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Fugitivos da Vida (1956)

Sinopse

Nos arredores de Santa Rita de Passa Quatro (SP), cinco criminosos se embrenham no sertão para fugir da vingança de homens brutais que os perseguem desde a civilização.

Elenco

Lorenzetti, Hercílio
Monteiro, Norma
Garcia, F. M. Peinado
César, Amaro
Paladino, Marta
Walquíria, Nereide
Garcia, Manoel
Angela Maria
Mota, Luiz
Ducat, Harry
Nori, Jayme
Dumas, Emilio
Nori Netto, Julio
Possebon, José
Miskulin, Adolfo
Ribeiro, Dorvaldo
Miskulin, Aurélio
Scomparini, Angelo
Bianchi, Mario
Silva, Clodoaldo
Garcia, Francisco
Franco, Francisco

Participação especial:
Lee, Monica

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Fugitivos da Vida (1956) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Máximo Sperandeo
Argumento: Lorenzetti, Hercilio
Roteiro: Tamilia, Máximo
Adaptação: Vilanova, Carlos
Assistência de direção: Llorente, Eduardo
Coreografia: Barros, Cid P.
Produção: Nori, Jayme
Direção de produção: Garcia, F. M. Peinado
Produtor associado: Nori, Narciso
Assistência de produção: Valdi, Mimmo
Gerente de produção: Valdi, Mimo
Direção de fotografia: Sperandeo, Máximo
Câmera: Alves, Mario
Assistência de câmera: Freitas, Carlos
Fotografia a confirmar: Mariano, Osvaldo
Chefe eletricista: Garcia, Francisco
Eletricista: Correia, Acacio; Santos, Osvaldo
Maquinista: Barioni, Valdomiro; Ribeiro, José Fausto; Leme, Indalecio de Souza
Direção de som: Ouwintchenko, Eugênio
Engenharia de som: Hack, Ernst
Assistente de som: Hack, Ernest
Técnico de gravações: Olsen, Hans
Montagem: Sparandeo, Máximo
Assistente de montagem: Olivo, Victor P.
Figurinos: Sampaio, Helena
Cenografia: Sabino, Alvaro Moacir; Vedovato, José
Decoração: Prado, Luiz Moura
Cabelereiro: Carla, Gilda
Maquiagem: Llorente, Eduardo
Vestuário: Sampaio, Helena
Música: Simonetti, Enrico
Companhia(s) produtora(s): Cinematográfica Santa Rita
Companhia(s) distribuidora(s): Ubayara Filmes

Canção
Título: Madrugada;
Autor da canção: Cosag, George;
Autor da música da canção: Cezar, Amaro
Intérprete: Duarte, Mary;

Título: Taça de fel
Autor da canção: Tedesco, Lino
Intérprete: Ardanuy, Norma

Bibliografia

Fontes de Referência

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
AV/ICB
FCB/FF
LRB/CP
CENS/I
ACPJ/I
ALSN/DFB-LM

Livros:

Internet:

Instituições Consultadas:

Arquivo da Cinemateca Brasileira
Arquivo Histórico da Universidade Federal de Juiz de Fora
Biblioteca da Universidade Federal de Juiz de Fora

Observações:

Letreiros iniciais: “Sempre existiram e existirão criaturas que se julgam incompreendidas; procuram no isolamento o conforto que não encontram na convivência entre seus semelhantes. São vencidos, os que não tem coragem para viver, lutar ou morrer. Êste filme focaliza o problema dêsses sêres que, não podendo enfrentar a realidade, pensam encontrar na fuga o perdão de seus atos ou a solução de seus fracassos. Assism começa uma história…”
ALNS/DFB informa: “Faz parte do ciclo de Santa Rita do Passa Quatro. Forte influência do ‘far west’ americano. O exibidor Jaime Nori foi figura importante, bancando vários filmes. O cinegrafista Massimo Sperandeo dirige, imprimindo ao filme uma atmosfera mítica, de personagens introspectivos, expressando-se em diálogos previsíveis e empolado. A quietude era outra marca do filme. Atores parados com câmera imóvel. Quando exibido em première no Museu de Arte, causou enormes controvérsias”
O ator Henri Ducat também aparece com o nome .
Outras fontes grafam em montagem o nome de .
Os letreiros do filme grafam o nome de Victor P. Olivo como .

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