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III Mostra Arandu de Filmes Etnográficos

Evento

A III Mostra Arandu, através de uma programação semanal, tem um total de 41 filmes etnográficos, selecionados no processo de curadoria compartilhada em rede.

O acesso à íntegra dos filmes é livre (autorizado pelos proponentes/autores no ato da inscrição) e nossa sugestão é de que os três primeiros dias da semana sejam usados para que cada pessoa programe, também livremente, suas próprias sessões de exibição online, se possível conectando o computador/dispositivo a um monitor/TV com tela grande. Dessa maneira, pode-se acompanhar melhor os debates nas mesas redondas, organizadas com debatedores convidados e realizadores dos filmes, sempre nas quintas-feiras à tarde.

Selecionados

Abc do açude; 38’ – direção: Felipe Figueiredo
O grafismo potiguara; 5’ – direção: Anderson de Avelar Lima, Jaqueline Félix dos Santos, João Vítor Velame
Engenho Aymoré; 6’ – Silvano Abade
Hip Hop, arte e resistência; 5’ – direção: Mayara Steffany Cavalcanti
Dentada de cobra; 5’ – direção: Juscelino Tabajara, Diogo Augusto e Erickerson Gonçalves
Raízes; 9’ – Gabriela Salatine e Rafael Araujo Baena
Memórias visíveis; 13’ – direção: Caio Nobre Lisboa, José Muniz Falcão Neto, Melba Godoi Vieira, Rafaella Sualdini
Tecendo o fio de Ariadne com mulheres em situação de gênero; 16’ – direção: Luiz Carlos Nascimento, Maria Clara Farias Alves, Nuno Rafael Araújo Baena e Oswaldo Giovannini
316ª Festa de São Miguel Arcanjo; 5’ – direção: Amanda Gioriatti Lunkes, Larissa Camila Gonçalves Lima, Samara Oliveira Lima
Rap nas quebradas; 51’ – direção: Kélia Viana e Nilson Almino
São João de Naninha; 20’ – direção: Renata Batista Cavalcanti
Até aqui eu encontro a minha felicidade, 12’ – direção: Rayssa Morais de Barros
A música e as bandas no contexto do desfile cívico de Rio Tinto; 12’ – direção: Caio Nobre Lisboa
We are hip hop Potiguara; 13’ – direção: Luiz Carlos Nascimento
Habitar e viver; 29’ – direção: Guilherme Monteiro Oliveira
Marruá na Amazônia: teatro de rua, rio e floresta; 52 – direção: Carolina Abreu
Seu Pernambuco; 12’ – direção: Lisabete Coradini, Maria Ângela Pavan, Ygor Felipe
Sinal fechado – Hora o show, hora o trampo!; 55’ – direção: Jocilene Ramos Bastos e Nilson Almino de Freitas
Tabuluja (Acordem!); 11’ – direção: Shambuyi Wetu, Rose Satiko Hikiji, Jasper Chalcraft
Casa de palha; 35’ – direção: Oswaldo Giovannini
Nosso território/Nhande Ywy; 30’ – direção: Ana Lúcia Ferraz e Elpídio Pires
Katu; 50’ – direção: Alessandro Campos
Loss e Renam: etnobiografias de artistas urbanos; 27’ – direção: Cornelia Eckert, Debora Wobeto, Leonardo Palhano Cabreira, Thayanne Freitas
A vida é sempre um mistério; 1’ – direção: Calvin Da Cas Furtado
Zé Carreiro, a padroeira e o congado; 29’ – direção: Carlos P. Reyna
As mulheres das rocas são as vozes do samba; 20’ – direção: Lisabete Coradini
Fotografias e objetos. Memória e experiência na cidade de Celina; 1’ – direção: Fernando Camargo
Operários do Barão; 38’ – direção: Eduardo Donato
A vida tocando; 25’ – direção: Marco Poglia e Vinicius Correa
Entresonhos; 41’ – direção: Calvin Da Cas Furtado
Firma o guia povo do santo; 19’ – direção: Helena Frade
Cinemas do interior; 39’ – direção: José Muniz
Encontro de saberes na UFPB; 15’ – Oswaldo Giovaninni Júnior e Paulo de Jesus
Os catiços: possessão e transe; 28’ – direção: Bruno Karasiaki Filene
Podem quebrar o maracá, mas não vão quebrar nossa cultura; 106’ – direção: Ubirajara Tohoiruru Tsuptó
Baloeiros: festa no céu, conflito na terra; 26’ – direção: Erika Paula dos Santos
Kixtí Huni-Kuin no Estrela Universal; 29’ – direção: Silvia A. C. Martins
A poeira do tempo: figuras e lendas da fundação da terra gaúcha; 55’ – direção: Ana Luiza Carvalho da Rocha
Piragui. A dona dos peixes; 21’ – direção: Luiza Calagian
O livro da água; 72’ – direção: Marco Antonio Gonçalves
[360] Casa de Vitalino/Alto do Moura; 22 – direção: Glauco Fernandes Machado

História do Cinema Brasileiro

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