jaime
Kapps, Nelson
Murce, Renato
Soldi, Waldemar
Jaty, Yara

Ator(es) Convidado(s):
Dick Farney

Participação especial:
Negrão, Francisco(Fernando)

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Aí vem a Alegria (1959) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Cajado Filho
Argumento: Cajado Filho
Roteiro: Cajado Filho
Assistência de continuidade: Lester, Arlete
Coreografia: Carijó
Direção de produção: Cyll Farney
Coordenação de produção: Guido Martinelli
Direção de fotografia: Ozen Sermet
Assistência de câmera: José Assis de Araujo
Cinegrafista: Gonçalves, Antônio
Eletricista: Neves, Victor
Direção de som: Viana, Aloisio
Técnico de gravações: Cunha, Antonio
Operador de microfone: Eurides, Paulo
Montagem: Noya, Waldemar
Cenografia: Cajado Filho
Contra-regra/acessórios de cenografia: Silva, Vinicius
Montagem de cenário: Monteiro, Wilson; Macedo, Benedito
Maquiagem: Carias, Paulo; Campesato, Raymundo
Costureira: Santos, Euracy
Companhia Produtora: Atlântida Empresa Cinematográfica do Brasil S.A.
Companhia Distribuidora: U.C.B. – União Cinematográfica Brasileira S.A.

Brasil | Comédia | 35mm | BP | 75 min. | 2.160m | 24q | Westrex | 1:1’37 | 1959

Dados adicionais de música
Música de: Piston de gafieira;
Intérprete(s): Blanco, Billy;

Música de: Baião de bambolé;
Intérprete(s): Barros, Antonio e Castilho, Almir;

Música de: Apito do samba;
Intérprete(s): Antonio, Luiz e Bandeira, Luiz;

Música de: Exaltação do samba;
Intérprete(s): Cruz, Claudionor e Caetano, Pedro;

Música de: Vou buscar Maria;
Intérprete(s): Pandeiro, Jackson do;

Música de: Moxotó
Intérprete(s): Cavalcanti, Rosil

Regente Maestro: Gnatalli, Alexandre

Orquestração: Gnatalli, Alexandre

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
SA/EMP
FCB/FF
CENS/I
O Estado de S. Paulo, 16.12.1959, p. 16-8

Fontes consultadas:
ACPJ/I

Internet:
ANCINE. Disponível em: http://sad.ancine.gov.br/obrasnaopublicitarias/pesquisarCpbViaPortal/pesquisarCpbViaPortal.seam, acesso em: 22.01.2018.
HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Aí vem a Alegria. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/ai-vem-a-alegria/

Observações:
SA/EMP indica que o programa de rádio Papel Carbono, de Renato Murce foi mostrado no filme.
O Estado de São Paulo de 16.12.1959, informa que além do Metro, o filme foi lançado em mais 6 salas em São Paulo.
ACPJ/I acrescenta maquiagem de Paulo Carias e penteados de Raimundo Campesato.

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