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Como vai, vai bem? (1968)

Sinopse

Dois fanáticos torcedores do Flamengo se embebedam após derrota do time; um voyeurista espia, de binóculo, a nudez da vizinha; um suburbano mata a esposa por conta de uma galinha; um pai ambicioso ganha dinheiro com a filha que finge ver Nossa Senhora; um casal de namorados procura desesperadamente satisfazer seus desejos sexuais; um padre tenta extorquir mais esmolas de seus paroquianos; um homem casado, para sobreviver, se apresenta como travesti em uma boate; um suburbano se prepara para cantar, como calouro, no Programa do Chacrinha.

Elenco

Paulo José …. Astolfo torcedor, Voyeurista, Padrasto, Delegado, Padre Bentinho e Travesti)
Flávio Migliaccio …. Torcedor, Amigo do voyeurista, Chefe de família, Aleijado que reza, Sérgio namorado, Irmão Bernardini organista, Amigo da boate e Zeca)
Parente, Ana Maria
MacDowell, Cláudio
Ribeiro, Isabel (Amiga de Tereza)
Gladys, Maria (Tereza)
Carvana, Hugo (Amigo de Sérgio)
Alvarez, Irma (Mulher do travesti)
Labanca (Dono da boate)
Cardoso, Yolanda (Tia de Tereza)
Chacrinha
Mugstones, Os
Marzullo, Antonia (Avó da santinha)
Marzullo, Dinorah
Penna, Jurema (Mãe da santinha)
Tania, Márcia
Balbino, Maria
Costa, Regina (Santinha)
Stessens, Ruth
Soares, Walter
Cristikaya, Wanda
Creuza Carvalho …. Mulher do chefe de família
Rosa, Celina
Denise
Luana
Chantal, Marie
Dória
Rildo
Bethânia
Pedrinho
Cabecinha
China
Renato
Assis

Carlos, Antonio
Rosenblitz, Regina

Participação especial:
Billy Davis …. Coreógrafo

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Como vai, vai bem? (1968) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção:
Argumento: Grupo Câmara
Roteiro: Grupo Câmara
Diálogos: Grupo Câmara
Assistência de direção: Bohadana, Estrela; Luz, Sergio; Cohen, Alzira
Continuidade: Brito, Aldo de Sá
Produção executiva: Pretti, Luiz Paulo
Produtor associado: Pires, Roberto; José, Paulo
Assistência de produção: Alves, Amauri
Gerente de produção: Salvá, Valquíria; Colcher, Raul; Abreu, Carlos Alberto
Direção de fotografia: Salvá, Alberto; Pretti, Luiz Paulo
Assistência de fotografia: Chutorianscy, Daniel; Veríssimo, Paulo
Câmera: Salvá, Alberto; Pretti, Luiz Paulo
Fotografia de cena: Cavalcanti, Alcyr; Santos, Jessel dos
Eletricista: Moraes, Armínio
Assistente de eletrecista: Alves, Amauri
Direção de som: Barrozo Netto, Hélio
Técnico de som: Muniz, Celso
Ruídos de sala: Goulart, Walter
Montagem: Salvá, Alberto
Assistência de edição: Cohen, Alzira; Alves, Amauri
Figurinos: Monteiro, Régis
Cenografia: Monteiro, Régis
Títulos de apresentação: Irmãos Capela
Seleção musical: Assis, Joaquim de
Companhia(s) produtora(s): Grupo Câmara Produções Cinematográficas Ltda.
Companhia(s) distribuidora(s): Cinedistri – Companhia Produtora e Distribuidora de Filmes Nacionais

Canção
Título: Mamãe passou açúcar ni mim
Autor da canção: Imperial, Carlos
Intérprete: Os Mugstones

Bibliografia

Fontes utilizadas:
Material examinado
CB/Ficha Filmográfica
Guia de Filmes, 21
Certificado de Censura Federal
FBR/4
Fontes consultadas:
ACPJ/II
JW/CF
JN/Imigrantes – Espanhóis II

Livros:

BALADI, Mauro. Dicionário de Cinema Brasileiro: filmes de longa-metragem produzidos entre 1909 e 2012. São Paulo: Martins Fortes, 2013.

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Disponível em: ///

Observações:
Participou do 4º Festival de Brasília, 1968, Brasília – DF.
FBR/4 aponta ; ; ; ; ; e como diretores e grafa como diretor de fotografia.
A caracterização de foi feita com produtos e perucas Fiszpan.

História do Cinema Brasileiro

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