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Como era gostoso o meu francês (1970)

Sinopse

No Brasil quinhentista, os franceses invadem parte da costa do Rio de Janeiro. Em uma ilha, um pequeno grupo deles se rebela, e os integrantes são condenados à morte. Um dos franceses se atira ao mar e é tido como morto. Ele vai dar no continente e é novamente capturado pelos índios tupiniquins e pelos portugueses, que estavam munidos de canhões para combater os inimigos. Eles são atacados pelos índios tupinambás, amigo dos franceses, e os portugueses são mortos. Os nativos confundem o francês com o conquistador português e o levam prisioneiro até a tribo, juntamente com os canhões. Tapiruçu, o irmão do cacique, fora morto e os tupinambás querem vingança. As maracas profetizaram que eles capturariam um importante português. A tribo canibal decide matar o francês e comê-lo depois de oito luas. Eles lhe arranjam uma esposa e ele viverá com os índios durante este período. Um mercador francês aparece, de tempos em tempos, na tribo. Ele traz presentes em troca de pimenta e pau-brasil. Os índios pedem que ele reconheça a nacionalidade do prisioneiro. Atendendo a interesses próprios, o mercador diz se tratar de um português. Para o prisioneiro, diz que o levará para a França quando voltar à tribo desde que ele recolha bastante pau-brasil e pimenta. O francês ensina o manuseio do canhão aos tupinambás e aprende a usar o arco e a flecha. O francês descobre que existe uma grande quantidade de moedas de ouro enterradas na aldeia. Quando o mercador retorna, os tupinambás querem pólvora. Ele tenta ludibriar os índios, por considerar a pólvora algo extremamente perigoso. O prisioneiro convence-o a consegui-la, em troca das moedas de ouro. O ganancioso mercador quer todo dinheiro para si e, depois de uma briga com o cativo, é morto. Próximo a data do ritual, onde será canibalizado, o francês tenta fugir. Ele é flechado, não fatalmente, pela esposa e sua canoa está furada. Passadas as oito luas, ele é morto e comido pelos tupinambás.

Como era gostoso o meu francês (1970) tem direção de Nelson Pereira dos Santos.

Elenco

Colassanti, Arduino (Francês)
Magalhães, Ana Maria (Seboipepe)
Imbassahy Filho, Eduardo (Cunhambebe)
Colasanti, Manfredo (Mercador francês)
Kleber, José (Pajé)
Arcanjo, Gabriel (Guerreiro)
Lacerda, Luiz Carlos (Capitão francês)
Silva, Jorge Rodrigues da
Soares, José (Índio)
Batista, Josué Amaral
Freitas, Erley J.
Santiago, Janira (Índia)
Miranda, Ana Maria (Índia)
Barbosa, Marlete Ribeiro
Lima, Maria de Souza (Índia)
Silva, Ilde Miranda da
Santos, Lídia Maia
Carvalho, Rose de
Carvalho, Heloísa de
Santos, Gildete dos

Narração:
Moreira, Célio

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Como era gostoso o meu francês (1970) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Nelson Pereira dos Santos
Argumento: Nelson Pereira dos Santos
Roteiro: Nelson Pereira dos Santos
Diálogos: Mauro, Humberto
Assistência de direção: Freitas, Luiz Carlos Lacerda de; Camuyrano, Carlos Alberto
Produção: Eckstein, Klaus Manfred; Santos, Nelson Pereira dos; Barreto, Luis Carlos; Thedim, César
Equipe de produção: Diniz, Carlos Alberto; Soares, Antônio Mendes; Mello, Raimundo B. de; Santos Filho, Nelson Pereira dos; Quirino, Pedro Jaconi; Soares Filho, Mário; Nunes, Francisco Vieira
Gerente de produção: Gentil, Pedro Aurélio
Direção de fotografia: Lutfi, Dib
Câmera: Lutfi, Dib
Assistência de câmera: Nunes, Ronaldo
Fotografia de cena: Noel, Rogério
Eletricista: Dórea, Sandoval; Silva, Jorge Rodrigues da; Medeiros, Ruy
Técnico de som: Ribeiro, Nelson
Montagem: Camuyrano, Carlos Alberto
Assistente de montagem: Justo, Jayme Soares
Figurinos: Chaves, Mara
Cenografia: Monteiro, Regys
Letreiros: Surtan, Waldir
Assistencia de cenografia: Mello, Marco Antônio; Goebel, Nilde
Maquiagem: Santiago, Janira; Boechat, René; Fernando, Hélio; Silva, Diva Correia da; Soares, José; Batista, Josué Amaral
Trilha musical: Rodrix, Zé
Companhia(s) produtora(s): Condor Filmes; Produções Cinematográficas L.C. Barreto Ltda.
Companhia(s) distribuidora(s): Condor Filmes; Embrafilme – Empresa Brasileira de Filmes S.A.

Dados adicionais de música
Intérprete(s): Rodrix, Zé

Locação: Paraty – RJ

Prêmios

Troféu Carlitos do Prêmio APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, 1972, de Melhor Revelação do Ano para Magalhães, Ana Maria..
Melhor Diretor no Prêmio Air France de Cinema, 1972..
Melhor Roteiro para Santos,Nelson Pereira dos, Melhor Diálogo para Mauro, Humberto e Santos, Nelson Pereira dos, Melhor Cenografia para Monteiro, Regys; Prêmio Carmen Santos, 1972, do INC – Instituto Nacional de Cinema por Melhor produção para Barreto, Luiz Carlos e Santos, Nelson Pereira dos e Prêmio de Opinião Pública no Festival de Brasília, 7, 1971, Brasília – DF..
Melhor Produtor (Santos, Nelson Pereira dos e Barreto, Luiz Carlos) e Prêmio Carmen Santos – INC 1971..
Prêmio Adicional de Qualidade INC, 1972.

Bibliografia

Fontes de Referência

Internet:

CINEMATECA BRASILEIRA. http://www.cinemateca.org.br/

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
CB/EMB-110.2-00219
O Estado de S. Paulo, 02.07.1972
HS/NPS
Guia de Filmes, 37
ALSN/DFB-LM
FBR/7
Embrafilme/Catálogo 1986

Fontes consultadas:
ACPJ/II
JCR/IBC
FBR/16
Folha de S. Paulo, 18.05.1972
AV/HM

Observações:
Existem no filme citações de ; , além de alguns viajantes oitocentistas.
ACPJ/II acrescenta: Difiilm S.A. na apresentação; como gerente de produção; como assistente de gerente de produção; em quadros; e na música e no elenco ; ; e .
AV/HM indica , e como responsáveis pelos efeitos sonoros e Guia de Filmes, 37 como som.
AV/HM e Guia de Filmes, 37 indicam e para figurino/vestuário.
Guia de Filmes 37, AV/HM e HS/NPS acrescentam ao elenco interpretando o personagem Capitão francês.
Guia de Filmes 37, ALSN/DFB-LM e HS/NPS indicam em pesquisa etnográfica/histórica.
ALSN/DFB-LM informa que filme foi selecionado para representar o Brasil no Festival de Berlim, 1971 – DE.

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