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Bandalheira Infernal (1975)

Filme

Sinopse

Os naufragos de Bandalheira Infernal naufragam no asfalto, nos apartamentos de classe média, no trânsito corrosivo das metrópoles, nos morros e florestas da paisagem mágica do Rio de Janeiro, e vivem sempre perseguindo as suas próprias sombras e por elas continuamente sendo perseguidos. Cada quebrada, cada esquina, é a esquina do medo: o medo permanente e neurótico do inesperado, do incerto, do inseguro. O medo, enfim, de si mesmos, se sôfregos penitentes e derradeiros personagens de um mundo que rolou ladeira abaixo.

Elenco

Paulo Cesar Pereio
Maria Gladys
Pontual, Carlos
Santiago, Rodrigo
Moraes, Suzana de
Tavares, Neila
Messias, Célia
Santos, Sandro

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Bandalheira Infernal (1975) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: José Sette (grafado como José de Barros)
Roteiro: José Sette (grafado como José de Barros)
Produção: José Sette (grafado como José de Barros)
Direção de fotografia: Toni Nogueira
Companhia Produtora: Lagos Filmes
Companhia Distribuidora: Embrafilme – Empresa Brasileira de Filmes S.A.

Bibliografia

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
ACPJ/II
ALSN/DFB-LM
EP-VH/CMSF

Fontes consultadas:
O Estado de S. Paulo, 20.11.1977 p. 40
Folha de S. Paulo, 04.11.1977

Observações:
ALSN/DFB-LM indica filme de 1976 e comenta: filme experimental, filmado sem roteiro, guiado apenas por sentimentos de perseguidos. Segundo o diretor, trata-se de um exercício experimental: a busca da eterna saída nunca encontrada.
O Estado de S. Paulo, 20.11.1977, indica José Barros no argumento e o processo Eastmancolor. A mesma fonte indica exibição no Ciclo de Cinema Brasileiro Inédito, no MIS – Museu da Imagem e do Som.
Folha de S. Paulo, 04.11.1977, informa que as filmagens foram feitas com lente 18, aquela que distorce tudo.
EP-VH/CMSF informa 1975-1976 como ano de produção.

História do Cinema Brasileiro

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