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Quase que só há estrelas (2012)

Sinopse

O olhar parte da cidade de Juiz de Fora, mas não permanece nela, pois propõe novas experiências com o espaço urbano. O filme é um jogo em que a cidade freia seu movimento, suas finalidades, seu cotidiano. A cidade não é mais um conjunto de sentidos imediatos, pois eles não lhe são naturais, mas apenas hábitos criados para ela. Ao desfazer tais sentidos, Juiz de Fora se torna qualquer outra, naquilo que devemos sempre construir de novo para nossas cidades. Um outro olhar que sempre retorna às imagens e nos faz ver de novo o transitar dos carros, o trabalho das máquinas, a rigidez dos prédios e dos monumentos, os pés e as mãos, as pessoas que habitam a cidade, a cidade que habita as pessoas.

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Quase que só há estrelas (2012) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Marília Lima, Nilson Alvarenga e Tomyo Costa Ito
Roteiro: Nilson Alvarenga
Produção: Marília Lima
Direção de Fotografia: Nilson Alvarenga
Montagem: Nilson Alvarenga
Som Direto: Tomyo Costa Ito
Edição de Som: Tomyo Costa Ito

História do Cinema Brasileiro

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