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Amor Bandido (1978)

Numa casa de shows eróticos que também funciona como bordel, o detetive Galvão se deprime ao ver sua filha de 17 anos trabalhando como prostituta. Ao chegar em casa liga para um serviço de auto ajuda e confessa ao atendente ter sido obrigado à expulsá-la de casa aos 13 anos de idade. Na manhã seguinte investiga um crime, terceiro de uma série de assassinatos cometidos da mesma forma: o assassino mata o taxista, rouba seu dinheiro, fecha os vidros, trava as portas e liga o rádio. Do outro lado da cidade, em Copacabana, Marlene, travesti desiludido no amor, suicida-se após ter sido abandonado pelo garoto Toninho. Marlene dividia o apartamento com Sandra, filha do detetive. Ao ficar sabendo do suicídio da amante, Toninho vai até o apartamento resgatar uma foto na qual aparece junto ao travesti. Lá conhece Sandra a quem acaba forçando um ato sexual. Na mesma noite, o garoto a visita na boate. Os jovens transam e iniciam um romance. Certo dia, Galvão contrata Solange, amiga de Sandra, para um programa a fim de sondar a vida da filha. Ela lhe conta que Sandra está saindo com um garoto. Mais um taxista é morto gerando uma crise dentro da polícia e pânico entre os taxistas. À noite, Toninho visita sua namorada. Propõe à garota que largue a prostituição e trabalhe junto com ele. O casal entra num táxi. Durante a viagem Toninho dá um tiro no taxista, rouba seu dinheiro, tranca as portas e fecha os vidros revelando à garota qual é o seu trabalho, mas a ação é assistida por um mendigo. Deflagra-se uma greve convocada pelo sindicato dos motoristas profissionais que reivindica maior segurança no trabalho. Toninho descobre que Sandra é filha do detetive. Quando ela sai do bordel ele a intercepta. Vão a um motel. O mendigo presta depoimento a polícia. Através do retrato falado, Galvão descobre que o assassino é seu genro. Vai até a casa da filha, a leva até um terreno baldio onde a garota é espancada até confessar que irá se encontrar com o garoto. Toninho mata mais um motorista. Na porta do bordel, Toninho toma um tiro nas costas, entra cambaleando, abraça Sandra e cai no chão; o detetive dispara mais três tiros à queima-roupa. Sozinha, Sandra chora.

Paulo Gracindo …. Galvão
Aché, Cristina (Sandra)
Diniz, Ligia (Solange)
Thiago, Flávio São (Darcy)
Ary, Hélio (Veterinário)
Salvatori, Venício (Paranhos)
Dumont, José (Testemunha)
Husbands, Roberto (Itamar)
Miranda, Ana Maria
Radar
Miguelão
Pituba, Eli
Menezes, José
Ubiratan, Marco
Augusto, Carlos
Leopoldina, Maria
Guedes, Wander
Antonio, Luiz
Martinho, Jorge
Ripoll, Axel
Aparecido, Alvimar
Ferreira, Jurandir
André Filho
Villaboim, Paschoal
Carvalho, Márcio de
Máximo, Luiz
Baía, Carlos

Locução:
Luiz, Romilson

Apresentando:
Paulo Guarnieri …. Toninho

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Amor Bandido (1978) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Bruno Barreto
Argumento: Louzeiro, José; Serran, Leopoldo e Bruno Barreto
Roteiro: Serran, Leopoldo
Assistência de direção: Barreto, Fábio
Continuidade: Eugenia, Maria
Coreografia: Machado, Carlos
Produção: Barreto, Luiz Carlos; Clark, Walter
Direção de produção: Lacerda, Luiz Carlos
Produção executiva: Barreto, Lucy
Produtor associado: Clark, Walter; Arce, J. U.; Carvalho, Celso Bulhões de
Assistência de produção: Magalhães, Luiz Antonio; Miranda, Otavio; Caetano, Rossy; Luiz, Elcio
Equipe de produção: Magalhães, Luiz Antonio; Miranda, Otávio de; Caetano, Rossy; Luiz, Elcio
Empresa de figuração: Escalada; Nova Fase
Transporte: Gigante; Castro, José; Geraldo
Direção de fotografia: Lauro Escorel Filho
Assistência de fotografia: Luiz, Antonio
Câmera: Bruno Barreto
Efeitos especiais de fotografia: Farjalla, Sergio; Queiroz, Gabriel
Fotografia de cena: Tadeu, José
Eletricista: Silva, Ademar; Luiz, José
Maquinista: Oliveira, Djalma de
Técnico de som: Raposeiro, Victor
Engenharia de som: Laureux, Jean Claude
Técnico de mixagem: Maumont, Jacques
Montagem: Higino, Raymundo
Assistente de montagem: Vilela, Luciola e Idê Lacreta
Montagem de som: Castro, Emmanuelle
Figurinos: Medeiros, Anísio
Guarda-roupa: Fernandes, Cacilda
Cenografia: Medeiros, Anísio
Títulos de apresentação: Escorel, Ana Luisa
Maquiagem: Jordão, Jaque
Trilha musical: Mello, Guto Graça
Companhias Produtoras: Produções Cinematográficas L. C. Barreto Ltda. | Companhia Serrador
Companhia Co-produtora: Embrafilme – Empresa Brasileira de Filmes S.A.
Companhias Produtoras Associadas: Filmes do Triângulo | Gaumont do Brasil
Companhia Distribuidora: Embrafilme – Empresa Brasileira de Filmes S.A.

Fontes de Referência

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
Press-Book
Guia de Filmes, 73/78
O Estado de S. Paulo, 13.03.1978 e 22.10.1978
Jornal do Brasil, 25.03.1978
CB/EMB-110.1-00306

Fontes consultadas:
O Estado de S. Paulo, 10.03.1978
ALSN/DFB-LM

Livros:

SILVA NETO, Antônio Leão da. Dicionário de Filmes Brasileiros: longa-metragem. São Paulo, Ed. do Autor, 2002.

Internet:

CINEMATECA BRASILEIRA. http://www.cinemateca.org.br/

Observações:

O Estado de S. Paulo de 10.03.1978 informa que o filme foi apreendido pela justiça para esclarecimentos sobre a mixagem. Segundo Nelson Ribeiro, proprietário da Nel-Som Estúdio, que entrou em janeiro com o processo contra os responsáveis pela película (…)”, “(…) a Battaglin Estúdio foi quem forneceu uma nota como se a mixagem tivesse sido feita aqui. Porém, o filme exibido normalmente sendo apreendida somente uma cópia para análise judicial. cf. O Estado de São Paulo, 13.03.1979.
As cenas do filme O Diamante Cor de Rosa foram cedidas pela Produções Cinematográficas R.F. Farias Ltda.
Dedicatória do filme: Para Kunka; Luis Roberto; Clara; Bubi; Renato e toda a minha equipe.
ALSN/DFB-LM grafa o nome do montador Raimundo Higino e dos atores do elenco Vinícius Salvatori, Jorge Marinho, Axell Ripoli, Alvimar Aparecida, Carlos Bahia e informa que o filme foi selecionado para presentar o Brasil no Festival Filmex, Los Angeles.

História do Cinema Brasileiro

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2 comentários sobre “Amor Bandido (1978)

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