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Contrabando (1957)

Sinopse

FOTO Contrabando

Elenco

Martinho, Gilberto (Timoshenko)
Roberto Batalin
Bonnacorsi, Ana Maria
Wilson Grey
Couto, Glaro (Lester)
Maia, Waldir
Amaral, Helena
Ghiu, Al
Godoy, Manon
Ramos, Fernando
Imperial, Carlos
Gasper, Elisabeth
Strauss, Carlos
Lenhart, Ida
Costa, Aloísio
Mello, José
Sottomayor, Rosemary
Paron, Domingos
Karan, Adonis
Meira, Luiz
Machado, Itamar
Luna, Ricardo
Carvana, Hugo
Aguiar, Jairo
Morais, Celso
Don Gravatinha
Siciliano, Francisco
Pataro, Marlene
Andrade, Antônio Carlos de
Barbosa, Hildemar
Valles, João
Cintra, Mozart
Domingues, Johanes
Machado, Milton
Miguez, Claudino
Araújo, Eliseu
Miranda, Carlos
Pupa, Rafael
Saraiva, Lionel
Nogueira, Lysis

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Contrabando (1957) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Eduardo Llorente
Argumento: Damata, Gasparino; Gonçalves, Martim
Roteiro: Joseph, Dimas
Assistência de direção: Pessoa, Floriano Peixoto
Produção: Ghiu, Al
Assistência de produção: Barbosa, Hildemar; Andrade, Antônio Carlos de; Couto, Glauro
Gerente de produção: Andrade, Carlos
Direção de fotografia: Riva, Ângelo
Câmera: Traverso, Jorge
Fotografia de cena: Vilas-Boas, Edson
Chefe eletricista: Antonio, Luis
Direção de som: Canfora, Galileu
Sonografia: Rabelo, Silvio
Montagem: Baldaconi, Giuseppe
Edição: Baldaconi, Giuseppe
Cenografia: Marco, Antonio de
Maquiagem: Mosquito
Arranjos musicais: Portoalegre, Walter Schultz
Música: Miranda, Romeu
Companhia produtora: Al Ghiu Filmes
Companhia distribuidora: Art Films S.A.

Dados adicionais de música
Instrumentista: Moura, Paulo – sax; Ferreira, Durval – guitarra e Gagliardi, Fausto – baixo

Canção
Título: Noite escura;
Autor da canção: Cupello, Nicolino e Frota, Ana;

Título: Noite no Rio;
Autor da canção: Ribeiro, Aor e Mascarenhas, Mário;

Título: Fogo de paixão
Autor da canção: Almeida, Pedro e Milton, Alézio

Bibliografia

Internet:

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Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
FCB/FF
FR-LFM/ECB
ACPJ/I
AV/ICB
CENS/I
A Voz do Vale da Paraíba Taubaté, 05.05.1954
Diário de São Paulo, 13.05.1954
A Noite, 02.04.1955

Fontes consultadas:
SCP/HICB

Observações:
Os letreiros informam: Os fatos narrados aconteceram há alguns anos e foram adaptados para este filme dos arquivos da Fiscalização Aduaneira.
FR-LFM/ECB não inclui Wilson Grey ao elenco, além de datar o filme em 1954-1956.
Diário de São Paulo de 13.05.1954 afirma que a atriz Maria Bonnacorsi “(…) foi contratada por Latini Studios (…) e acrescenta ao elenco Miriam Moema (em substituição a Aurora Duarte); Monique Bardot; Julie Bardot; José Lewgoy; Fernando Pereira; Roberto Batalin (o único que chegou a conclusão do filme) e Altair Villar.
Voz do Vale do Paraiba Taubaté de 04.05.1954 informa que a produção de Contrabando (…) foi iniciada pelos irmãos Lattini. Ao jornal A Noite, Mário Latini deu a seguinte declaração: A filmagem de CONTRABANDO foi interrompida com 3.600 metros de película já rodadas, faltando apenas para o seu concluso, a parte em que os artistas contratados viverão os mais empolgantes lances da história. Figuram no elenco vários artistas conhecidos do nosso público e outros, que irão concorrer com a sua experiência. Devido a maior parte das cenas, serem filmadas fora de estúdio, a filmagem ficará mais barata, não saindo, porém, por menos de um milhão e meio de cruzeiros. As primeiras cenas rodadas foram tôdas tomadas no cais do pôrto. São flagrantes da chegada de grandes navios. Durante êsses momentos, foi possível focalizar, depois de muitos dias de espera, a passagem de alguns pequenos contrabandos, mais conhecidos na gíria do cais, como ‘bagulho’. Focalizamos, por exemplo, o caso de uma senhora estrangeira, que ostentando uma caixa de bombons de fundo falso, tentava passar. Os guardas que a detiveram encontraram, escondidos na caixa, dezenas de colares de pérolas. Várias outras cenas de apreensão de ‘bagulhos’ foram também obtidas. No início do trabalho, houve certa incompreensão por parte de alguns estivadores, que julgaram ser o filme contra a laboriosa classe, porém, mais tarde, chegaram à conclusão que nada tínhamos contra êles e ficaram nossos amigos. Apesar de termos recebido tôda a espécie de colaboração por parte das autoridades portuárias, as filmagens foram realizadas, sob ameaças de contrabandistas, sendo necessário a presença de policiais do Departamento Federal de Segurança Pública, a fim de garantirem o êxito do nosso trabalho.

História do Cinema Brasileiro

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