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LIVRO – Trinta anos esta noite: 1964 – o que eu vi e vivi

Sinopse

O jornalismo moderno brasileiro tem em Paulo Francis (1930-1997) um de seus marcos. A cena jornalística nacional, na verdade, pode ser analisada antes e depois de Paulo Francis. Há, e sempre houve, um grupo notável de jornalistas nos grandes veículos de comunicação do Brasil. Mas, Paulo Francis foi inconfundível; seja pelo amplo leque de temas abordados, começando pela suas controversas críticas do teatro apresentado entre nós, como pelo caráter de seu texto sempre instigante e abrindo clareiras na pasmaceira automática dos colunistas do hiper-realismo da crônica política e cultural brasileira.

Homem de vasta cultura e desafiador dos cânones que sempre sustentam a convivência dura entre fatos e teoria, entre as conveniências das elites políticas e a manipulação da vontade popular, Paulo Francis sempre foi um desabrido crítico dos usos e costumes gerais. Uma expressão que honra o jornalismo crítico e inovador. Trabalhou com grandes líderes da imprensa, como Samuel Wainer na saudosa Última Hora, irredento jornal que sustentou a democracia, até a abrupta interrupção de 1964. Circulou, também, pelo Correio da Manhã, Folha de São Paulo, o Estado de São Paulo e o Globo. Para resistir à obscuridade iniciada em 1964, em 1969 foi um dos fundadores de O Pasquim, irreverente tablóide que renovou a imprensa brasileira e provocou os poderosos de ocasião.

Na última etapa, já em New York, integrou um fabuloso grupo que internacionalizou o jornalismo brasileiro, definitivamente, por meio do exitoso Manhattan Connection, ainda pujantemente no ar de todos domingos à noite; cujo atual diretor, Lucas Mendes, escreve emocionada apresentação nesta edição. Um livro que é a história do Brasil contemporâneo vista por olhos e inteligência que nos faltam.

Dados Técnicos
Título: Trinta anos esta noite: 1964 – o que eu vi e vivi
Autor: Paulo Francis

História do Cinema Brasileiro

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