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Kiko Mascarenhas

Biografia

FOTO Kiko Mascarenhas 01Kiko Mascarenhas é um ator, professor e diretor de teatro, televisão e cinema brasileiro nascido na cidade do Rio de Janeiro no dia 17 de Agosto de 1964.

Como ator, Kiko Mascarenhas começou sua trajetória em 1984. Acumula experiências em cinema, televisão e – principalmente – teatro. Contabiliza mais de 30 espetáculos teatrais em seu currículo.

Ao longo de sua carreira, Kiko trabalhou com diversos diretores consagrados, como Monique Gardemberg, Ulysses Cruz, Augusto Boal, Paulo de Moraes (Cia. Armazém), Jefferson Miranda (Cia. Teatro Autônomo), Christiane Jatahy (Cia. Vértice de Teatro), Miguel Falabella, José Wilker, Marcelo Saback, entre outros.

Em teatro, entre outras peças, destaca: “O Desaparecimento do Elefante” (indicado para o Prêmio APTR 2013 na categoria Melhor Ator Coadjuvante), “O Zoológico de Vidro” (indicação Prêmio Qualidade Brasil 2009 na categoria Melhor Ator Drama), “Os Altruístas”, “O Encontro Marcado”, “A Paixão de Cristo”, “Minh’Alma é Imortal”, “A Noite de Todas As Ceias”, “Pessoas Invisíveis” e “A Falta Que Nos Move – ou todas as histórias são ficção” (indicação Prêmio Qualidade Brasil 2005 na categoria Melhor Ator Comédia), entre outras.

Começou na televisão em A Viagem, novela dirigida por Wolf Maia. Participou do remake de “Irmãos Coragem” e de programas como “O Sítio do Picapau Amarelo” (onde interpretava o Visconde de Sabugosa), “Xuxa no Mundo da Imaginação”, “Os Normais”, “Casos & Acasos”, “Separação?!” (indicação Prêmio Contigo 2009 na categoria Melhor Ator Seriado como o personagem peruano Delevega) e “Tapas & Beijos”.

Em cinema, os longas-metragens Viva Voz, direção de Paulo Morelli, Lost Zweig, dirigido por Sylvio Back, Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida, dirigido por Moacyr Góes, Meu Nome Não É Johnny e Reis e Ratos de Mauro Lima, Salve Geral de Sérgio Rezende, A falta que nos move, direção de Christiane Jatahy, Totalmente Inocentes de Rodrigo Bittencourt e Até que a sorte nos separe, direção de Roberto Santucci.

Coordenou o projeto Drama Club da Cultura Inglesa do Rio de Janeiro, entre 1994 e 1996, ministrando aulas de interpretação e improvisação para jovens. Durante esse período, produziu, dirigiu, criou cenários, fez adaptações e atuou em diversas montagens. Entre elas: “O Monta-Cargas” e “Este é o Seu Problema” de Harold Pinter, “O Fantasma de Canterville” de Oscar Wilde, “Alice no País das Maravilhas” de Lewis Carrol, “Preto &e Prata” de Alan Ayckbourn, entre outras.

Assinou a montagem de “Tistu – o menino do dedo verde”, recebendo por seu trabalho como adaptador e diretor o reconhecimento de crítica e público.

Prêmios

Indicação Prêmio Coca-Cola 1990 por “A Megera Domada”
Prêmio SATED 1990 melhor ator infantil por “A Megera Domada”
Indicação Prêmio Coca-Cola 1990 por “A Sereiazinha”
Prêmio SATED 1991 melhor ator infantil por “A Sereiazinha”
Indicação Prêmio SATED 1993 melhor ator infantil por “A Família Ducão”
Indicação Prêmio Qualidade Brasil 2005 melhor ator comédia por A falta que nos move
Indicação Prêmio Qualidade Brasil 2009 melhor ator drama por “O Zoológico de Vidro”
Indicação Prêmio Extra de TV 2010 melhor ator de seriado por “Separação?!”
Indicação Prêmio Contigo de TV 2011 melhor ator de seriado por “Separação?!”

Bibliografia

Livros:

Internet:

História do Cinema Brasileiro

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