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André Luis da Cunha

Biografia

André Luis da Cunha é um cineasta e diretor de fotografia brasileiro nascido em Uberlândia (MG) em 1961. Chegou a Brasília em 1965, com a família, com apenas quatro anos de idade. Chega a estudar engenharia elétrica em Uberlândia, mas não conclui. Graduou-se em Comunicação, com ênfase em cinema, pela Universidade de Brasília (UnB), em 1994. É sócio-proprietário da produtora Start Filmes.

Seu primeiro filme como fotógrafo é O Último Ato (1991), direção de Joaquim Saraiva. No ano seguinte, estreou como diretor no média Expedição Vilhena-Vialou. Seu primeiro longa como fotógrafo é Barra 68 (2001), de Vladimir Carvalho, em parceria com Marcelo Coutinho e Jacques Cheuiche, mas sua carreira é direcionada aos curtas e médias, ora dirigindo, ora fotografando, constituindo ao longo de 20 anos de carreira uma sólida filmografia.

Já recebeu inúmeros prêmios de fotografia, com destaque para o Candango em Brasília, em 2002, pelo curta O Perfumado; o Tatu de Prata na Bahia por Os Cinco Naipes, em 2004, e o III Prêmio Fiesp/SESI do Cinema Paulista pelo longa A Concepção, em 2007.

Filmografia

Filmografia: 1991-O Último Ato (CM); 1992- Boca de Ouro (MM); Expedição Vilhena-Vialou (MM) (dir., fot.); 1993- Yoranáwa – Gente de Verdade (MM) (dir., fot.); 1994- A Casa da Floresta (MM); INPA, 40 Anos (MM); 1995-Ami-Jitsu (MM); Áporo (CM) (dir., fot.) (cofot.. Fernando Duarte e André Benigno); Pintura Corporal (MM); 1996- Ariano Suassuna-Aula Espetáculo (MM); Graciliano Ramos, o Mestre Graça (MM) (dir.); O Ritual das Flautas (MM); Saforai (MM); Zum Zum (Com os Pés no Futuro) (CM); 1997- Cinco Filmes Estrangeiros (CM); 1999- Um Estrangeiro em Porto Alegre (CM); 2000- Sinistro (CM); Outros (CM); Dois Filmes em Uma Noite (CM); 2001- Baseado em Fatos Reais (CM); O Jardineiro do Tempo (CM); Barra 68 (“…Sem Perder a Ternura”) (cofot. por Marcelo Coutinho e Jacques Cheuiche); 2002- O Perfumado (CM); 2003- Cinco Naipes (CM); João (CM); Sketches (CM); O Prisioneiro da Grade de Ferro (Auto-Retratos) (cofot.. Aloysio Raulino); Subterrâneos; Um Pingado e Um Pão Com Manteiga (CM); 2004- 4×4 (CM); A Oitava Cor do Arco-Íris; Diário Vigiado (CM); 2005- A Espera da Morte (CM) (dir., fot.); A Concepção (cofot.. André Lavènere); O Anjo Alecrim (CM); 2006- O Homem (CM); 2007- Dia de Visita (CM) (dir., fot.) (cofot. Ricardo Pinelli); O Barão do Rio Branco (CM) (dir., fot.); O Telefone de Gelo (CM); Paralelos (CM); Pau-Brasil (CM) (dir., fot.); Sapain (CM); Simples Mortais; 2008- Brasília, Título Provisódio (CM); Depois da Queda (CM); Dois Coveiros (CM); Ñande Guarani (Nós Guarani) (cofot. Ricardo Pinelli); Tentáculos (CM); 2009-Angélica Acorrentada (CM); Hóspedes (CM); Procura-se (CM); 2010- A Última Estrada da Praia; Food; O Filho do Vizinho (CM).

Bibliografia

Livros:

SILVA NETO, Antônio Leão da. Dicionário de Fotógrafos do Cinema Brasileiro. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2011.

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/andre-luis-da-cunha/

História do Cinema Brasileiro

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