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Mauricio Andrés Ribeiro

Biografia

Mauricio Andrés Ribeiro é um diretor de fotografia brasileiro nascido em Belo Horizonte (MG) em 07 de novembro de 1949. Formou-se em Arquitetura em 1972 pela UFMG, com especializações em Harvard, no Indian Institute of Management em Bangalore, India e em Nagoya, Japão.

Apaixonado por cinema, em especial a fotografia, realiza seu primeiro filme em 1968, Esparta, direção de Milton Gontijo Jr., produzido pelos Artistas Plásticos de Belo Horizonte, cofotografa do por Eduardo Teixeira Nery e Walter Schimidt. Os primeiros dez anos de sua carreira são divididos entre o cinema, a fotografia e a arquitetura. Como arquiteto, faz estágio no escritório de Arquitetura Jorge Wilheim e trabalha vários anos como planejador urbano e técnico de meio ambiente além de ter sido expert em Tecnologia do Programa regional de Assentamentos Urbanos do CEPAL, no México.

No cinema, assina a fotografia de diversos curtas, é crítico de cinema no jornal O Estado de Minas entre 1970 e 1972 e professor de fotojornalismo pelo Senac.

A partir dos anos 80, dedicou-se totalmente a sua profissão de ecologista, assumindo cargos importantes como Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil-MG, Secretário do Meio Ambiente de Belo Horizonte, Presidente da Fundação Estadual de Meio Ambiente de Minas Gerais, Diretor Executivo do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama, assessor e secretário geral substituto da Agência Nacional de Águas.

Foi professor de cursos de gestão ambiental na Fumec MG e na Universidade Católica de Brasilia. É autor de vários livros como Tesouros da Índia Para a Civilização Sustentável (2003) e Ecologizar (4ª edição 2009).

É um dos maiores conhecedores de meio ambiente e ecologia do Brasil.

Filmografia

1968-Esparta (CM) (cofot. Eduardo Teixeira Nery e Walter Schmidt); Morte Branca (CM); 1969-Entre a Vida e a Morte o Homem Escolhe a Que Estiver Mais Próxima (CM); 1970-Semianime; 1971-Do Corpo à Terra (CM); Dona Olímpia de Ouro Preto (CM) (cofot. Ricardo Stein); 1974-Lama (CM) (dir., fot.); 1975-Urbanites e Caretas (CM) (dir., fot.); 1978-Interior de Minas – As Memórias do Dr. Lund (CM); 1979-Os Verdes Anos (CM); 1980-A Superfície Domada, Partida, Dobrada (CM); Toma de Minas a Estrada (CM); 1981-Carlos Chagas: O Passado Presente (CM); 1982-Domingo de Graça (CM); Solidão (CM) (cofot. Cristiano Quintino, Paulo Laborne e Maria Amélia Palhares); 1997-BH -Cem Anos.

Bibliografia

Livros:

SILVA NETO, Antonio Leão da. Dicionário de Fotógrafos do Cinema Brasileiro. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2011.

História do Cinema Brasileiro

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