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Por trás do céu (2016)

De posse apenas de uma muito humilde casa e de uma tartaruga, Aparecida e Edivaldo seguem sem ambições, marcados pela violência de um coronel e a miserável condição que os impede de traçarem outros caminhos que não o da lida num canavial.

É Micuim, amigo do casal, quem traz na garupa de sua bicicleta tudo o que (não) se pode imaginar. Revistas, chocolates e causos. De espírito prático e livre de amarras, trabalha com Edivaldo a cortar cana e trata sempre de juntar dinheiro e força para pedalar até a cidade e ver de perto o mundo, inalcançável para Edivaldo e Aparecida. Quando, porém, se depara com Valquíria, sua pureza reacende o desejo de fincar os pés nalgum lugar e viver uma história de amor.

Prostituta de beira de estrada e livre por natureza, Valquíria surge do nada, ferida pelo ofício. Encontra abrigo naquele improvável fim de mundo e acaba por fisgar o coração do ingênuo Micuim, que lhe propõe casamento. Ela, no entanto, tem uma visão mais crua da realidade e sabe que seu lugar não é ali.

Para Edivaldo, homem simples e trabalhador, a vida se dá na razão contrária aos anseios da esposa. Ele não tem a mesma curiosidade que a motiva nem a força para engolir seu orgulho e construir novas possibilidades. Vive, simplesmente, como se fosse uma imposição da qual não se pode fugir, sem questionar muito nem se atrever sequer. Embora não concorde e se ressinta da decisão de Aparecida, ele não tenta impedi-la.

Frustrada com o fracasso de sua aventura – um foguete que não voa – e com a impossibilidade de tornar seus sonhos realidade, Aparecida volta desolada e encontra o marido morto. Ela então se culpa por sua escolha e desesperada clama aos céus, blasfema, desafia Deus, roga para que Ele acredite em sua existência, que ela julga até então ter sido ignorada, e a ajude.

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Por trás do céu (2016) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Caio Sóh
Argumento: Caio Sóh
Roteiro: Caio Sóh
Produção: Arthur Pizzo, Caio Sóh e Emílio Orciollo Netto
Direção de Fotografia: Azul Serra
Gaffer: Cláudio Castro
Maquinista: Marcos Broa
Direção de Arte: Ana Isaura, Zeno Zanardi e Kennedy Mariano
Still/Making Off: Márcio Nunes
Figurino: Alex Brollo
Figurinista Assistente: Helena Byington
Maquiagem: Carlos Rodrigues
Técnico de Som: Evandro Lima
Montagem: Bruno Regis e Caio Sóh
Coordenador de Pós-Produção: Duda Izique
Edição de Som: Yan Saldanha
Mixagem: Cauê Leal
Trilha Sonora: Plínio Profeta
Empresas Produtoras: Movimento Cinema Bruto e Elixir Entretenimento
Empresas Produtoras: Pandora Filmes | SPCINE

Brasil | Drama | cor | min. | 2016

Livros:

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Por trás do céu. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/por-tras-do-ceu/

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