fbpx

Léo e Bia (2010)

Sinopse

O filme de Oswaldo Montenegro conta a história de sete jovens que em Brasília, mais precisamente no ano de 1973, auge da ditadura militar, que resolvem viver de arte. No fim dos anos hippies, essa turma vive as aventuras, alegrias e dificuldades de ir atrás dos seus sonhos.

Liderados pelo diretor Léo (Emílio Dantas), o grupo leva adiante os ensaios de uma peça que tece comparações entre Jesus Cristo e o cangaceiro Lampião. Enquanto a repressão política rola solta na capital federal e a liberdade sexual ainda é tabu, Bia (Fernanda Nobre) se mostra cada vez mais prisioneira da obsessão de sua mãe (Françoise Forton), fazendo com que todos questionem, cada vez mais, os conceitos e valores da sociedade.

O filme é uma homenagem à amizade e à luta de sete adolescentes para viverem seus sonhos, além e apesar de tudo.

Com duração de 95 minutos, o longa-metragem, que tem Paloma Duarte também como produtora, seu diretor, Oswaldo Montenegro, opta pela poesia. Sua estética dispensa a avalanche de imagens para priorizar o diálogo. O recurso de ater-se a um só cenário, coisa que remete à idéia de um gigantesco plano seqüência, oferece ao espectador, paradoxalmente, tanto a noção de um refúgio mágico (a caixa cênica) como também uma certa sensação de claustrofobia.

Porque igualmente paradoxal era ser jovem no Brasil durante os anos mais duros da ditadura militar. De um lado, a utopia do movimento hippie. Do outro, a liberdade cerceada. Entretanto, ainda que a ditadura se faça presente na narrativa, o filme não se pretende político nem didático. Léo e Bia é, em essência, uma emocionada homenagem à amizade e ao direito de se correr em busca de sonhos. De preferência ao som de violas, sanfonas e muitas canções ao vivo.

Elenco

Paloma Duarte (Marina)
Françoise Forton (Mãe da Bia)
Fernanda Nobre (Bia)
Vitória Frate (Cachorrinha)
Emilio Dantas (Léo)
Pedro Caetano (Cabelo)
Ivan Mendes (Brookie)
Pedro Nercessian (Encrenca)

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Soldados da Borracha (2019) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Oswaldo Montenegro
Produção: Daniela Gracindo
Direção e Roteiro: Oswaldo Montenegro
Direção de Fotografia: André Horta
Direção de Arte: Oswaldo Montenegro
Som: Renato Rebelo, Felipe Machado
Montagem: Pedro Gracindo
Músicos: Felipe Mendes, Léo Pinheiro, Pedro Gracindo, Renato Luciano, Rodrigo Sestrem e Verônica Bonfim

Contato: [email protected]/ (21) 25210206

Bibliografia

Livros:

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Léo e Bia. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/leo-e-bia/

História do Cinema Brasileiro

História do Cinema Brasileiro

Qualquer interesse de envio de textos, dúvidas, opiniões, sugestões, acréscimos de conteúdo, relato de erros ou omissão de informações publicadas, entre em contato com a Coordenação Geral do História do Cinema Brasileiro pelo seguinte email: [email protected]

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.