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Celso Furtado (1920-2004)

Biografia

FOTO Celso FurtadoCelso Monteiro Furtado, mais conhecido como Celso Furtado, foi um economista brasileiro nascido em Pombal (PB) no dia 26 de julho de 1920. Foi um dos mais destacados intelectuais do país ao longo do século XX. Suas ideias sobre o desenvolvimento e o subdesenvolvimento enfatizavam o papel do Estado na economia, com a adoção de um modelo de desenvolvimento econômico de corte keynesiano.

Na tentativa de explicar as causas do subdesenvolvimento brasileiro, Celso Furtado analisou a história do país considerando o modelo centro-periferia, não muito comum no pensamento econômico até então. Furtado defendia que o Brasil era periferia em relação ao centro, composto por países europeus e pelos Estados Unidos, até o fim do ciclo do café. Por consequência, o dinamismo do país era desproporcionalmente dependente das condições econômicas do centro. Além desse desequilíbrio, o Brasil possuía uma lógica social e econômica própria na qual uma economia de subsistência e com muito baixa produtividade existia ao lado de uma economia altamente dinâmica voltada à exportação. A relação entre as duas caracterizou os diferentes ciclos do país: ciclo da cana-de-açúcar, ciclo do ouro e ciclo do café. Esse último permitiu o início de um forte processo de industrialização no país. No entanto, por conta de sua posição de periferia e o desequilíbrio entre suas duas “economias” internas, o Brasil teve que constantemente enfrentar dois grandes problemas: inflação e desigualdade de renda.

Filho de Maurício Medeiros Furtado e de Maria Alice Monteiro Furtado. Em 1944, formou-se em Direito. Em janeiro de 1945, embarcou para a Itália como aspirante a oficial da Força Expedicionária Brasileira (Feb). Retornou ao Brasil em agosto, onde permaneceu até 1946.

Em 1947, viajou para a Inglaterra para um período de estudos na London School of Economics. Retornando ao Brasil, foi trabalhar na Fundação Getulio Vargas. Em 1949, transferiu-se para Santiago do Chile para trabalhar na recém-criada Comissão Econômica para a América Latina (Cepal). No ano seguinte, em 1950, foi nomeado diretor da divisão de Desenvolvimento Econômico desta Comissão.

Em 1953, transferiu-se para o Rio de Janeiro, convidado para presidir o Grupo Misto de Estudos criado a partir de um convênio celebrado entre a Cepal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE). Em outubro de 1955 retornou à sede da Cepal, em Santiago do Chile, para dirigir um estudo sobre a economia mexicana, o que acabou resultando em nova mudança, desta vez para a Cidade do México, em 1956.

Em 1958, foi nomeado pelo então Presidente Juscelino Kubitschek interventor junto ao Grupo de Trabalho para o Desenvolvimento do Nordeste (GTDN). Em janeiro de 1959 realizou-se no Palácio Rio Negro, em Petrópolis (RJ), uma reunião convocada por Kubitschek para discutir a situação do Nordeste, que atravessava grave crise decorrente da seca. Celso Furtado apresentou ao presidente da República os resultados dos estudos que vinha realizando junto ao GTDN, recebendo a incumbência de elaborar um plano de política econômica para aquela região.

Em nova reunião convocada por Kubitschek um mês depois no palácio do Catete, Celso Furtado expôs seu trabalho, lançando-se a idéia de transformação do Conselho de Desenvolvimento do Nordeste (Codeno) em uma estrutura mais atuante, que daria origem à Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), criada como meta especial do governo Kubitschek. Ainda no mês de fevereiro foi enviado ao Congresso Nacional o projeto que propunha a criação da Sudene, com sede em Recife, e a indicação de Celso Furtado como superintendente.

A Sudene foi criada em meio a um grande movimento de opinião pública que assumiu caráter nacional. O anteprojeto de lei dispondo sobre sua criação teve difícil tramitação no Congresso, devido a resistências à nomeação de Furtado para dirigir o órgão. Enquanto trabalhava na organização da entidade, Celso Furtado empenhou-se na luta pela aprovação do projeto no Congresso e por sua aceitação pela opinião pública.

Em 27 de maio de 1959, finalmente, a Câmara dos Deputados aprovou a criação da Sudene, e a 13 de dezembro seguinte foi sancionada a Lei nº 3.692 que instituía o novo órgão, vinculado diretamente à presidência da República. A Sudene era definida como uma agência de desenvolvimento regional, incumbida de planejar e coordenar os programas socioeconômicos de interesse do Nordeste, sendo-lhe conferido o poder de atuar como órgão centralizador dos investimentos federais na região.

Nomeado primeiro superintendente da Sudene, Celso Furtado foi designado pelo BNDE para coordenar em Recife a instalação do novo órgão. A fim de sistematizar os trabalhos e assegurar-lhes continuidade de ação, a Sudene passou a operar em função de planos plurianuais, denominados planos diretores de desenvolvimento econômico e social do Nordeste.

Em maio de 1960, foi encaminhado ao Congresso o primeiro destes planos diretores, que provocou intenso debate político. O plano norteava-se por quatro diretrizes: a sistematização dos investimentos em matéria de transportes, o aumento da capacidade de energia elétrica, o aproveitamento dos recursos humanos e a reestruturação da economia rural. Outros objetivos eram a industrialização, a colonização do Maranhão, a criação de uma reserva alimentar de emergência e o levantamento dos recursos minerais. O plano também facultava à Sudene a organização ou a incorporação de sociedades de economia mista com o fim de executar obras tidas como prioritárias para o desenvolvimento regional.

A oposição ao I Plano Diretor da Sudene – liderada por políticos nordestinos ligados a setores que receavam perder suas posições e privilégios com a atuação da Sudene – foi finalmente derrotada na Câmara dos Deputados que, em agosto de 1961, o aprovou.

Em 25 de agosto de 1961, Jânio Quadros renunciou à presidência da República, provocando uma grave crise política no país. Os ministros militares decidiram vetar a posse do vice-presidente João Goulart. Neste período, Celso Furtado continuou na superintendência da Sudene. Em 1962, nomeado por Goulart para ocupar o ministério do Planejamento, seria incumbido de elaborar, em dois meses, um plano de política econômica para o governo, que foi divulgado oficialmente em 30 de dezembro com o nome de Plano Trienal de Desenvolvimento Econômico e Social.

A política econômica do governo presidencialista de Goulart baseou-se nas diretrizes traçadas pelo Plano Trienal, executado sob a direção de Celso Furtado e San Tiago Dantas. Com o fracasso dos planos de estabilização e de crescimento econômico propostos pelo Plano Trienal, Goulart decidiu promover mudanças em seu ministério. Em fins de junho deixou o cargo de ministro e voltou a Recife para dedicar-se integralmente à Sudene até 31 de março de 1964, quando eclodiu o movimento político-militar que depôs Goulart e instaurou novo regime no país, forçando sua saída do órgão. Com a edição do Ato Institucional nº 1 (AI-1), Celso Furtado teve seu nome incluído na primeira lista de cassados.

Em meados de abril, embarcou no Rio de Janeiro para Santiago do Chile, a convite do Instituto Latino-Americano para Estudos de Desenvolvimento (Ildes), ligado à Cepal. Em setembro, mudou-se para New Haven, nos Estados Unidos, assumindo o cargo de pesquisador graduado do Instituto de Estudos do Desenvolvimento da Universidade de Yale. Daí em diante, dedicou-se a atividades de ensino e pesquisa nas universidades de Yale, Harvard e Colúmbia, nos EUA, de Cambridge, na Inglaterra, e da Sorbonne, na França, onde assumiu a cátedra de professor efetivo a convite da Faculdade de Direito e Ciências Econômicas da Universidade de Paris.

Durante toda a década de 1970, dedicou-se intensamente a atividades docentes e à redação e publicação de livros. Foi beneficiado pela anistia decretada em agosto de 1979. Em agosto de 1981, filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), agremiação criada a partir da extinção do bipartidarismo em novembro de 1979.

Em 1984, participou intensamente da campanha de Tancredo Neves às eleições indiretas para a presidência da República. Em janeiro de 1985 foi convidado para participar da comissão destinada a elaborar o Plano de Ação do Governo de Tancredo. Ainda em março, foi indicado pelo então Presidente José Sarney, empossado com a morte de Tancredo Neves, embaixador do Brasil junto à Comunidade Econômica Européia sediada em Bruxelas, na Bélgica, assumindo o posto em outubro. Em fevereiro de 1986, substituiu o Ministro Aluísio Pimenta na pasta da Cultura.

De 1986 a 1988, foi ministro da Cultura do governo José Sarney, quando criou a primeira legislação de incentivos fiscais à cultura. No entanto, em agosto de 1988, transmitiu o cargo. Sua ação como Ministro foi bastante contestada por, na visão de seus críticos, ter promovido o sucateamento dos órgãos e entidades criados no período do regime militar, mas que garantiam a subsistência de várias áreas da cultura brasileira. Tais órgãos seriam extintos no governo seguinte, o de Fernando Collor de Mello.

Fora do governo, nos anos seguintes, voltou-se novamente para suas atividades literárias e vida acadêmica, participando de diferentes comissões internacionais. Morando seis meses por ano em Paris, passou a integrar, como membro permanente, a Comissão de Desenvolvimento e Cultura da Organização das Nações Unidas (ONU). Em 1997 tornou-se membro do Comitê de Bioética da Unesco. Em 31 de outubro de 1997, tomou posse na Academia Brasileira de Letras (ABL).

Celso Furtado faz parte dos pensadores brasileiros que consideram o subdesenvolvimento como uma forma de organização social no interior do sistema capitalista, sendo contrário à ideia de que seja uma etapa para o desenvolvimento, como podem sugerir os termos de país emergente e em desenvolvimento. Na verdade, o subdesenvolvimento é um processo estrutural específico e não uma fase pela qual tenham passado os países hoje considerados desenvolvidos.

Os países subdesenvolvidos tiveram, segundo Furtado, um processo de industrialização indireto, ou seja, como consequência do desenvolvimento dos países industrializados. Este processo histórico específico do Brasil criou uma industrialização dependente dos países já desenvolvidos e, portanto, não poderia jamais ser superado sem uma forte intervenção estatal que redirecionasse o excedente, até então usado para o “consumo conspícuo” das classes altas, para o setor produtivo. Note-se que isto não significava uma transformação do sistema produtivo por completo, mas um redirecionamento da política econômica e social do país que levasse em conta o verdadeiro desenvolvimento social.

Faleceu no Rio de Janeiro, em 20 de novembro de 2004. Foi casado em primeiras núpcias com Lúcia Piave Tosi, com quem teve dois filhos e, em segundas núpcias, com a jornalista Rosa Freire d’Aguiar.

Em 25 de setembro de 2009, foi inaugurada a Biblioteca Celso Furtado contendo os 7542 livros que pertenceram ao autor.

Livros Publicados

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FURTADO, Celso. O Longo Amanhecer: reflexões sobre a formação do Brasil. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

FURTADO, Celso. O Capitalismo Global. São Paulo: Paz e Terra, 1998.
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FURTADO, Celso. Seca e poder: entrevista com Celso Furtado. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 1998.

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FURTADO, Celso. Os Ares do Mundo. São Paulo: Paz e Terra, 1991.

FURTADO, Celso. ABC da dívida externa: o que fazer para tirar o país da crise financeira. São Paulo: Paz e Terra, 1989.

FURTADO, Celso. A fantasia desfeita. São Paulo: Paz e Terra, 1989.

FURTADO, Celso. Transformação e crise na economia mundial. São Paulo: Paz e Terra, 1987.

FURTADO, Celso. A fantasia organizada. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.

FURTADO, Celso. Cultura e desenvolvimento em época de crise. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.

FURTADO, Celso. Não à recessão e ao desemprego. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.

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FURTADO, Celso. O Brasil Pós-“Milagre”. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981. (Coleção Estudos Brasileiros).

FURTADO, Celso. Pequena introdução ao desenvolvimento – um enfoque interdisplinar. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1980.

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