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O Gigante (1968)

Sinopse

POSTER O GiganteFilme que documental registra imagens e comenta, com uma narração contestatória, 50 anos da História do Brasil. (…) através de uma câmera de cinema, percorre todo o território nacional, mostrando uma coletânea de aspectos interessantes, divertidos ou trágicos. As cenas captando o progresso e os contrastes existentes nas diversas regiões do país estão presentes em imagens como as da cidade de São Paulo, em 1920, com seu trânsito já prenunciando o caos atual; a modernidade de Brasília é contrastada com o trabalho dos ‘candangos’ e a rusticidade de seu primeiro hotel; a região Amazônica é mostrada no pioneirismo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e pela grandiosidade do Teatro Amazonas; a campanha O Petróleo é Nosso é ilustrada pela primeira torre de perfuração de petróleo e a sua extração em Lobato, na Bahia. E a vida e obra de brasileiros ilustres como o Marechal Rondon, o presidente Getúlio Vargas e Santos Dumont sintetizam o Brasil e seu tempo.

Elenco

Rondon, Cândido
Dumont, Alberto Santos
Vargas, Getúlio
Vasconcellos, Marta
Vargas, Ieda Maria
Reis, Luiz Thomaz
Vicente Leporace …. Narração

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de O Gigante (1968) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Mário Civelli
Autoria do texto de locução: A.C. Carvalho
Produção: Mário Civelli e Willian Gericke
Produção executiva: Luigi Picchi
Direção de fotografia: William Gericke
Montagem: Luiz Elias, Sylvio Renoldi e Glauco Mirko Laurelli
Títulos de apresentação: Roberto Miller e O. Strelow
Música: Rogério Duprat e Damiano Cozzella
Companhia Distribuidora: Prodibra

Descritores secundários:
Barco Octavio Medeiros; Rua São Bento, São Paulo – SP; Viaduto do Chá, São Paulo – SP; Praça da Sé, São Paulo – SP; Avenida São João, São Paulo – SP; Mercado Municipal, São Paulo – SP; Estrada de Ferro Madeira – Mamoré; Tartaruga; Lagosta; Jacarés; Viaduto do Chá, São Paulo – SP; Rio Vermelho – PA; Gruta do Bom Jesus da Lapa – BA; Santuário do Bom Jesus da Lapa – BA; Corpus Christi; Procissão; FEB – Força Expedicionária Brasileira; Xavantes; Brasília; Araucária; Corrida de São Silvestre; Vila Velha, Curitiba – PR; Aeroporto de Congonhas; Avenida Rubem Berta

Bibliografia

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros
CB/Ficha filmográfica
CB/Recorte Documentação, P. 223/38, Diário da Noite, 26 nov. 1970
CB/Recorte Documentação, P. 223/38, Diário da Noite, 23 nov. 1970
CB/Recorte Documentação, P. 223/38, O Estado de São Paulo, 08 nov. 1970
CB/Recorte Documentação, P. 223/38, O Estado de São Paulo, 22 nov. 1970
CB/Recorte Documentação, P. 223/39, Diário da Noite, 26 ago. 1968
CB/Recorte Documentação, P. 223/39, Última Hora, 26 ago. 1968
CB/Recorte Documentação, P. 223/39, Folha da Tarde, 26 ago. 1968
Release de Memória Civelli Produções Culturais

Fontes consultadas:
E TUDO VERDADE/13
CB/Coleção de roteiros, R. 131, roteiro do filme

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. O Gigante. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/o-gigante/

Observações:
Ficha filmográfica informa que os 265,5 metros finais do filme são em COR e Cinemascope.
E TUDO VERDADE/13 informa que o roteiro é de Mario Civelli e que o filme foi restaurado graças ao patrocínio da Petrobrás.
O Estado de São Paulo de 22 nov. 1970 informa que o filme a princípio intitulava-se A HORA E A VEZ DE UM CINEGRAFISTA, foi feito em Panoramico e CinemaScope e feito em sistema de cor Eastmancolor
Roteiro do filme sob o título A Hora e a Vez de um Cinegrafista informa: diretor de produção Luigi Picchi; roteirista Luiz Elias; operador de câmera William Gericke; diretor musical Rogério Duprat; editor Sílvio Rinoldi; engenheiro de som Júlio Perez; consultor de côres Benedito Monteiro; trucagem Roberto Miller.
Segundo o release de Memória Civelli Produções Culturais: o filme teve a sua produção iniciada em 1965, foi finalizado em 1968, acabou sendo censurado pelo Instituto Nacional do Cinema (INC) e só teve o seu lançamento em circuito comercial na década de 1970. Esse documentário foi totalmente restaurado pelo Grupo Casablanca, graças ao patrocínio da Petrobras, em um projeto da Memória Civelli, evitando que se perdessem, para sempre, as raríssimas imagens do Brasil no século XX.
Certificado de censura confirma o título o Gigante e também para o título do projeto A Hora e a Vez de Um Cinegrafista.

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2 comentários sobre “O Gigante (1968)

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