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Memória do Cangaço (1965)

Em 1936, o mascate árabe Benjamin Abrahão consegue filmar o famoso bando de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. As imagens, antes perdidas, se misturam às entrevistas com alguns cangaceiros que sobreviveram ao período. De outro lado, depoimentos do Cel. Rufino, matador confesso de 20 cangaceiros e do cabo Leonício Pereira que cortava as cabeças dos cangaceiros para que fossem tiradas fotografias. Sob uma ótica médica o diretor do Museu de Antropologia da Bahia tenta explicar a predisposição criminal dos cangaceiros a partir de características físicas de seus integrantes.

Elenco

Soares, Paulo Gil
Lima, Estácio de
Gregório
Rufino, José
Pereira, Leonício
Benevides
Isidoro, Antônio
Roque, Ângelo
Santos, Benício Alves dos
Silva, Sérgia Ribeiro da
Narração:
Soares, Paulo Gil

Ficha Técnica]

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Memória do Cangaço (1965) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Paulo Gil Soares
Roteiro: Paulo Gil Soares
Pesquisa: Paulo Gil Soares
Assistência de direção: Muniz, Terezinha
Produção: Farkas, Thomaz
Produção executiva: Pallero, Edgardo
Direção de fotografia: Affonso Beato
Câmera: Affonso Beato
Fotografia de cena: Pussi, Dolly
Montagem: Melo, João Ramiro
Montagem de som: Affonso Beato e Paulo Gil Soares
Sincronização: Affonso Beato e Paulo Gil Soares
Companhia(s) produtora(s): Divisão Cultural do Itamarati; Departamento de Cinema do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
Companhia(s) distribuidora(s): Thomaz Farkas Filmes Culturais

Brasil | Documentário | pb | 26 min. | 35mm | 1965

Canção
Intérprete: Sobrinho, João Santana e Canáro, José

Título: Dois Irmãos
Autor da canção: Oliveira, Armindo de
Conjunto e banda: Banda da Polícia Militar do Estado da Bahia

Prêmios

Prêmio Gaivota de Ouro obtido no Festival Internacional do Filme, 1965, RJ..
Prêmio Menção Honrosa Governador do Estado, 1965, SP..
Prêmio paralelo, não oficial, Prêmio Robert Flaherty (da União Mundial dos Museus de Cinema)..
Prêmio Dziga Vertov da União Mundial de Cinematecas, 1965, Brasília, DF..
Prêmio da Crítica Internacional do Festival Cinematográfico, 1966, Tours – FR..
Rassegna Del Film Etnográfico e Sociológico, 7 no Festival de Popoli, 1966, Florença – IT..
Premiado no Festival de Berlim, 16, 1966 – DE.

Bibliografia

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Doc
Embrafilme/Arquivo CGV
JCB/BTC
O Estado de S. Paulo, 28.05.1967
Press-release em forma de jornal BRASIL VERDADE
RB/AN65
Jornal do Brasil, 01.08.1968
Programadora Brasil/5

Fontes consultadas:
JN/Imigrantes – Húngaros II
CCBB/Caravana Farkas

Internet:

ANCINE. Disponível no endereço: http://sad.ancine.gov.br/obrasnaopublicitarias/pesquisarCpbViaPortal/pesquisarCpbViaPortal.seam. Acesso em: 17.09.2018.
HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Memória do Cangaço. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/memoria-do-cangaco/
THOMAZ FARKAS – SITE. Disponível no endereço: https://www.thomazfarkas.com/filmes/. Acesso em: 03.10.2018.

Observações:
CB/Transcrição de letreiros apresenta, nos letreiros iniciais, o seguinte trecho: Um filme pesquisa, apresentando trechos do documentário sobre cangaceiros feito em 1936 pelo mascate Abraão Benjamin, fotografias e versos de Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, e gravuras populares da literatura de cordel.
A mesma fonte apresenta, nos letreiros finais, os seguintes dizeres: “Eu desejava senhores Fazer uma estória exata, mas como devem saber, nem tudo não se relata. E se eu souber esquecer muita vida vou viver…”
Os senhores Ângelo Roque e Benício Alves dos Santos foram, respectivamente, os antigos cangaceiros Labareda e Saracura.
CCBB/Caravana Farkas indica assistente de montagem: Alves, Amauri e Muniz, Terezinha.
Sérgia Ribeiro da Silva é o nome de Dadá, ex-mulher do famoso cangaceiro Corisco.
Programadora Brasil/5 informa que a obra participa do Programa 244, intitulado Brasil Verdade. A mesma fonte informa 29 minutos de duração e grafa Divisão Cultural do Itamaraty e não informa que MEMÓRIA DO CANGAÇO integra o filme em episódios BRASIL VERDADE.
Site Thomaz Farkas indica duração 32 min.

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