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LIVRO – Francisco Ramalho Jr.: éramos apenas paulistas

Sinopse

Nas últimas décadas, Francisco Ramalho Júnior tem sido uma das figuras mais importantes do cinema paulista, como cineasta, diretor e produtor de alguns dos filmes mais celebrados de nossa história.

Foi produtor de filmes recentes como O Contador de Histórias, de Luiz Villaça, O Casamento de Romeu e Julieta, de Bruno Barreto, e todos os trabalhos mais famosos do seu frequente sócio Hector Babenco (O Beijo da Mulher Aranha, Brincando nos Campos do Senhor).

Engenheiro, professor, profundo conhecedor do cinema e seus meandros, Ramalho também se consagrou como realizador de filmes como Canta Maria, Besame Mucho, O Cortiço, À Flor da Pele e sua estreia Anuska, Manequim e Mulher.

Sua história e trajetória repleta de histórias interessantes é contada pelo crítico de cinema e jornalista Celso Sabadin, nesta edição da Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, no seu trabalho de registro e resgate da memória da cultura brasileira.

Dados Técnicos

Título: Francisco Ramalho Jr.: éramos apenas paulistas
Coleção: Coleção Aplauso – Cinema Brasil
Autor: Celso Sabadin
Editora: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
Especificações: Brochura | Dimensões XX cm x XX cm | XX páginas
ISBN: XXXXXXXXX

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Coleção

A Coleção Aplauso, concebida pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, visa resgatar a memória da cultura nacional, biografando atores, atrizes e diretores que compõem a cena brasileira nas áreas de cinema, teatro e televisão. Foram selecionados escritores com largo currículo em jornalismo culturalparaesse trabalho em que a história cênica e audiovisual brasileiras vem sendo reconstituída de maneira singular. Em entrevistas e encontros sucessivos estreita-se o contato entre biógrafos e biografados. Arquivos de documentos e imagens são pesquisados, e o universo que se reconstitui a partir do cotidiano e do fazer dessas personalidades permite reconstruir sua trajetória.

A decisão sobre o depoimento de cada um na primeira pessoa mantém o aspecto de tradição oral dos relatos, tornando o texto coloquial, como seo biografado falasse diretamente ao leitor.

Um aspecto importante da Coleção é que os resultados obtidos ultrapassam simples registros biográficos, revelando ao leitor facetas que também caracterizam o artista e seu ofício. Biógrafo e biografado se colocaram em reflexões que se estenderam sobre a formação intelectual e ideológica do artista, contextualizada na história brasileira.

São inúmeros os artistas a apontar o importante papel que tiveram os livros e a leitura em sua vida, deixando transparecer a firmeza do pensamento crítico ou denunciando preconceitos seculares que atrasaram e continuam atrasando nosso país. Muitos mostraram a importância para a sua formação terem atuado tanto no teatro quanto no cinema e na televisão, adquirindo, linguagens diferenciadas – analisando-as com suas particularidades.

Muitos títulos exploram o universo íntimo e psicológico do artista, revelando as circunstâncias que o conduziram à arte, como se abrigasse em si mesmo desde sempre, a complexidade dos personagens.

São livros que, além de atrair o grande público, interessarão igualmente aos estudiosos das artes cênicas, pois na Coleção Aplauso foi discutido o processo de criação que concerne ao teatro, ao cinema e à televisão. Foram abordadas a construção dos personagens, a análise, a história, a importância e a atualidade de alguns deles. Também foram examinados o relacionamento dos artistas com seus pares e diretores, os processos e as possibilidades de correção de erros no exercício do teatro e do cinema, a diferença entre esses veículos e a expressão de suas linguagens.

Se algum fator específico conduziu ao sucesso da Coleção Aplauso – e merece ser destacado –, é o interesse do leitor brasileiro em conhecer o percurso cultural de seu país.

À Imprensa Oficial e sua equipe coube reunir um bom time de jornalistas, organizar com eficácia a pesquisa documental e iconográfica e contar com a disposição e o empenho dos artistas, diretores, dramaturgos e roteiristas. Com a Coleção em curso, configurada e com identidade consolidada, constatamos que os sortilégios que envolvem palco, cenas, coxias, sets de filmagem, textos, imagens e palavras conjugados, e todos esses seres especiais – que neste universo transitam, transmutam e vivem – também nos tomaram e sensibilizaram.

É esse material cultural e de reflexão que pode ser agora compartilhado com os leitores de todo o Brasil.

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