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Diogo Mainardi

Diogo Briso Mainardi (São Paulo, 22 de setembro de 1962) é um escritor, produtor, roteirista de cinema e colunista brasileiro.

Nos últimos anos, tornou-se um conhecido nome no Brasil, principalmente devido à divulgação de sua coluna semanal na revista Veja, onde tece críticas à sociedade brasileira e às tendências políticas em geral. É um crítico constante do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, sobre quem escreveu o livro Lula é minha anta, que reúne uma coletânea de crônicas sobre o escândalo do mensalão publicadas pelo autor na revista Veja, da qual é colunista. Diogo Mainardi é irmão do cineasta Vinícius Mainardi.

Filho do publicitário Enio Mainardi, tendo nascido na capital paulista, Mainardi viveu mais de catorze anos em Veneza, Itália. Depois, mudou-se para o Rio de Janeiro, mas declarou recentemente que vai voltar a emigrar do Brasil.

Antes de morar em Veneza, ingressou na London School of Economics, mas só concluiu o primeiro ano. Em 1980, na cidade de Londres, Inglaterra, conheceu Ivan Lessa, a quem considera, ao lado de Paulo Francis, seu mentor. Segundo o próprio Mainardi, ele abandonou os estudos universitários para poder ler os livros (principalmente Graham Greene) que Ivan Lessa lhe emprestava.

Mudou-se, então, para a Itália, onde casou-se com uma italiana, com quem hoje tem dois filhos. O primeiro, devido a problemas no parto, sofre de paralisia cerebral, o que obrigou Mainardi a voltar a morar no Brasil, especificamente na cidade de Rio de Janeiro.

Ainda em Veneza, ao trabalhar como colunista da Revista Veja, tornou-se um forte crítico do Brasil. Em sua coluna na Veja, Mainardi tece comentários polêmicos, na maior parte das vezes dirigidos à classe política em geral.

Como roteirista, escreveu 16060 (1995) e Mater Dei (2000), filmados por seu irmão, o cineasta Vinícius Mainardi. Segundo Mainardi, seu filme não usou verba pública: Mater Dei foi custeado pelos próprios irmãos Mainardi e pelo multimilionário João Paulo Diniz[carece de fontes]. Os protagonistas do filme são Carolina Ferraz, Dan Stulbach e Gabriel Braga Nunes.

Mainardi publicou Malthus (1989), Arquipélago (1992), Polígono das Secas (1995), Contra o Brasil (1998) e A Tapas e Pontapés (2004). Por Malthus Mainardi ganhou o Prêmio Jabuti, em 1990.[8] Escreveu em 2007 o livro Lula É Minha Anta.

Em Polígono das Secas, Mainardi questiona os mitos sertanejos e a literatura brasileira neles baseada.

Contra o Brasil traz como protagonista Pimenta Bueno, um anti-herói que percorre o livro de ponta a ponta repetindo frases de figuras históricas reais que proferiram as mais diversas imprecações contra o Brasil.

Diogo também traduziu Le città invisibili (As cidades invisíveis) de Ítalo Calvino, Como faço o que faço e talvez inclusive o porquê de Gore Vidal, e Um punhado de pó de Evelyn Waugh.

História do Cinema Brasileiro

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