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Dona Violante Miranda (1960)

Sinopse

O prefeito da cidade de Bragolândia faz uma homenagem à Dona Violante Miranda que morrera há cinco anos. Dona Boneca conta a estória da estimada amiga a um jornalista, dizendo que, por volta de 1933, Violante fora uma cafetina em São Paulo. Certo dia, Rosita, uma de suas meninas, fica doente e morre, deixando uma filha recém-nascida. Ao saber da triste estória da moça, que era de Bragolândia e fora expulsa de casa pelo pai, Violante resolve cuidar da menina. Quando esta completa oito anos, para ser aceita no colégio é preciso que os pais sejam casados. Violante casa-se e vira fazendeira em Bragolândia, dando vida boa a Filhinha. Aos 13 anos, a menina, crescida, fica noiva do filho de um importante coronel da cidade. Violante descobre que o prefeito é o avô da menina. Para estabelecer alianças políticas, o coronel fica amigo de Violante, contando-lhe toda a estória da filha Rosita. Com medo de perder Filhinha esconde a verdadeira origem da menina. Josete, amiga de Violante que já trabalhara para ela, volta rica de Paris, presenteando Filhinha com o vestido de noiva. Às vésperas do casamento, o coronel revela a Violante saber de seu passado, terminando, assim, o noivado do filho. Revoltada, Filhinha insulta a mãe. Violante resolve contar a verdadeira estória da menina, visto que o importante para os dois era a “origem” dela. Com isso, resolvem não desmanchar o casamento e Filhinha vai morar com o avô. Muito triste, Violante se sente injustiçada e resolve viver para fazer caridade. Dona Boneca leva o jornalista para que ele veja a capela que ela fez em homenagem à amiga.

Dercy Gonçalves interpreta dona Violante, uma rica mulher benemérita que se fez com a cafetinagem em um bordel de sua propriedade no centro de São Paulo. Ela tem uma neta adotiva, a quem dá uma educação refinadíssima.

Lançado em 1960, o filme tem texto escrito por Abílio Pereira de Almeida especialmente para ela, sob direção de Fernando de Barros, com trilha sonora de Aloísio de Oliveira, ex-componentee do Bando da Lua.

Elenco

Dercy Gonçalves …. Dona Violante
Odete Lara …. Josete
Freire, Marina (Dona Boneca)
Baleroni, Fernando (Tonico)
Coutinho, Célia (Rosita e Filhinha)
Albuquerque, Elisio de (Polidoro)
Faria, Celso (Gastão)
Mauro Mendonça …. Coronel Firmino
Mady, Labibe (Dona Gaby)
Cardeal, Mercia (Rosita Criança)
Restife, João (Cabo)
Prado, Alberto (Prefeito)
Peti, Odavlas (Jovem médico)
Rocha, Nadir (Zazá)
Bruno, Leonor (Santinha)
Arriegas, Manoela (Portuguesa)
Valeika, Giedre (Lulu)
Monaco, Marina (Lolo)
Oliveira, Ivani de (Fifi)
Rian, Elza (Marli)

Participação:
Jaime Costa
Mara di Carlo
Catalano
Francisco Dantas
Herval Rossano
Sonia Moraes
Wilson Grey
Nelson Gonçalves
Trio Irakitã

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Dona Violante Miranda (1960) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Fernando de Barros
Argumento: Abílio Pereira de Almeida
Roteiro: Abílio Pereira de Almeida, Barros, Fernando de; Cañizares, José
Diálogos: Abílio Pereira de Almeida
Estória Baseada na peça homônima Dona Violante Miranda, de Abílio Pereira de Almeida
Produção: Oswaldo Massaini e Abílio Pereira de Almeida
Direção de produção: Antonio Pereira de Almeida
Assistência de produção: Duarte, Nelson
Continuidade: Campos, Tereza
Direção de Fotografia: Ugo Lombardi
Câmera: Ugo Lombardi
Assistência de câmera: Costa, Gether
Chefe eletricista: Merino, Jaime
Direção de som: Maellaro, José
Montagem: Cañizares, José
Cenografia: Massenzi, Pierino
Contra-regra/acessórios de cenografia: Ribeiro, Manoel
Montagem de cenário: Dreos, José
Maquiagem: Merinow, Victor
Guarda-roupeira: Junqueira, Nieta
Trilha Sonora: Aloísio de Oliveira
Música: Figueiredo, Aloysio
Regente Maestro: Figueiredo, Aloysio
Companhia Produtora: Cinedistri Ltda.
Companhia Distribuidora: Cinedistri Ltda.

Bibliografia

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
O Estado de S. Paulo, 01.02.1987, Caderno 2, p. 06
Press-release
FCB/FF
CENS/I

Fontes consultadas:
LRB/CP
ACPJ/I
ALSN/DFB-LM
O Estado de S. Paulo, 26.08.1960 e 21.09.1986, Caderno 2, p. 06
Jornal do Brasil, 05.08.1960
Folha de S. Paulo, 25.08.1960
Correio da Manhã, 05.08.1960

Observações:
O Estado de São Paulo de 21.09.1960 indica a participação de Jaime Costa; Mara di Carlo; Catalano; Francisco Dantas; Herval Rossano; Sonia Moraes; Wilson Grey; Nelson Gonçalves e Trio Irakitã. No mesmo jornal, a 04.10.1960, o personagem de Fernando Baleroni aparece como Nhô Tonico.
Material de imprensa informa a duração de 75 minutos para o filme.
ACPJ/I chama Gether Costa de ; no elenco acrescenta Francisco Fabrizi e Neusa Rocha; chama a atriz Leonor Bruno de Eleonor Bruno.
ALSN/DFB-LM chama o ator Odavlas Peti de Odavlas Petri e o regente Aloysio Figueiredo de Aloysio de Oliveira, que teria participado do Bando da Lua.

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