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Paulicéia Fantástica (1970)

Os primórdios do cinema paulista até 1930, feito com o espírito iconoclasta dos modernistas de 1922. Filme sobre o cinema paulista, desde a primeira exibição, passando pelas primeiras iniciativas de produção, indo até 1930, para um projeto da Cinemateca Brasileira, coordenado por João Batista de Andrade. Com linguagem e narrativa simples, carregadas de ironia, vemos o inter-relacionamento entre os fatos mais importantes e o cinema. O filme é o primeiro da série Panorama do Cinema Paulista‘, produzido pela Comissão Estadual de Cinema de São Paulo.

Elenco

Etty Fraser
Galvão, Lafaiete
Bittencourt, Lenoir

Narração:
Etty Fraser
Oliveira, Antero de
Santiago, Flávio
Bernardet, Lucilla Ribeiro
Paulo César Pereio

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Paulicéia Fantástica (1970) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Charles F. Mendes de Almeida; João Batista de Andrade, João Silvério Trevisan, Marcello G. Tassara e Maria Rita Galvão
Roteiro: Jean-Claude Bernardet
Autoria do texto de locução: Amado, Gilberto; Andrade, Mário de; Travassos, Nelson Palma; Andrade, Oswaldo de; Sousândrade
Pesquisa: Maria Rita Galvão e Paulo Emílio Salles Gomes
Direção de fotografia: Aloysio Raulino
Montagem: João Batista de Andrade e Jean-Claude Bernardet
Música: João Silvério Trevisan
Companhia Produtora: Comissão Estadual de Cinema – São Paulo; Conselho Estadual de Cultura, da Secretaria de Esportes e Turismo do Governo de São Paulo

Brasil | 35mm, BP, 86min, 2.358m, 24q

Canção
Título: Viuva alegre em três minutos;

Título: Batuque;

Título: Lamento;

Título: Sou do sertão;

Título: Meu Brasil;

Título: You made me love you;

Título: Linda morena;

Título: Despertar da montanha;

Título: Ao luar;

Título: Ameno Resedá;

Título: Linda Lourinha;

Título: Cecy e Pery;

Título: Guarani, O;

Título: Good bye;

Título: Deusa;

Título: Ontem ao luar;

Título: Casinha pequenina;

Título: Burucuntum;

Título: Tatu subiu no pau;

Título: Pelo telefone;

Título: Saudades;

Título: Ai, lô lô;

Título: Impressões brasileiras;

Título: Despertar de um sonho;

Título: Funiculí, funiculá;

Título: Na pavuna;

Título: Sou brasileiro;

Título: Alerta, paulista;

Título: Triste carnaval;

Título: Inconstitucionalissimamente;

Título: Entrada prohibida;

Título: Mimi;

Título: Bambino;

Título: Luar do sertão

Prêmios

Prêmio Governador do Estado de São Paulo, 1971, SP, de Melhor diretor.

Bibliografia

Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
ALSN/DFB-LM

Fontes consultadas:
LFM/DCB
FR-LFM/ECB
Última Hora, 03.02.1979 e 04.02.1979
FBR/6
ACPJ/II
Biblioteca Municipal Mário de Andrade, São Paulo, Folheto de Programação, s.d.
F Curto/CRRS

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Paulicéia Fantástica. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/pauliceia-fantastica/

Observações:
LFM/DCB, p. 28, informa tratar-se de um documentário do cinema paulista de seu início até 1935 para o projeto da Cinemateca Brasileira.
FR-LFM/ECB, p. 22, informa que João Batista de Andrade dirigiu a série Panorama do Cinema Paulista, com o roteiro de Jean-Claude Bernardet e produzida pela Comissão Estadual de Cinema, dividida em três filmes: o longa-metragem Paulicéia Fantástica de 1970, o média-metragem Eterna Esperança de 1971, e o também média-metragem Vera Cruz, de 1973.
Última Hora de 03 a 04.02.1979, indica: “Paulicéia Fantástica, um filme feito em 1970 com roteiro de Jean-Claude Bernardet e trilha de João Silvério Trevisan“; filme-reportagem da série Cinema de Rua.
FBR/6 indica o argumento de João Batista de Andrade e Maria Rita Galvão e roteiro de João Batista de Andrade.
ACPJ/II indica Maria Rita Galvão como assistente de direção; Rudá de Andrade como gerente; argumento de Francisco Luiz de Almeida Salles; roteiro de Paulo Emílio Salles Gomes; C. E. Mendes Almeida como consultor; fotografia de Jorge Bodanzky e Marcelo Tassara como assistente de fotografia.
Biblioteca Municipal Mário de Andrade, Folheto de Programação, indica duração de 80 minutos; produção de Oswaldo de Palma; Aloysio Raulino como câmera; trilha sonora de João Silvério Trevisan e a narração de Paulo César Pereio, Antero de Oliveira e Lucilla Ribeiro Bernardet.
Os letreiros do filme informam que “os filmes usados pertencem aos arquivos da Rex Filme S.A. e da Fundação Cinemateca Brasileira“.
ALSN/DFB-LM informa que na época de seu lançamento, Jean-Claude Bernardet não pôde assinar como co-realizador por estar com seus direitos civis cassados pela ditadura militar. A mesma fonte indica 100 minutos de duração. Indica, também, produção executiva de Oswaldo da Palma; direção e montagem: João Batista de Andrade e Jean-Claude Bernardet; Assistente de direção: Maria Rita Galvão; Assistente de fotografia: Marcelo G. Tassara; e trilha sonora: João Silvério Trevisan.
Outras fontes grafam os nomes de Ety Fraser como Etty Fraser e Lafaiete Galvão como Galvão Lafayette.
Participou do 7º Festival de Brasília (1971), Brasília (DF).

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