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Carlos Ebert, abc

Biografia

Carlos Alberto de Azambuja Ebert, em arte mais conhecido como Carlos Ebert, é um cineasta, fotógrafo, diretor de fotografia e professor de cinema, televisão e publicidade brasileiro nascido no Rio de Janeiro em 1946. Estagiário no MAM e cineclubista na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde estudou arquitetura. Em 1966, em São Paulo, cursou a Escola Superior de Cinema São Luis. Desde 1970, dedicou-se também ao ensino da fotografia para cinema. Foi Vice-Presidente da Associação Brasileira de Cinematografia (ABC) para o período de 2002 a 2004.

Iniciou sua carreira como repórter fotográfico em 1966. Tornou-se operador de câmera e diretor de fotografia em 1968 e diretor em 1970.

Seu primeiro filme é um curta mudo em 16mm, Passes, em que produz, dirige, fotografa e monta. Apaixonado por fotografia, logo começa a ser muito requisitado para diversos curtas, tendo sido câmera de um dos mais importantes filmes dos anos 1960, O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla. Participa da primeira fase das filmagens de O Rei da Vela, em 1971, de José Celso Martinez Correa, concluído somente em 1982. Em 1970 dirige seu único longa, República da Traição, filme censurado por muitos anos. Trabalha também em televisão, sendo que o documentário O Povo Brasileiro (2000), foi o ganhador do Grande Prêmio Cinema Brasil de TV em 2001. Também dedica-se à política cinematográfica, como vice-presidente da Associação Brasileira de Cinematografia e professor de fotografia. Pela fotografia do curta Carolina, recebe prêmio no Festival de Gramado. Fotógrafos de muitas qualidades, está sempre em atividade em filmes importantes como Nem Tudo é Verdade (1986), A Margem da Imagem (2001), de Evaldo Mocarzel, Vlado – 30 Anos Depois (2005), de João Batista de Andrade e Um Homem de Moral (2009), de Ricardo Dias.

No final dos anos 60, participou do cinema marginal e foi câmera e diretor de fotografia de um dos filmes mais significativos do movimento, O bandido da luz vermelha (1968), de Rogério Sganzerla, e em 1970, dirigiu República da traição.

Fez a fotografia tanto de longas como de curtas-metragens, entre eles O rei da vela (1983), de José Celso Martinez Corrêa e Noilton Nunes, e (1998), de Ricardo Dias.

Fez também fotografias para televisão, como a de O povo brasileiro (2000), ganhador do Grande Prêmio Cinema Brasil de TV em 2001.

Em 2002 fez a fotografia dos longas-metragens Rua seis, sem número, de João Batista de Andrade, e À margem da imagem, de Evaldo Mocarzel.

Em 2003 recebeu o prêmio de melhor fotografia no Festival de Gramado pelo seu trabalho curta-metragem Carolina, de Jeferson De.

Trabalhou nos documentários Dia da graça (2003), de Thiago Mendonça e Maira Buller, Do luto à luta (2005), de Evaldo Mocarzel, e Vlado – 30 anos depois (2005), de João Batista de Andrade.

Em 2007, fez a direção de fotografia do filme A Ilha do Terrível Rapaterra , de Ariane Porto e em 2008 do documentário Um homem de moral (2009), de Ricardo Dias.

Em 2009, realizou a fotografia de Um homem qualquer, de Caio Vecchio, cujas filmagens já foram finalizadas.

Filmografia

:: Filmografia com Diretor de Fotografia ::

2016 :: Improvável Encontro (cofot. Jacques Cheuiche e Lula Cerri)
2011 :: Circular
2010 :: Um Homem qualquer
2009 :: Solo
2009 :: Topografia de Um Desnudo
2009 :: Um homem de moral
2007 :: Dia de Graça
2006 :: A Ilha do Terrível Rapaterra
2006 :: Satori Uso (CM)
2005 :: Vlado – 30 anos depois (cofot. Fabiane Pierri)
2005 :: Do Luto à Luta
2004 :: Primeiros Passos (CM)
2003 :: Dia da graça
2003 :: Carolina
2003 :: Rua Seis, sem número
2003 :: A Mulher e o Mar (CM)
2003 :: Narciso Rap (CM)
2003 :: Seu Pai Já Disse Que Isso Não É Brinquedo (CM)
2003 :: Vale a Pena Sonhar
2002 :: À margem da imagem (CM) (cofot. João Pedro Hirszman)
2002 :: Mistura e Invenção (cofot. Adrian Cooper e José Guerra)
2001 :: Carrego Comigo (MM)
2000 :: O Surfista Invisível (CM) (Brasil/EUA)
1998 :: (cofot.. Adrian Cooper)
1993 :: Noite Final, Menos Cinco Minutos (CM)
1992 :: SP 3 Pontos (CM)
1992 :: Dudu Nasceu (CM)
1991 :: A Versão Oficial (CM) (dir., fot.)
1989 :: Macromicron (CM) (dir., fot.)
1987 :: Deus É Um Fogo (Brasil/Cuba) (cofot. Lauro Escorel Filho, Tadeu Ribeiro, Nonato Estrela, João Carlos Horta e Pedro Farkas)
1986 :: Nem Tudo É Verdade (cofot.: José Medeiros, Edson Santos, Edson Batista, Affonso Viana e Victor Diniz)
1984 :: Uma Obra de Amor (CM)
1983 :: O rei da vela
1976 :: Siesta y Fiesta (CM)
1974 :: Astor Piazzola (MM)
1972 :: Naná (CM)
1972 :: Documentarios sobre o Teatro Oficina (dir., fot.) (codir. de José Celso Martinez Correa)
1971/1982 :: O Rei da Vela (cofot. Rogério Noel, Pedro Farkas, Adilson Ruiz e Jorge Bouquet)
1971 :: Júlia Pastrana (CM)
1970 :: República da Traição (dir., fot.) (codir. e cofot. Claudio Polopoli)
1970 :: Elas
1969 :: Indústria (CM)
1969 :: Carnaval São Paulo (CM)
1969 :: Mar Morto (CM) (dir., fot.)
1968 :: O Bandido da Luz Vermelha
1968 :: Lavra Dor (CM) (cofot. Thomaz Farkas)
1966 :: Pierre Si Fou (CM) (cofot. Carlos Reichenbach) (inacabado)
1966 :: O Lobisomem (CM)
1963 :: Passes (CM) (dir., fot.)

:: Filmografia com Diretor ::

1970 :: República da Traição

Prêmios

2003 :: Prêmio de Melhor Fotografia no Festival de Cinema de Gramado pelo curta-metragem Carolina, de Jeferson De.

Bibliografia

Livros:

ALMEIDA, Paulo Sérgio; OLIVEIRA, José Maria de. (org.). Quem é Quem no Cinema. Rio de Janeiro: Iluminuras, 2003.

SILVA NETO, Antônio Leão da. Dicionário de Fotógrafos do Cinema Brasileiro. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2011.

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/fabio-carvalho/

FILMEB. http://www.filmeb.com.br/

MULTIPLY. http://carlosebert.multiply.com/

História do Cinema Brasileiro

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