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Lost Zweig (2002)

Última semana de vida do escritor judeu austríaco Stefan Zweig, autor do livro Brasil, País do Futuro e de sua jovem mulher, Lotte que, num pacto cercado de mistério, se suicidam em Petrópolis (RJ) após o Carnaval de 1942, ao qual haviam assistido. Um gesto que ainda hoje, sessenta anos depois, desperta incógnitas e assombro pela sua pré-meditação e caráter emblemático.

Lost Zweig narra a derradeira ronda que o escritor judeu austríaco e sua jovem esposa empreendem ao tempo e à morte. Tudo transcorre entre o domingo de Carnaval e a segunda-feira da se mana seguinte, 23 de fevereiro de 1942, nas cidades de Petrópolis e Rio de Janeiro.

Em biografias que se sucedem deste então, principalmente, na Europa, excetuando-se a do jornalista brasileiro Alberto Dines, Morte no Paraíso (1981), na qual é baseado o roteiro de Lost Zweig, todas se remetem à vida e obra do escritor em Viena, Paris, Londres e Nova Iorque, e nenhuma detém-se em esmiuçar os seus dias terminais entre nós.

Além de alguns programas de televisão europeus e o do cumentário Zweig: A Morte em Cena (43 min., cor/PB), de Sylvio Back, produzido pelo Instituto Goethe do Rio de Janeiro em 1995 para a TV alemã por assinatura, 3Sat, Lost Zweig é o primeiro filme de longa-metragem, com exibição e distribuição internacionais – cujo roteiro, calcado na obra e correspondência do escritor e no testemunho de contemporâneos – a ficcionar a tragédia dos Zweig no Bra­sil.

A originalidade de Lost Zweig reside, exatamente, no resgate ficcional da “vida brasileira” de Stefan Zweig, uma espécie de elo perdido da sua biografia: a tensão entre as recordações da “dourada era da segurança” européia pré-Hi­tler e a nostálgica ilusão de reencontrá-la no Brasil; Zweig, sofrendo com o exílio, é hostilizado pela publicação de Brasil – País do Futuro; o inusitado encontro dele com o Orson Welles filmando o seu in concluso documentário It’s All True, e as perigosas relações do escritor com a ditadura Vargas tentando obter vistos de permanência no Brasil para judeus que fogem, como ele, da perseguição na zista na Europa.

Tudo permeado por um tortuoso conflito entre a ex-mulher Friderike e a atual, Lotte, enquanto ele vai se deixando levar pela idéia da morte como o supremo sacrifício de um humanista ante a de cadência moral do mundo.

Apaixonado pelo Brasil desde a primeira visita em 1936 – … se algures na Terra existe o Paraíso, não pode estar longe daqui (fazia suas as pala vras de seu biografado Américo Vespúcio) -, Zweig veio mais duas vezes, e na segunda em 1941, para ficar, fugindo do nazismo que já lhe quei mara os livros em praça pública.

Autor de mais de cinqüenta novelas, romances, poesia e inúmeras biografias, Stefan Zweig acredita na inevitável vitória da barbárie nacional-socialista, de que a Europa toda cairia definitivamente sob o jugo de Hitler. Esses presságios, que pontuam a narrativa de Lost Zweig, o enlouquecem nos últimos meses de vida.

Sobrecarregado pelas evidências da guerra (Pearl Harbour, a queda de Cingapura), imbricado a uma crescente crise pessoal, Zweig pre para-se – quase cientificamente – para o fim. E mata-se com a esposa num pacto esca­moteado aos poucos e mais fiéis amigos. Na carta-testamento, que é uma declaração de amor ao Brasil, confessa: “Eu, demasiada mente impa ci ente, vou-me antes”.

Morreu tão só quanto viveu, mas com certeza desiludido com a provi só ria neutralidade da América do Sul: navios mercantes brasileiros são tor pedeados por submarinos na zistas na costa do Atlântico. Stefan Zweig teria dito ao ou­vir a notícia no “Repórter Esso”: “A guerra che gou ao pa raíso!”

Em Lost Zweig, Stefan Zweig – como homem e intelectual de vocação cosmopolita – erige-se de uma modernidade à toda prova, ele que defen dia uma Eu ropa sem passaportes e com mo eda única, era um pacifista, antibelicista e huma nista, mili tante solitário de suas idéias e convicções. Um homem à frente de seu tempo. E de todos os tempos.

Depois do sucesso de público e de crítica nos grandes festivais brasileiros, Lost Zweig, de Sylvio Back, o décimo longa-metragem de sua premiada carreira, com distribuição da Europa Filmes/Marco Aurélio Marcondes, terá lançamento nacional em maio, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em seguida, Lost Zweig, entra em Belo Horizonte, Brasília, nas capitais dos estados sulinos, e no Nordeste e Norte.

Rodado em Petrópolis (RJ) e no Rio de Janeiro, Lost Zweig revive a “vida brasileira” do escritor austríaco, Stefan Zweig, autor do famoso livro “Brasil, País do Futuro”, e de sua mulher, Lotte que, num pacto até hoje cercado de mistério, decidem suicidar-se na semana seguinte ao Carnaval de 1942, ao qual tinham assistido.

Confirmando sua qualidade técnica e artística antes mesmo de lançado comercialmente, o filme já foi laureado nos festivais de Brasília, Cuiabá, Ceará e Natal, onde levantou nove troféus (de “melhor” filme, diretor (duas vezes), roteiro, atriz, fotografia (duas vezes), direção de arte e trilha sonora.

Encabeçado por uma dupla de intérpretes europeus, o alemão, Rüdiger Vogler, ator preferido de Wim Wenders, e a atriz austríaca, Ruth Rieser, Lost Zweig reúne um elenco nacional de primeira grandeza, a saber, Renato Borghi (no papel de Getúlio Vargas), Daniel Dantas, Ney Piacentini, Claudia Netto, Juan Alba, Ana Carbatti, Odilon Wagner, Kiko Mascarenhas, Katia Bronstein, Denise Weinberg, Michael Berkovich, Felipe Wagner, Carina Cooper, Silvia Chamecki, Thelmo Fernandes (como Orson Welles), Isaac Bernat, Alexandre Ackerman, Garcia Júnior, Jorge Eduardo, Marcela Moura e Waldir Onofre.

Como Stefan Zweig, a mulher e amigos eram todos estrangeiros e sempre conversavam em uma segunda língua, além do alemão, Lost Zweig é inteiramente falado em inglês, sendo que será exibido no território nacional com legendas em português.

Reconstituição histórica

Com argumento original de Back e roteiro escrito com o irlandês, Nicholas O’Neill, baseado na biografia, “Morte no Paraíso”, de Alberto Dines, Lost Zweig exigiu uma rigorosa reconstituição histórica tanto de ambientes e seleção de locações como dos figurinos, penteados e maquiagem. A época do filme (década de quarenta) é revivida nos seus menores detalhes, desde modo de falar e a postura cotidiana das pessoas ao resgate de músicas brasileiras e do cancioneiro internacional (Lehár, Marlene Dietrich, etc.).

A composição da trilha sonora original de Lost Zweig está a cargo do maestro e pianista Guilherme Vergueiro e do trombonista Raul de Souza, ambos já com inúmeros CDs solos e em parceria gravados no Brasil e no exterior.

Lost Zweig, com um custo final em torno de cinco milhões de reais, é uma co-produção da Usina de Kyno com a Labo Cine do Brasil, Estúdios Mega/Tibet Filme, TV Cultura de São Paulo, Quanta, Calla Productions (EUA) e Riofilme. O cineasta e produtor Andrew Hood, da Alemanha, que nas filmagens atuou como diretor assistente e dialogue coach, é o produtor associado do filme. As vendas internacionais estão a cargo do Grupo Novo de Cinema e TV.

Através das leis do Audiovisual e Rouanet, são patrocinadores do filme: Banespa, BCN, BNDES, BR Distribuidora, COPEL, Eletrobrás, FINEP, SANEPAR e TV Cultura de São Paulo. A produção recebeu apoio da Fundação Cultural Petrópolis e da Prefeitura de Petrópolis.

Diretor de fotografia do longa-metragem anterior de Back, Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro (1999), o premiado Antonio Luiz Mendes é o responsável pela luz de Lost Zweig, onde desenvolve uma tessitura cromática jamais vista no cinema brasileiro. “Um obra de mestre, exatamente por se diferenciar de tudo que até hoje representou o visual do Brasil durante a II Guerra Mundial” – na definição do diretor do filme.

Prêmio de melhor montagem por A Babel da Luz, curta-metragem vencedor do Festival de Brasília de 1992, Francisco Sérgio Moreira assina a complexa montagem e edição de Lost Zweig. Moreira colabora com Back há dezessete anos, inclusive, na pesquisa iconográfica no Brasil e no exterior, o que pode ser visto, entre outros, nos filmes, Yndio do Brasil, Zweig: A morte em cena e Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro.

Elenco

Rüdiger Vogler …. Stefan Zweig
Denise Weinberg …. Friderike
Ruth Rie ser …. Lotte Zweig
Renato Borghi …. Presidente Vargas
Daniel Dantas …. Lauro Pontes
Ney Piacentini …. Hubert
Claudia Netto …. Dorothea
Juan Alba …. Alberto D’Ávila
Ana Carbatti …. Dançarina no Carnaval, Yolanda, Shaman and Maria Rosa
Odilon Wagner …. Rabinoi Sholem Pech
Kiko Mascarenhas …. Jonas Faerman
Katia Bronstein …. Hannah
Michael Berkovich …. Rabino Koning
Felipe Wagner …. Israel Teitelbaum
Carina Co­oper …. Erika
Silvia Chamecki …. Lourdes
Thelmo Fernandes …. Orson Welles
Isaac Bernat …. Rabino 1
Alexandre Ackerman …. Rabino 2
Garcia Júnior …. Criado do palácio
Jorge Eduardo …. Carteiro
Marcela Moura …. Leónie
Waldir Onofre …. Amolador de facas
Moreira, Francisco Sérgio (Câmera de Welles)
Ledder, Monica (Prostituta judia 1)
Milani, Roseane (Prostituta judia 2)
Ledder, Daniela (Prostituta judia 3)
Silveira, Elisa Pinheiro (Prostituta judia 4)
Markun, Ana (Prostituta)
Neves, Nihl (Chato 1)
Jairo Lourenço …. Chato 2
Otávio, Luis (Chato III)
London, José (Rabino cantor)
Phil …. Narrador do cinejornal
Vargas, Vargas …. Narrador do noticiário de rádio

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Lost Zweig (2002) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Sylvio Back
Argumento: Sylvio Back
Roteiro: Sylvio Back e Nicholas O`Neill
Baseado no livro Morte no Paraíso (Death in Paradise), de Alberto Dines
Assistência de direção: Fuíza, Guilherme; Müller, Marcela; Coutto, Lellete
Diretor assistente: Hood, Andrew
Continuidade: Neves, Nelly Costa
Produção: Sylvio Back
Produção Executiva: Margit Richter
Produtor Associado: Andrew Hood (DE)
Diretor de Produção: Tininho Fonseca
Casting Internacional: Andrew Hood e Tree Petts (Europa)
Casting Nacional: Ruy Brito e Cibele Santa Cruz
Diretor de Fotografia: Antonio Luiz Mendes
Operadores de Câmera: Juarez Pavelak e Armando Mendes Filho
Assistência de câmera: Fraga Neto, Evandro José
Fotografia de cena: Jung, Milla
Operador de VT: Viana, Antonio
Eletricista: Pio, Bartolomeu; Peçanha, Djalma
Maquinista: Macario, Danilo; Silveira, Wallace
Operador de microfone: Capeller, Ivan; Aragão, Luiz; Coelho, Nonô; Lima, Leandro
Diretor de Arte: Bárbara Quadros
Cenografia: Rostand Albuquerque
Cabelereiro: Pimenta, Wilson
Maquiagem: Verçosa, Rose
Assistência de maquiagem: Bastos, Carmen
Figurinos: Ticiana Passos
Assistência de figurino: Muniz, Patrícia; Markun, Ana
Guarda-roupa: Rodrigues, Naná; Bebel; Dantas, Agda
Créditos: Pimenta, Fernando
Montagem: Francisco Sérgio Moreira
Montagem de som: Muricy, Maria; Louzeiro, José Moreau
Trilha musical: Guilherme Vergueiro e Raul de Souza
Contabilidade: Salgado, Carlos
Produção de locação: Pimenta, Milton; Azzi, Cristiano
Motorista: Costa, Adil; Rato, Alfredo; Eduardo, Carlos; Souza, Cristiano de; Araújo, Geovane; Soares, Guilherme; Bento, Gustavo; Carlos, José; Soares, José Melo; Paulo, Luiz; Cardoso, Marcio; Dutra, Marco; Cesar, Paulo; Henrique, Paulo; Trócolli, Paulo; Vieira, Paulo; Sebastião, Ricardo; Nascimento, Reinaldo; Leite, Saint Clair
Companhia Produtora: Usina de Kyno
Companhias co-produtoras: Calla Productions (US) | Estúdios Mega | Tibet Filme | Labo Cine do Brasil | Quanta | Riofilme | TV Cultura de São Paulo

Patrocínio BANESPA, BCN, BNDES, BR DISTRIBUIDORA, COPEL, ELETROBRÁS, FINEP, SANEPAR, MINISTÉRIO DA CULTURA.

Apoio FUNDAÇÃO CULTURAL PETRÓPOLIS e PREFEITURA DE PETRÓPOLIS

Brasil | Drama | cor | 35mm | 114 min. | 2003

Dados adicionais de música
Instrumentista: Souza, Raul de – trombone e Vergueiro, Guilherme – piano;

Intérprete(s): Canarinhos de Petrópolis;
Regente Maestro: Lischt, Marco Aurélio;

Título da música: Mamãe eu quero;
Música de: Paiva, Vicente; Jararaca;

Título da música: Praça Onze;
Música de: Otelo, Grande e Martins, Henrivelto;
Intérprete(s): Trio de Ouro;
Conjuntos e bandas: Trio de Ouro

Título da música: Ai que saudades da Amélia;
Música de: Alves, Ataulpho e Lago, Mário;

Título da música: Desfile aos heróis do Brasil;
Música de: Villa-Lobos, Heitor;
Intérprete(s): Canarinhos de Petrópolis;

Título da música: Dein is mein ganzes herz;
Música de: Lehár, Franz;
Intérprete(s): Tauber, Richard – tenor;

Título da música: Wilde rosen;
Música de: Lehár, Franz;
Instrumentista: Eweler, Grete – violino

Título da música: This world of ours;
Música de: Debout, Copet e Harrison;
Intérprete(s): Dietrich, Marlene

Título da música: Guarany, Il (ouverture)
Música de: Gomes, Antonio Carlos
Orquestra: Bulgarian National Opera
Regente Maestro: Medaglia, Júlio

Locação: Petrópolis – RJ; Rio de Janeiro – RJ

Prêmios

PRÊMIOS DE LOST ZWEIG

36º FESTIVAL DE BRASÍLIA/2003
Melhor atriz; Melhor direção de arte e Melhor roteiro no Festival de Brasília, 35, 2002, DF.
Prêmios “Melhor Atriz” (Ruth Rieser)
“Melhor Roteiro” (Sylvio Back e Nicholas O’Neill)
“Melhor Direção de Arte” (Bárbara Quadros)

7a MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES
Seleção Oficial

XXII FESTIVAL CINEMATOGRAFICO

INTERNACIONAL DEL URUGUAY/2004
Seleção Oficial

11o FESTIVAL DE CINEMA DE CUIABÁ/2004
Prêmio “Melhor Fotografia” (Antonio Luiz Mendes)

14o CINE-CEARÁ/2004
Prêmios “Melhor Filme”
“Melhor Diretor” (Sylvio Back)
“Melhor Fotografia” (Antonio Luiz Mendes)
“Melhor Trilha Sonora” (Raul de Souza e Guilherme Vergueiro)

8o FESTIVAL DO CINEMA JUDAICO/2004
Filme convidado para abertura

FESTIVAL INTERNACIONAL DO RIO 2004
Seleção oficial

28a MOSTRA INTERNACIONAL DE SÃO PAULO/2004
Seleção oficial

8oFESTIVAL DE CINEMA DE CURITIBA/2004
Filme convidado para encerramento

14o FESTIVAL DE CINEMA DE NATAL/2004
Prêmio “Melhor Diretor” (Sylvio Back)

II CINE JUDÍO DEL URUGUAY/2005
Seleção oficial

III FESTIVAL INTERNACIONAL DE SÃO LUÍS/2005
Seleção oficial

Bibliografia

Dramas, Literatura,
Zweig, Stefan

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
FBR/36MFB
FestRio/2004

Livros:

BALADI, Mauro. Dicionário de Cinema Brasileiro: filmes de longa-metragem produzidos entre 1909 e 2012. São Paulo: Martins Fortes, 2013.
DINES, Alberto. Morte no Paraíso: A tragédia de Stefan Zweig. : , 1981.

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Lost Zweig. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/lost-zweig/

Observações:
Os letreiros do filme grafam o elenco de acordo com a ordem de aparição dos atores. Especificam as funções 1§ assistente de direção: Guilherme Fuíza. 2§ assistente de direção: Marcela Müller. 3§ assistente de direção: Lellete Coutto. 1§ assistente de câmera: Evandro José Fraga Neto.
Informações adicionais em música: “Mamãe eu quero” – 1937, Editora Mangione; “Praça Onze” – 1941, Editora Mangione; “Ai que Saudades da Amélia” – 1941, Editora Irmãos Vitale; “Dein is Mein Ganzes Herz” – Parlophone (1929) Glocken Verlag; “Wilde Rosen”- Homocord (1926) ; “This World of Ours”- Edition Esplanade; “II Guarany (ouverture)” – Fundação Nacional de Artes.

História do Cinema Brasileiro

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2 comentários sobre “Lost Zweig (2002)

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