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O Som dos Sinos

Sinopse

Em MG, toques de sinos marcam o ritmo da vida dos moradores das cidades históricas. Os sineiros, personagens do alto das torres, aprendem como comunicar mortes, partos, incêndios, missas e horários.

O longa-metragem, dirigido por Marcia Mansur e Marina Thomé, tem por eixo central o tradicional papel ritualístico dos distintos toque de sinos nas igrejas de nove cidades mineiras, entre as quais Congonhas, Ouro Preto e São João del Rei. Cada toque distinto cumpre um papel social, anunciando nascimentos e mortes, horas de trabalho e de oração.

Sineiros, religiosos, fiéis, jovens e anciões sucedem-se anônimos, com seus hábitos, sonhos e memorias. São em geral apresentados primeiramente pela voz, revelados em seguida pela câmera quase sempre epidérmica. Como tem sido tradição na escola documental mineira contemporânea, o som é aqui tão elaborado como a imagem.

Os sons dos sinos e das vozes formam apenas parte da sinfonia. A eles somam-se o do trem, o da sanfona, o de cânticos e o do tambor, para ficar em poucos exemplos. Sobrepõem-se sonoridades do passado e do presente, da tradição e da modernidade.

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de O Som dos Sinos que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Marcia Mansur e Marina Thomé

Bibliografia

Livros:

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. O Som dos Sinos. Disponível em: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/o-som-dos-sinos/

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