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Claro (1975)

Uma mulher caminha pela cidade de Roma. Ela canta, grita e discursa sob os olhares atentos das pessoas que transitam pelas ruas, parque e praças da cidade. Ela e Glauber Rocha conversam junto a um grande edifício. A mesma mulher envolve-se com uma série de tipos característicos como um travesti, com quem conversa longamente, ou os irmãos Mario e Carlo, filhos de um capitalista confesso, e ainda participa de algumas manifestações anti-fascistas transitando entre os manifestantes. Mario e Carlo discutem a possibilidade de matar o pai para ficarem com seu dinheiro enquanto o americano Manson, trancafiado em um quarto, revela a amiga Yvone toda sua amargura em relação às lembranças da Guerra do Vietnã. Junto a uma região pobre da cidade, a mulher, acompanhada de Glauber, caminha entre casas. A presença dos dois causa alvoroço. Eles conversam e discutem com moradores locais. Sentado em uma cadeira de balanço, ele canta e fala ao telefone enquanto escuta algumas músicas brasileiras. Imagens de pinturas, noticias de jornais italianos, capas de revistas e pessoas confundem-se ao som das músicas.

Elenco

Berto, Juliet (Moça)
Bene, Carmelo (Travesti)
Mackay (Carlo)
Waldon, Luis (Manson)
Best, Betina (Leilla)
Taylor, Yvonne (Yvone)
Serrao, Francesco (Capitalista)
Cachorro
Olmedo
Janet, Janine
Liguori, Luciana
Romano del Forum
Carini, Anna
Maria, Luís
Scott, Tony (Mário)
Glauber Rocha
Ristum, Jirges
População de Roma
Adarire, Peta

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Claro (1975) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Glauber Rocha
Argumento: Glauber Rocha
Roteiro: Glauber Rocha
Assistência de direção: Carini, Anna
Continuidade: Jemma, Patrizia
Produção: Marucchi, Alberto; Tamburella, Marco
Direção de produção: Auteri, Ugo Persichetti
Produção executiva: Lovatelli, Giacomo
Direção de fotografia: Mario Gianni e Altan, Cristina
Câmera: Mario Gianni
Assistência de câmera: Prandi, Emanuele; Raccio, Renato
Fotografia de cena: Moon
Eletricista: Catini, Delio
Maquinista: Catalini, Luigi
Direção de som: Magara, Manlio; Magara, Davide
Mixagem: Tallone
Operador de microfone: Savoia, Lionello Pio Di
Montagem: Altan, Cristiana Tullio
Figurinos: Kosak, Metka
Cenografia: Barcelloni, Gianni
Companhia(s) produtora(s): DPT-SPA

Brasil/Itália | 35mm, COR, 106min, 2.909m, 24q, Eastmancolor, 1:1’37

Dados adicionais de música
Música de: Villa-Lobos, Heitor;

Música de: Bellini, Vicenzo;

Título da música: Primavera
Música de: Vivaldi, Antonio;

Música de: Barro, João de

Canção
Título: Espanhola;
Autor da canção: Lacerda, Benedito e Lobo, Haroldo;

Título: Índia;
Autor da canção: Flores, José Asunción e Guerrero, Manuel Ortiz

Título: Samba de roda;

Título: Maculelê;

Título: Bella Ciao;

Intérprete: Costa, Gal

Título: Casta Diva;

Título: Internacional;

Título: Bandiera Rossa;

Título: Carnaval

Locação: Roma – IT

Bibliografia

Livros:

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
CB/LM
Jornal do Brasil, 26.07.1976, p. 14/08
OS/RTM

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Claro. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/claro/

História do Cinema Brasileiro

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2 comentários sobre “Claro (1975)

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