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Os Trapalhões e o Mágico de Oróz (1984)

Sinopse

Didi é um nordestino prestes a ser expulso de sua terra natal devido aos castigos constantes da seca e da fome. Soró e Tatu são amigos de Didi e se encontram na mesma situação desesperadora. Juntam o pouco que lhes resta e partem em busca de novos horizontes. Logo no início da caminhada, os três deparam-se com o que sobrou de uma roça de milho destruída pela falta d’água. Lá, encontram um espantalho abandonado que confessa um desejo: possuir um cérebro que lhe permita pensar como homem e transformar sua vida. Assim, Didi, Soró e Tatu incorporam o novo amigo à cruzada e continuam a viagem. Num velho engenho de cana descobrem um Tonel Falante, em meio a latas velhas e engrenagens enferrujadas. O seu problema é a falta de um coração que lhe permita ter sentimentos como os homens e se junta a eles em busca da realização de seus sonhos. Os cinco amigos chegam a uma pequena cidade, também castigada pela seca. Nesta cidade, eles roubam pães para alimentar crianças que estão com fome. Os cinco são presos e julgados sob o olhar do delegado Leão, um leão sem coragem e descontente com a situação de miséria da sua cidade. Como pena, nossos amigos são obrigados a trazer água para o sertão. Soró e Tatu são deixados como reféns na cidade e o delegado Leão acompanha Didi, o Espantalho e o Homem Tonel nessa busca sem destino para que não fujam. A caminho da cidade grande Os Trapalhões encontram o ganancioso coronel Ferreira que não os deixa ultrapassar as suas terras. Arrumam uma grande confusão e escapam do coronel e de seus capangas, continuando a caminhada. Desta vez a busca é interrompida pelo misterioso Mágico de Oroz. Julgando ser a solução dos seus problemas, todos desabam em pedidos: Didi quer água para o nordeste, tonel pede um coração, Espantalho um cérebro e o Leão quer coragem. Quanto à água, o Mágico de Oroz conta uma lenda de um monstro que quando lhe torcemos a orelha solta água pela boca. Mas quanto aos outros três, só a experiência de vida poderá solucionar os seus problemas. De qualquer forma, o Mágico de Oroz dá ao Didi um Tênis Mágico que os ajudará a achar o tal monstro. Assim que deixam o Mágico de Oroz, se encontram novamente com o coronel Ferreira e uma nova briga acontece. Desta vez, sob a proteção do Mágico de Oroz, conseguem escapar das mãos do coronel e de seus capangas. Eles montam em um enorme Osso Voador e chegam, desta forma, na cidade grande. Lá, ficam apavorados com tamanha correria e confusão e assustados visualizam a imagem do Cristo Redentor. Correm até ela em busca de um milagre que os livre daquele ‘inferno’. Ao chegarem percebem a existência de um aguadouro público cercado de torneiras iguais as que o Mágico de Oroz contou na lenda. Eles arrancam quatro torneiras de lá e arrumam outra grande confusão. Então, num passe de mágica, o Tênis Mágico de Didi se transforma num Carro Tênis e nele o quarteto volta para o nordeste levando as torneiras do aguadouro que, ingenuamente, pensam ser a solução para a seca e o cumprimento de sua pena. De volta à cidade são recebidos como heróis até que as torneiras se abrem e nada acontece. Novamente são condenados e pendurados num carrossel em praça pública. Tudo parece perdido, mas Os Trapalhões conseguem surpreender a todos com um desfecho inesperado para mais esta aventura.

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Os Trapalhões e o Mágico de Oróz que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção:
Roteiro:
Produção Executiva:
Direção de Fotografia:
Direção de Produção:
Montagem:
Direção de Arte:
Figurino:
Música:
Edição de Som:
Artes Gráficas:
Empresa Produtora:
Distribuidora:

Bibliografia

Fontes de Referência

Livros:

RAMOS, Fernão Pessoa (org.). História do cinema brasileiro. São Paulo: Art Editora, 1981.

_________; MIRANDA, Luiz Felipe A. de. (Org.). Enciclopédia do cinema brasileiro. São Paulo: Senac São Paulo, 2000.

SILVA NETO, Antônio Leão da. Dicionário de Filmes Brasileiros: longa-metragem. São Paulo, Ed. do Autor, 2002.

Jornais e Periódicos:

Jornal Diário Mercantil
Jornal Diário Regional
Jornal do Brasil
Jornal do Comércio
Jornal O Dia
Jornal O Globo
Jornal O Pharol
Jornal Panorama
Jornal Tribuna da Tarde
Jornal Tribuna de Minas

Sites na Internet:

http://www.ancine.gov.br/ – Agência Nacional do Cinema – Brasil
http://www.cinemateca.org.br/ – Cinemateca Brasileira – Brasil
http://www.cinemabrasileiro.net – Cinema Brasileiro – Brasil
http://www.cinemateca.gov.br – Cinemateca Brasileira – Brasil
http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br – História do Cinema Brasileiro – Brasil

Instituições Consultadas:

Arquivo da Cinemateca Brasileira
Arquivo Histórico da Universidade Federal de Juiz de Fora
Biblioteca da Universidade Federal de Juiz de Fora
Biblioteca da Universidade Salgado de Oliveira de Juiz de Fora

História do Cinema Brasileiro

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