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Fantasma por Acaso (1946)

Sinopse

Vítima de um desastre, um servente de escritório de uma empresa de aviação entrega a alma ao Criador. No céu, o espírito do pobre homem encontra com o espírito do pai do seu patrão, há tempos falecido e que, quando em vida, fora muito seu amigo. Isso oferece oportunidade para que o espírito do servente seja designado para voltar à terra afim de tutelar os passos do seu patrão, que se acha envolvido em dificuldades amorosas. Assim, sob a proteção do pai do jovem, que tudo prevê e provê, o espírito do servente novamente materializado se apresenta como representante de uma grande fábrica de aviões, e, maneirosamente se intromete na vida íntima do seu patrão. Após uma série de coisas, o servente logra cumprir sua missão – faz com que o patrão abandone a amante e passe a viver feliz ao lado de sua esposa – e volta ao céu.

Elenco

Oscarito …. Zezinho e Daniel Matos)
Brasini, Mário (Dr. Rubens)
Lacerda, Vanda (Clarice )
Gonçalves, Mary (Sônia)
Braga, Armando
Levi, Eugênia
Leite, Luiza Barreto (mãe de Clarice)
Renata Fronzi
Rubia, Mara
Coutinho, Edméa
Ferreira, Armando
Jorge, Zaquia
Santos, Enio

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Fantasma por Acaso (1946) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Moacyr Fenelon
Roteiro: Wanderlei, Paulo; Eugênio, Carlos
Estória Estória de Paulo Wanderley e Carlos Eugenio
Assistência de direção: Machado, Paulo
Direção de fotografia: Brasil, Edgar
Câmera: Mirilli, Robert
Sonografia: Coutinho, Jorge
Montagem: Noya, Waldemar
Cenografia: José Cajado Filho
Decoração: Lopes, Murilo
Maquiagem: Assis, Diva
Desenho de figurino: Alijo, Ruben
Penteados: Valentim
Companhia Produtora: Atlântida Empresa Cinematográfica do Brasil S.A.
Companhia Distribuidora: Atlântida Empresa Cinematográfica do Brasil S.A.

Dados adicionais de música
Orquestra: Gaó e sua orquestra

Instrumentista: Autuori, Leonidas; Benedito; Gagliardi, Gilberto; Batista, João e Quincas

Canção
Intérprete: Reis, Bidu;

Intérprete: Monteiro, Ciro;

Intérprete: Gonçalves, Nelson;

Intérprete: Borba, Emilinha

Título: Terra Sêca;
Autor da canção: Barroso, Ari;

Título: Apanhei-te cavaquinho;
Autor da canção: Nazareth, Ernesto;

Título: Lamento de uma raça
Autor da canção: Piedade, J. e Adjucto, José

Prêmios

Prêmio da Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos Prêmio Zé Carioca,1946, RJ, de Melhor Filme; de Melhor Diretor; de Melhor Atriz para Gonçalves, Mary.

Bibliografia

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
JIMS/OESP
JIMS/OESP II
JCB/Chan
CENS/DOU
MB/MFCA
FCB/FF
CS/FF

Livros:

BALADI, Mauro. Dicionário de Cinema Brasileiro: filmes de longa-metragem produzidos entre 1909 e 2012. São Paulo: Martins Fortes, 2013.

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/fantasma-por-acaso/

Fontes consultadas:
AV/ICB
ACPJ/I
ALSN/DFB-LM

Observações:
CB/Transcrição de letreiros informa, nos letreiros iniciais, que Ruben Alijo ficou responsável pelo modelo de Vanda Lacerda.
JCB/Chan indica argumento de José Cajado Filho e Carlos Eugênio; roteiro de Moacyr Fenelon, José Cajado Filho e Paulo Wanderlei.
CS/FF acrescenta ao elenco Brenda Mitchel e Alberto Sicardi como bailarinos.
ACPJ/I afirma que Roberto Machado foi o assistente de direção; Daniel Rocha escreveu os diálogos e a montagem esteve a cargo de Moacyr Fenelon. Ao elenco acrescenta Áurea Gally e Luiza Galvão. Ciro Monteiro teria cantado Terra seca, Nelson Gonçalves, “Três é demais” e Gaó e sua orquestra, Apanhei-te cavaquinho.
ALSN/DFB-LM indica distribuição pela U.C.B. – União Cinematográfica Brasileira S.A.. Filme de estréia no cinema brasileiro de Renata Fronzi.

História do Cinema Brasileiro

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Um comentário em “Fantasma por Acaso (1946)

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